A Joana Resende renovou o seu contrato com esta direção.Se ela nao rede, o que é verdade, vai pro banco.
Tem de jogar por decreto por ser Portista?
Alguém achar que não joga porque apoiou o PDC é pura doença mental.
A Joana Resende renovou o seu contrato com esta direção.Se ela nao rede, o que é verdade, vai pro banco.
Tem de jogar por decreto por ser Portista?
Estão a perder argumento no que diz respeito à gestão, O futebol vai andado bem (estão à espero de um mau resultado) , as outras modalidades também , resta o tema da Joana.
A nova arma de arremesso das viúvas.
Eu sei, e esta direção tem elogiado a joana.A Joana Resende renovou o seu contrato com esta direção.
Alguém achar que não joga porque apoiou o PDC é pura doença mental.
Só falta meterem o João Ratão e a Carochinha ao barulho...QUEM QUER TRAMAR JOANA RESENDE
No reino onde a bola voa sobre a rede como se tivesse vontade própria, havia mais do que jogos para disputar — havia histórias, intrigas e sombras que se moviam fora das quatro linhas.
No centro de tudo estava a capitã. Respeitada, firme, líder por natureza. Dentro de campo, era ordem. Fora dele, começava o caos.
Porque nem todos queriam vê-la no topo.
A vilã desta história era conhecida apenas como Zuka — a má da fita, especialista em sussurros venenosos e meias-verdades bem colocadas. Não precisava de provas, apenas de contexto. E contexto… criava ela.
Ao seu lado, numa aliança pouco improvável mas extremamente eficaz, estava o treinador — um coelho nervoso, sempre a saltitar de decisão em decisão, com um talento especial para estar em dois sítios ao mesmo tempo, ou, mais precisamente… com duas lebres diferentes ao mesmo tempo. O especialista em “saltar a cerca”.
Mas isso ainda não era público.
Enquanto a equipa treinava e competia, Zuka e o coelho tratavam de outro jogo — um jogo jogado nos bastidores, onde os alvos eram os sócios e adeptos. Um por um, iam sendo “trabalhados”: mensagens plantadas, dúvidas insinuadas, histórias contadas em tom de segredo, mas mal guardar porque dessas “traições” há provas escritas, fotográficas e até vídeos.
— A capitã já não é a mesma…
— Dizem que perdeu o balneário…
— Há coisas que vocês não sabem…
E assim, lentamente, tentavam virar a massa associativa contra quem dá a alma dentro da quadra a cada lance, personificando o verdadeiro ADN portista.
Mas em qualquer boa história de intriga… há sempre alguém à procura da verdade.
Entrava em cena o detective.
Figura discreta, olhar atento, presença quase invisível. Não se interessava por boatos — apenas por provas. E havia algo naquele treinador-coelho que não batia certo. Demasiadas ausências. Demasiadas “reuniões”. Demasiadas lebres a cruzarem-se no seu caminho.
Seguindo rastos, horários e encontros mal escondidos, o detective começou a montar o puzzle. E o que encontrou não foi apenas deslealdade pessoal… foi a peça que faltava para perceber toda a trama.
Enquanto isso, a capitã resistia.
No meio de rumores, olhares desconfiados e um ambiente cada vez mais pesado, Joana mantinha-se de pé. Lutava diariamente, dava o exemplo nos jogos, com um amor reconhecido pelo que faz e por quem representa.
Até que chegou o momento inevitável.
Num jogo decisivo, com o pavilhão cheio e a tensão no limite, a verdade começou a emergir. O detective revelou o que sabia. As ausências do coelho deixaram de ser coincidência. As manobras de Zuka perderam o disfarce.
E, como tantas vezes acontece, quem vivia de intriga acabou enredado nela.
No fim, ficou o essencial.
A capitã ainda de pé.
A equipa unida.
E a rede… intacta, como sempre.
Porque no reino da bola, pode haver jogos dentro do jogo — mas, mais cedo ou mais tarde, é dentro de campo que tudo se decide.
E aí, Joana Resende nunca falhou.
OBS: o enredo desta “estória” é pura ficção e meramente desenvolvida pela mente do autor, mas não desesperem porque há muitas provas documentais que a qualquer altura podem ver a luz do dia.
Continua a cruzada das viúvas pela Joana Resende, a nova arma de arremesso à direção.
Que coisa é esta?QUEM QUER TRAMAR JOANA RESENDE
No reino onde a bola voa sobre a rede como se tivesse vontade própria, havia mais do que jogos para disputar — havia histórias, intrigas e sombras que se moviam fora das quatro linhas.
No centro de tudo estava a capitã. Respeitada, firme, líder por natureza. Dentro de campo, era ordem. Fora dele, começava o caos.
Porque nem todos queriam vê-la no topo.
A vilã desta história era conhecida apenas como Zuka — a má da fita, especialista em sussurros venenosos e meias-verdades bem colocadas. Não precisava de provas, apenas de contexto. E contexto… criava ela.
Ao seu lado, numa aliança pouco improvável mas extremamente eficaz, estava o treinador — um coelho nervoso, sempre a saltitar de decisão em decisão, com um talento especial para estar em dois sítios ao mesmo tempo, ou, mais precisamente… com duas lebres diferentes ao mesmo tempo. O especialista em “saltar a cerca”.
Mas isso ainda não era público.
Enquanto a equipa treinava e competia, Zuka e o coelho tratavam de outro jogo — um jogo jogado nos bastidores, onde os alvos eram os sócios e adeptos. Um por um, iam sendo “trabalhados”: mensagens plantadas, dúvidas insinuadas, histórias contadas em tom de segredo, mas mal guardar porque dessas “traições” há provas escritas, fotográficas e até vídeos.
— A capitã já não é a mesma…
— Dizem que perdeu o balneário…
— Há coisas que vocês não sabem…
E assim, lentamente, tentavam virar a massa associativa contra quem dá a alma dentro da quadra a cada lance, personificando o verdadeiro ADN portista.
Mas em qualquer boa história de intriga… há sempre alguém à procura da verdade.
Entrava em cena o detective.
Figura discreta, olhar atento, presença quase invisível. Não se interessava por boatos — apenas por provas. E havia algo naquele treinador-coelho que não batia certo. Demasiadas ausências. Demasiadas “reuniões”. Demasiadas lebres a cruzarem-se no seu caminho.
Seguindo rastos, horários e encontros mal escondidos, o detective começou a montar o puzzle. E o que encontrou não foi apenas deslealdade pessoal… foi a peça que faltava para perceber toda a trama.
Enquanto isso, a capitã resistia.
No meio de rumores, olhares desconfiados e um ambiente cada vez mais pesado, Joana mantinha-se de pé. Lutava diariamente, dava o exemplo nos jogos, com um amor reconhecido pelo que faz e por quem representa.
Até que chegou o momento inevitável.
Num jogo decisivo, com o pavilhão cheio e a tensão no limite, a verdade começou a emergir. O detective revelou o que sabia. As ausências do coelho deixaram de ser coincidência. As manobras de Zuka perderam o disfarce.
E, como tantas vezes acontece, quem vivia de intriga acabou enredado nela.
No fim, ficou o essencial.
A capitã ainda de pé.
A equipa unida.
E a rede… intacta, como sempre.
Porque no reino da bola, pode haver jogos dentro do jogo — mas, mais cedo ou mais tarde, é dentro de campo que tudo se decide.
E aí, Joana Resende nunca falhou.
OBS: o enredo desta “estória” é pura ficção e meramente desenvolvida pela mente do autor, mas não desesperem porque há muitas provas documentais que a qualquer altura podem ver a luz do dia.
Continua a cruzada das viúvas pela Joana Resende, a nova arma de arremesso à direção.
Que coisa é esta?
De onde tiraram isto?
A joana ja não estava a ter rendimento, o que é normal
Pura ficção de fraca qualidade.
Foi esta página, e a caixa de comentários é só viúvas, incluindo o NPDC.
Já tinha visto teorias da conspiração de haters do MC nas redes sociais, mas a meter a Vicky ao barulho é a primeira.
Foi esta página, e a caixa de comentários é só viúvas, incluindo o NPDC.
O Neto do PdC é a prova viva de que nunca nos devemos desleixar na educação que passamos para as gerações vindouras.
Foi esta página, e a caixa de comentários é só viúvas, incluindo o NPDC.
Passou 1 mês desta mensagem, e parece ser cada vez mais verdadeEste tópico devia ser encerrado, cada vez mais é um esgoto a céu aberto
O irmão não tinha nada a ver com ele, refiro-me ao mais velho, talvez o filho e ainda o neto herdassem genes do pai e avô.O Neto do PdC é a prova viva de que nunca nos devemos desleixar na educação que passamos para as gerações vindouras.
A família PdC tem origens relativamente aristocráticas, com gente na alta roda da sociedade do Porto, donos de teatros, filântropos, gente ligada ao desporto e à sociedade civil em geral e bastou o Pdc desleixar-se na educação do filho e mimar de mais um neto que nunca quis fazer um peido da vida e tudo isto desemboca numa geração em que tens este escroto ambulante e a tia.
Que fique o lembrete, não estamos livres, mesmo vindo de boas famílias, a que apareça um parasita que estoure com a linhagem toda.
Viuvices.Que historia é esta?