O que aconteceu foi simples.
O MP não acusou o Luis Felipe (jogador do que cometeu penaltis ao minuto 93 naquele célebre jogo em Setúbal).
O FCP e SCP, assistentes no processo, em fase de Instrução (fase pós acusação e pré julgamento) requereram a pronuncia (ida a julgamento) do jogador por esse facto.
Chegados ao debate instrutório (ontem) alguém se terá lembrado que se os assistentes requereram a pronúncia do jogador, então ele teria de ser notificado para apresentar a sua defesa, senão estaria em desvantagem face aos restantes arguidos.
E a juíza concordou.
naturalmente que isso servirá para adiar o processo até porque não se sabe se a juíza vai ou não pronunciar o jogador (O MP não achou que existisse prova suficiente), mas são "incidentes" normais nos processos que só vêm a público porque se tratam deprocessos mediáticos