Liga Portugal Betclic 2025/2026

MarcioTeixeira

Tribuna Presidencial
27 Novembro 2013
17,766
10,541
Conquistas
7
  • André Villas-Boas
  • Jardel
  • Sérgio Conceição
  • Alfredo Quintana
28.ª jornada


3 de abril (sábado)
Gil Vicente-AVS SAD, 15h30, Sport TV
V. Guimarães-Tondela, 18h00, Sport TV
Sporting-Santa Clara, 20h30, Sport TV

4 de abril (domingo)
Nacional-Estrela, 15h30, Sport TV
Rio Ave-Alverca, 18h00, Sport TV
Moreirense-Sp. Braga, 18h00, TVI/V+
FC Porto-Famalicão, 20h30, Sport TV

6 de abril (terça-feira)
Arouca-Estoril, 18h45, Sport TV
Casa Pia-Benfica, 20h45, Sport TV

Já há data e hora para o dérbi entre Sporting e Benfica - Liga Betclic - Jornal Record
 

MarcioTeixeira

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29.ª jornada

10 de abril (sexta-feira)
Famalicão-Moreirense, 20h45, Sport TV

11 de abril (sábado)
AVS SAD-V.Guimarães, 15h30, Sport TV
Santa Clara-Rio Ave, 18h00, Sport TV
Estrela-Sporting, 20h30, Sport TV


12 de abril (domingo)
Alverca-Casa Pia, 15h30, Sport TV
Benfica-Nacional, 18h00, BTV
Sp. Braga-Arouca, 18hoo, Sport TV
Estoril-FC Porto, 20h30, Sport TV

13 de abril (segunda-feira)
Tondela-GIl Vicente, 20h15, Sport TV

Já há data e hora para o dérbi entre Sporting e Benfica - Liga Betclic - Jornal Record
 

MarcioTeixeira

Tribuna Presidencial
27 Novembro 2013
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  • André Villas-Boas
  • Jardel
  • Sérgio Conceição
  • Alfredo Quintana
30.ª jornada

17 de abril (sexta-feira)
Rio Ave-AVS SAD, 20h45, Sport TV

18 de abril (sábado)
Nacional-Alverca, 15h30, Sport TV
Casa Pia-Santa Clara, 18h00, Sport TV
Gil Vicente-V. Guimarães, 20h30, Sport TV

19 de abril (domingo)
Arouca-Estrela, 15h30, Sport TV
Sporting-Benfica, 18h00, Sport TV
FC Porto-Tondela, 20h30, Sport TV
Sp. Braga-Famalicão, 20h30, Sport TV

20 de abril (segunda-feira)
Moreirense-Estoril, 20h15, TVI/V+

Já há data e hora para o dérbi entre Sporting e Benfica - Liga Betclic - Jornal Record
 
2 Abril 2012
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Bruno Prata in Record.pt

Il campione annunciato

Há jornadas que contam pontos. E há jornadas que, com a subtileza de um martelo pneumático, contam histórias. A 27.ª ronda da Liga portuguesa pertence, sem grande margem para discussão — ou para esperança alheia —, à segunda categoria. Para o FC Porto, a vitória em Braga não foi apenas mais um triunfo; foi um daqueles momentos em que o campeonato parece olhar para si próprio ao espelho e murmurar, com resignação shakespeariana: “está feito”. É certo que a aritmética ainda permite ao Sporting sonhar — quatro pontos de atraso que podem manter-se se o jogo em atraso com o Tondela correr como planeado. Mas, como diria Jean-Paul Sartre, “estamos condenados a ser livres” e, neste caso, condenados também a aceitar o que os factos teimam em evidenciar: o Sporting continua livre para acreditar, mas cada vez mais prisioneiro da realidade.

O triunfo portista na Pedreira teve o condão de eliminar o último grande obstáculo do chamado 'top four'. O calendário que se segue — Famalicão, Tondela, Alverca e Santa Clara no Dragão; Estoril, Estrela da Amadora e AVS fora — não promete propriamente um golpe de teatro digno de Alfred Hitchcock. Claro, haverá sempre quem evoque o tropeção em casa do Casa Pia como prova de que o imponderável existe. Mas convém não confundir exceção com argumento.

Em Braga, o Porto repetiu o resultado da primeira volta e, de caminho, ofereceu uma pequena aula comparativa: enquanto os portistas fizeram o pleno frente aos minhotos, o Sporting ficou-se por empates em Alvalade e na Pedreira. Não é toda a explicação para a diferença pontual — mas é uma daquelas que dispensam rodapés. O jogo, em si, foi um retrato quase didático da época portista: pressão alta, intensidade sem remorsos e uma obstinação que faria corar qualquer manual de autoajuda. Nem o penálti 'burocrático' detetado por António Nobre, que colocou o Sp. Braga em vantagem, abalou a convicção azul e branca. Sem as cintilações de Rodrigo Mora, Farioli puxou do banco como quem tira cartas marcadas da manga: William trouxe dinamismo, Fofana e Pablo Rosario acrescentaram músculo e decisão. O resultado? Dois golos, uma reviravolta e a sensação de que o mercado de inverno não foi um capricho — foi um investimento com juros. E se há imagem de marca neste Porto, ela não reside apenas na sua organização quase militar — um 4x3x3 que se desdobra em 2x3x5 a atacar e 5x4x1 a defender —, mas sobretudo na forma como responde quando a exigência sobe. É uma equipa que parece prosperar no desconforto, como se tivesse feito um pacto com a adversidade.

Curiosamente, o grande arquiteto desta narrativa é também o seu protagonista mais expressivo. Farioli, entre queixas, episódios históricos reciclados e um ocasional “contra tudo e contra todos” (que alguém certamente lhe soprou ao ouvido) conseguiu algo mais relevante do que vencer conferências de imprensa: absorveu o ADN de um clube que vive da resistência e devolveu-o multiplicado ao relvado.

Mas importa dizê-lo sem rodeios: quem for verdadeiramente justo sabe que não foi a vitimização, as queixas exageradas das arbitragens e das decisões da Liga ou a agressividade verbal a ter um peso determinante na caminhada vitoriosa. Essa será sempre a indisfarçável explicação de alguns embusteiros secundários que atuam na sombra e que tentam passar essa ideia para poderem reclamar, também eles, algum mérito das conquistas. O que decidiu — e continuará a decidir — foi o futebol. Um futebol físico, intenso, metódico, sustentado por uma rotação quase industrial que faz o FC Porto parecer duas equipas numa só.

A André Villas-Boas e à SAD cabe a outra fatia do mérito: escolheram, arriscaram e, imagine-se, acertaram. Inflacionaram a folha salarial (só até dezembro, subiu de 38,2M€ para 51,2M€), reforçaram o plantel e deram ao treinador as ferramentas para transformar ideia em domínio. Uma decisão que, em certos círculos, ainda é considerada revolucionária.

Tudo isto não diminui o percurso do Sporting (designadamente na Champions). A equipa tem sido consistente, competitiva e, como se viu em Alverca, capaz de exibições iluminadas. A Rui Borges deve ser tributada a idoneidade que se reconhece aos bons treinadores: pediu mais respeito para si e para a sua equipa — e teve mais do que motivos para o fazer. O Sporting não deverá conseguir o tricampeonato, mas nem por isso deixou de fazer um belíssimo campeonato. Deverá perder apenas para quem foi excecionalmente forte. E, quando e se isso se confirmar, a melhor forma de reagir será dar os parabéns ao FC Porto. Não se exige que Frederico Varandas deixe de responder grosso a Villas-Boas quando achar conveniente, mas talvez a forma mais eficaz de continuar a marcar a diferença seja mostrar que sabe separar as águas e reconhecer que o FC Porto, desta vez, foi simplesmente mais forte e melhor.

Voltando ao essencial, há campeonatos que se discutem até ao último suspiro e outros que, a certa altura, deixam apenas de o ser. Este parece cada vez mais pertencer à segunda espécie. E, salvo reviravolta digna de argumento rejeitado por inverosímil, o campeão já não é uma incógnita — é apenas uma questão de calendário. E de linguagem adequada: Il campione annunciato.
 

Ruben1893

Neste clube,é impossível pensar que não é possível
24 Julho 2019
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33
  • Reinaldo Teles
  • Alfredo Quintana
  • Fernando "Bibota" Gomes
  • André Villas-Boas
O horário e dia do Estoril e do Tondela era esperado

Mas fico surpreendido com o Panelas aceitar jogar domingo com o sporting
O Rui Costa é mansinho com eles, está metido no bolso
 
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Reações: Qinglong e Jaburú