O FC Porto na época passada marcou 65 golos no campeonato, na temporada 23/24 marcou 63 golos, e na temporada 22/23 marcou 73 golos. Existe uma tendência e essa tendência foi-se acentuando com a perda de qualidade individual na frente de ataque. Em 21/22 marcamos 86 golos, numa altura em que havia Luis Diaz, o melhor Taremi da carreira, Evanilson, Vitinha, Fábio Vieira, Francisco Conceição e Pepê, a meio da época saiu Diaz e entrou Galeno. Foi a última vez que tivemos um setor ofensivo digno de uma equipa como o FC Porto. Saíram Luis Diaz, Vitinha e Fábio Vieira, Francisco Conceição... em 22/23 Taremi ainda teve um desempenho brilhante e era o grande motor da produção ofensiva do FC Porto. Depois o rendimento do Taremi cai abruptamente e o FC Porto fica dependente de Galeno, que tinha golo, mas não era um criativo, longe disso, Evanilson que era um PL muito associativo, mas não era um goleador, e Pepê, Chico que entretanto tinha regressado, Namaso, Gonçalo Borges e Toni Martinez.
O rendimento do Borja para já é inferior ao do Galeno, o Samu marca os seus golos, mas tem dificuldades na associação, o Pepê é o que toda a gente sabe... terminar este campeonato na casa dos 60 golos marcados é o normal e esperado para uma equipa com a qualidade individual que nós temos na frente.
A equipa técnica está a ser realista e pragmática para alcançar os objetivos do clube no final da época. Depois disso, fazer a nossa grande venda, ou as nossas vendas, para garantir que cumprimos os requisitos financeiros e reforçar o setor ofensivo, já que o setor defensivo, apenas precisa de uma renovação na lateral esquerda.