Guerra Rússia - Ucrânia

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tripeiro_de_gema

fcp_sempre
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O Taremi pode achar que o regime deve ser derrubado pelos iranianos, não por estrangeiros interessados em destruir o país. Só otários e mercenários sem escrúpulos tipo a nobel da Venezuela é que se aliam a inimigos do seu país.
Para já nem sabemos se isso é verdade, mesmo que fosse é legítimo por parte de Taremi. É o país dele, ele melhor sabe o que é melhor para o seu país, não tem de dar satisfações.
Era o que mais faltava activistas burgueses e altruístas patológicos alheios decidirem sobre o que é melhor e os destinos de povos alheios.
 

Panda Azul e Branco

Tribuna Presidencial
14 Janeiro 2025
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Finalmente o Governo do Líbano declarou guerra ao Hezbollah.
Agora com Israel a prensar do Sul e o exército governamental a pressionar do Norte a ver se o problema se resolve.
O Governo Libanês devia era retirar do executivo e dos cargos públicos todos os elementos muçulmanos xiitas
A médio prazo isso vai significar mais uma guerra civil interminável no Líbano e matança em larga escala. Mas há quem goste.

PS Sabra e Chatila, as milícias cristãs a massacrarem e os soldados israelitas a cercarem os campos para impedirem a fuga dos palestinos à morte com requintes de crueldade. Não te deve dizer nada, claro.
 
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tripeiro_de_gema

fcp_sempre
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Como sempre Portugal relativamente aos EUA nunca fica de joelhos ou de cócoras. É sempre de quatro a abanar a cauda.


Falta a nova cimeira das lages 2.0
Não sei qual a admiração. Portugal nestes últimos anos não tem sido outra coisa que um país serviçal e uma Maria que vai atrás dos outros... não há iniciativa e opinião própria. Porque raio Pauer Ranger iria fazer diferente?
 
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Cheue

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12 Maio 2016
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os hipócritas que só se queixam de um caso a inventar que os outros só se queixaram de um caso...

se não fossem tão mongos percebiam que protestos contra o regime iraniano têm absolutamente 0 impacto.
protestos contra o que Israel e os EUA fazem pode ter impacto, porque a opinião publica nesses países ainda conta alguma coisa.

sim, vão haver mais protestos se for uma democracia a fazer algo do que se for um Irão ou Coreia do Norte, que novidade do crl.
não é assim tão difícil perceber porquê.

essa narrativa dos "esquerdalhos" apoiarem o Irão não tem ponta por onde se pegue.
no caso da Venezuela ainda dava para pegar em algo, na narrativa dos tankies, neste caso não há nada.
 
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Cheue

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isto vindo de pessoal que via crianças desfeitas aos bocados e dizia que quem criticasse estava a defender o hamas
é preciso mesmo ter uma lata do crl.

agora também se estão a cagar para as pessoas que o Irão assassinou, são meio ************ e muçulmanos, não faz mal, só querem inventar uma narrativa em que os grandes inimigos do outro 'clube' defendem isso, para completar a projecção.
 
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Manageiro de futból

Tribuna Presidencial
25 Julho 2007
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os hipócritas que só se queixam de um caso a inventar que os outros só se queixaram de um caso...

se não fossem tão mongos percebiam que protestos contra o regime iraniano têm absolutamente 0 impacto.
protestos contra o que Israel e os EUA fazem pode ter impacto, porque a opinião publica nesses países ainda conta alguma coisa.

sim, vão haver mais protestos se for uma democracia a fazer algo do que se for um Irão ou Coreia do Norte, que novidade do crl.
não é assim tão difícil perceber porquê.

essa narrativa dos "esquerdalhos" apoiarem o Irão não tem ponta por onde se pegue.
no caso da Venezuela ainda dava para pegar em algo, na narrativa dos tankies, neste caso não há nada.

Estamos a importar guerras culturais e políticas da América do Sul para a nossa realidade. Por alguma razão o Maliano praticamente só partilha tuítes de argentinos, venezuelanos ou brasileiros.

No Brasil, por exemplo, o debate político está extremamente polarizado, praticamente reduzido a um confronto entre esquerda e direita mais radicais. Os partidos mais moderados perderam muito peso nos últimos anos, e isso faz com que temas de política externa — como a posição em relação ao Irão — se tornem altamente fracturantes. A esquerda brasileira, até pelas suas posições históricas de política externa, pelas relações económicas com o Irão e pela retórica de combate ao “imperialismo americano”, acaba por ter uma posição mais discutível ou ambígua do que a maioria dos partidos de esquerda europeus.

Na Europa, e particularmente em Portugal, a realidade é bastante diferente. A extrema-esquerda afastou-se há muito da teocracia iraniana enquanto modelo político, nem poderia ser de outra forma, porque o Irão defende o contrário exacto do que a esquerda portuguesa defende. Pode haver uma ou outra voz mais presa à lógica antiamericana, que tende a relativizar o que se passa no Irão em nome da oposição aos EUA, mas isso é claramente minoritário, mesmo dentro da própria esquerda. E depois temos o exacto oposto - a indiferença e o silêncio completo perante o regime da Arábia Saudita que tem políticas e formas de repressão muito idênticas ao Irão.

Quanto aos números de mortos no Irão, há enorme opacidade. Não dou grande credibilidade aos dados oficiais do regime, mas também é difícil validar estimativas mais elevadas. As estimativas independentes variam bastante, entre alguns milhares e valores muito superiores. Seja qual for o número exato, estamos a falar de milhares de mortos num contexto de repressão interna severa, levada a cabo por um regime que não tem apoio político formal de nenhum país ocidental.

Depois, claro, entra a comparação com outros conflitos, como Gaza, onde os governos democráticos ocidentais deram apoio direto ou mantiveram silêncio perante a dimensão da destruição e das vítimas civis (mesmo que os número de vítimas fossem iguais às do Irão, que não são, estamos a comparar um território com 2 milhões e meio de habitantes, com um país com quase 95 milhões). Essa comparação torna a discussão ainda mais emocional e polarizada e francamente não traz nada de positivo para o debate.
 
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