Guerra Rússia - Ucrânia

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Villas 71

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28 Julho 2025
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Eu não tenho problemas em dizer que o Pintor Austríaco foi um monstro sanguinário e nada justificava aqueles métodos bárbaros e cruéis, mas não deixava de ter razão em relação aos judeus e acho que muitas pessoas vão se aperceber disso mais cedo ou mais tarde. Israel pratica outra forma de terrorismo e isso envolve muito dinheiro e interesses económicos por detrás.
Eu raramente (muito raramente mesmo) intervenho neste tipo de tópicos.
São precisamente posts como este que, para além de me causar vergonha alheia, justificam o facto de não gostar de intervir nestes assuntos.
Absolutamente lamentável e vergonhoso
 
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Edgar Siska

Por Ti JC2#
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Ao pé da praia
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ah, claro, já me esquecia.

também há cartilha do "mataram Jesus", também são odiados por isso.

apesar de Jesus ser judeu e o cristianismo ser uma invenção judaica...
Essa era a cartilha antiga aí da idade média até ao início da era moderna.

É complexo, quem o executou, porque era quem tinha o poder de facto para conduzir e executar penas foram os romanos, mas quem o julgou foi o sinédrio (uma espécie de tribunal eclesiástico de sacerdotes judeus) porque os romanos não faziam julgamentos por crimes "religiosos" só por crimes contra Roma e crimes civis. Roma executou a pena pois não queria revoltas populares numa província instável.
Em última análise foi acima de tudo plot político, porque ele ao trazer novas regras ao judaísmo com a sua filosofia, e pelo facto de começar a ter muitos seguidores desafiava o poder político e de influência que os sacerdotes fariseus detinham, pois facilmente dentro de um tempo o povo o colocaria como sacerdote máximo e os outros caíam do poleiro.
Foram coisas políticas dos seus tempos entre gente da mesma etnia e religião.

Depois começaram as cartilhas relativamente a serem exploradores, isto porque os judeus tomaram conta dos negócios que ninguém queria a certa altura ou cuja religião impedia de exercer (como financiamento, devido aos juros) e obviamente alguns acabaram a prosperar.
Tal como aconteceu muitas vezes e com pessoas de outras etnias ou religiões inclusive também cristãos (ver Templários por exemplo) foram perseguidos porque gente poderosa lhes devia muito dinheiro, e se eles forem mortos ou expulsos...a dívida desaparecia, e até se podia apreende e confiscar as propriedades deles.
Naqueles tempos deverem-te dinheiro, sobretudo pessoas poderosas e de alta nobreza era mais perigoso para ti do que para quem tinha a dívida.
Cá em Portugal foram os Távoras.
 
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Ruben1893

Neste clube,é impossível pensar que não é possível
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De que é que se vão alimentar os terroristas no governo israelita após o Irão? Se tudo correr bem

Isso é que devia ser a pergunta
Quem vai ser o próximo inimigo? É que eles nunca param, só querem limpar tudo
 

tripeiro_de_gema

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Cá em Portugal foram os Távoras.
O caso dos Távoras é um caso diferente, porque isto tinha a ver com uma luta de poder entre a família e o Marquês de Pombal, na altura secretário estado do rei D. José I. Os Távoras e o Marquês de Pombal estavam em constante conflito, e os Távoras até eram dos principais opositores das reformas pombalinas. Só que depois surgiu o processo dos Távoras, em que estes foram acusados sem provas que estariam a conspirar contra o rei e muitos deles acabaram executados, mas curiosamente foi esse processo que marcou o início do fim da carreira política do Marquês de Pombal, depois quando D. Maria ascendeu ao trono, Marquês de Pombal foi destituído de todos os seus títulos.

Foi o Marquês de Pombal que acabou com a inquisição e também com distinção entre os cristãos-novos e cristãos-velhos, mas também foi ele que expulsou os jesuítas.
 
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Tribuna
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De que é que se vão alimentar os terroristas no governo israelita após o Irão? Se tudo correr bem

Isso é que devia ser a pergunta
Quem vai ser o próximo inimigo? É que eles nunca param, só querem limpar tudo
Ainda queres mais? Já têm a Síria, o Líbano e o Irão. Têm muito com que se entreter aqui e nem sabemos durante quanto tempo. O Irão não é a Faixa de Gaza.
 

Edgar Siska

Por Ti JC2#
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Ao pé da praia
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O caso dos Távoras é um caso diferente, porque isto tinha a ver com uma luta de poder entre a família e o Marquês de Pombal, na altura secretário estado do rei D. José I. Os Távoras e o Marquês de Pombal estavam em constante conflito, e os Távoras até eram dos principais opositores das reformas pombalinas. Só que depois surgiu o processo dos Távoras, em que estes foram acusados sem provas que estariam a conspirar contra o rei e muitos deles acabaram executados, mas curiosamente foi esse processo que marcou o início do fim da carreira política do Marquês de Pombal, depois quando D. Maria ascendeu ao trono, Marquês de Pombal foi destituído de todos os seus títulos.

Foi o Marquês de Pombal que acabou com a inquisição e também com distinção entre os cristãos-novos e cristãos-velhos, mas também foi ele que expulsou os jesuítas.
O Marquês não só foi destituído como era impedido de estar a uma determinada distância (longa) da raínha.
Ao ponto de se ela fosse visitar uma localidade perto de onde ele morava ele próprio tinha de se ausentar para cumprir a distância.

O que eu queria reforçar é que muitas vezes nesses tempos se usava a justiça quer a civil quer a religiosa por questões de poder e para aniquilar inimigos e quem detinha poder mais facilmente o fazia.
 

Cheue

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Essa era a cartilha antiga aí da idade média até ao início da era moderna.

É complexo, quem o executou, porque era quem tinha o poder de facto para conduzir e executar penas foram os romanos, mas quem o julgou foi o sinédrio (uma espécie de tribunal eclesiástico de sacerdotes judeus) porque os romanos não faziam julgamentos por crimes "religiosos" só por crimes contra Roma e crimes civis. Roma executou a pena pois não queria revoltas populares numa província instável.
Em última análise foi acima de tudo plot político, porque ele ao trazer novas regras ao judaísmo com a sua filosofia, e pelo facto de começar a ter muitos seguidores desafiava o poder político e de influência que os sacerdotes fariseus detinham, pois facilmente dentro de um tempo o povo o colocaria como sacerdote máximo e os outros caíam do poleiro.
Foram coisas políticas dos seus tempos entre gente da mesma etnia e religião.

Depois começaram as cartilhas relativamente a serem exploradores, isto porque os judeus tomaram conta dos negócios que ninguém queria a certa altura ou cuja religião impedia de exercer (como financiamento, devido aos juros) e obviamente alguns acabaram a prosperar.
Tal como aconteceu muitas vezes e com pessoas de outras etnias ou religiões inclusive também cristãos (ver Templários por exemplo) foram perseguidos porque gente poderosa lhes devia muito dinheiro, e se eles forem mortos ou expulsos...a dívida desaparecia, e até se podia apreende e confiscar as propriedades deles.
Naqueles tempos deverem-te dinheiro, sobretudo pessoas poderosas e de alta nobreza era mais perigoso para ti do que para quem tinha a dívida.
Cá em Portugal foram os Távoras.
a questão é que toda a cartilha do "mataram Jesus" vai por água abaixo a partir do momento que Jesus, os disicplos, etc, eram judeus.

o cristianismo era basicamente só um ramo que nasceu do judaísmo e se expandiu.

é completamente uma criação dos judeus, inicialmente só para os judeus, se não fosse São Paulo, se calhar nunca tinha passado disso.

mas distorceram a história de tal forma que parece que Jesus era um nórdico de olhos azuis que foi assassinado pelos malditos judeus.
 
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Ruben1893

Neste clube,é impossível pensar que não é possível
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Ainda queres mais? Já têm a Síria, o Líbano e o Irão. Têm muito com que se entreter aqui e nem sabemos durante quanto tempo. O Irão não é a Faixa de Gaza.
A Síria é escombros e a malta do Libano sem o dinheiro iraniano deve durar tanto como uma invasão aqui à minha rua

Aquilo no Irão fica a trato dos americanos
 

Ruben1893

Neste clube,é impossível pensar que não é possível
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A Turquia pertence à NATO, não se pode tocar senão...

Embora o Erdogan pudesse amanhã cair num boeiro com picos no fundo que eu não me ia importar muito. O país regrediu bastante com ele em termos de liberdades e laicismo.
Isso da NATO deve importar tanto como a famosa "International Law"
 
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Edgar Siska

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a questão é que toda a cartilha do "mataram Jesus" vai por água abaixo a partir do momento que Jesus, os disicplos, etc, eram judeus.

o cristianismo era basicamente só um ramo que nasceu do judaísmo e se expandiu.

é completamente uma criação dos judeus, inicialmente só para os judeus, se não fosse São Paulo, se calhar nunca tinha passado disso.

mas distorceram a história de tal forma que parece que Jesus era um nórdico de olhos azuis que foi assassinado pelos malditos judeus.
São Paulo e os gregos e o helenismo do Imperio Romano na sua parte Oriental.
 
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