Quem arrisca mais, naturalmente também fica mais exposto ao erro. Mas quando falha, fala-se logo da “falta de inteligência” do jogador.
Estamos a falar de um jogador muito jovem, na sua primeira época na Europa, e que já apresenta os números que apresenta. Claro que ainda tem muito para melhorar: na decisão, na leitura de certos momentos, na consistência, mas isso faz parte do crescimento.
Entre um jogador como o William, que arrisca, procura desequilibrar e tenta fazer a diferença, e um extremo que joga sempre pelo seguro e passa constantemente para o lado, prefiro mil vezes o primeiro. O outro pode até falhar menos e parecer ter um “QI altíssimo”, mas raramente muda um jogo.