Que é isto que estão a falar no now? Tou num sítio onde só tem imagem, não tem som. Mas pelos vistos porto faz queixa de varandas e acusa-o de manipular história
Tem a ver com as decalrações dele de 23 de dezembro, o discurso da "gasolina"Que é isto que estão a falar no now? Tou num sítio onde só tem imagem, não tem som. Mas pelos vistos porto faz queixa de varandas e acusa-o de manipular história
Mas porque agora voltar a esse assunto?Tem a ver com as decalrações dele de 23 de dezembro, o discurso da "gasolina"
Não sei porque é que se reagiu só agora. Ou possivelmente a queixa já tinha avançado na altura e só agora se soube dela, não sei. Mas a queixa é sobre essas declarações.Mas porque agora voltar a esse assunto?
Olha a fanfarronice. Temos jogo na 4a.Meu Deus. Já não é possível gabarmo-nos por conseguir um Frohold antes dos grandes clubes, que não ajudam muito no crescimento dos jogadores. Imaginem o Frohold no Real Madrid ou Chelsea: andava em empréstimos durante 2–3 anos.
O fim dos passes partilhados foi o grande tiro ao FC Porto. Foram os passes partilhados que permitiram criar a equipa que ganhou a Liga Europa em 2011.Teve dificuldade quando deixou de ter liquidez e parceiros para ter liquidez.
O FC Porto não teve dificuldades de adaptação por falta de visão ou por não perceber para onde o jogo caminhava. Teve dificuldades quando lhe retiraram as ferramentas financeiras que sustentavam o modelo. A chamada “morte” dos passes partilhados foi, na prática, o primeiro tiro nesse ciclo. Foi estrutural. Sem liquidez própria e sem parceiros para diluir risco, o modelo deixou de ser exequível. E o clube ficou perdido. Muito perdido.
Enquanto conseguiu, o FC Porto foi talvez o clube europeu que melhor explorou o filão sul-americano, chegava cedo, comprava barato, formava, potenciava e vendia pelo triplo ou mais. Não porque fosse mais rico, mas porque chegava antes dos outros e sabia assumir risco quando os grandes ainda não queriam ou não podiam. E tivemos vários tiros ao lado.
Quando esse contexto desapareceu, o clube teve de se reinventar, e isso já tinha acontecido antes. A equipa de 2002/2003 é o melhor exemplo, construída quase toda no mercado interno, não por opção estratégica “romântica”, mas porque não havia liquidez para ir buscar talento fora. E mesmo assim correu muito bem, porque havia competência desportiva, leitura do contexto e capacidade de extrair rendimento máximo dos recursos disponíveis.
Depois de 2004, logo que voltou a existir alguma folga financeira, o Porto regressou imediatamente à América do Sul.
A partir do momento em que os grandes passaram a ir diretamente à fonte, pagando à cabeça e retirando intermediários do caminho, esse foi o verdadeiro grito de morte do modelo. Não porque o Porto deixou de saber identificar talento, mas porque deixou de conseguir fechar operações. Sem liquidez, qualquer negociação fora dos mercados tradicionais e sem os parceiros YPZ, tornava-se um exercício quase impossível, salários mais altos, prémios de assinatura, percentagens futuras exigidas à partida, concorrência direta de clubes que não precisavam de vender depois.
O resultado foi inevitável, o Porto ficou refém de uma teia, preso aos mercados onde ainda conseguia operar sem capital imediato, mercado interno, oportunidades de ocasião na Europa, jogadores em fim de contrato ou em contextos de desvalorização. Sempre que conseguia identificar talento fora desse eixo, a concretização era lenta, difícil e muitas vezes perdida para quem chegava com dinheiro imediato.
Não foi nada. Foi os interesses que se instalaram no clube e o atraso nas infraestruturas.O fim dos passes partilhados foi o grande tiro ao FC Porto. Foram os passes partilhados que permitiram criar a equipa que ganhou a Liga Europa em 2011.
Oa atraso nas infraestruturas notou- se quando o clube ficou nu com o fim dos passes partilhados.Não foi nada. Foi os interesses que se instalaram no clube e o atraso nas infraestruturas.
O fim dos passes partilhados foi para todos os clubes. Começou-se a comprar jogadores para enncher os bolsos e nao para acrescentar qualidade.Oa atraso nas infraestruturas notou- se quando o clube ficou nu com o fim dos passes partilhados.
So que os outros clubes Já estavam mais avançados nas infraestruturas e não tinham a nossa rede de contactos no Brasil.O fim dos passes partilhados foi para todos os clubes. Começou-se a comprar jogadores para enncher os bolsos e nao para acrescentar qualidade.
A comunicação de assuntos da equipa sénior é muito fácil de manter, o problema é quando descemos degraus para as modalidades, futebol feminino e para a comunicação dos sócios com o clube. Basta tentar resolver assuntos através da linha de apoio ou ir à loja do associado para levar com a resposta: 'mande um e-mail para resolver o assunto'.Do muito que foi melhorado com a sua chegada, a parte da comunicação para os sócios, adeptos melhorou muito também. Ainda agora estive a ver o que foi colocado no Facebook do clube relacionado com a chegada do Pietuszewski. Curioso como irá a ser os conteúdos do canal do clube.
A sério que as dificuldades nos Açores tiveram que ver com o apoio no aeroporto? Achas que isso teve a mínima influência nos jogadores? E os outros jogos em que não houve aeroporto e sentimos as mesmas dificuldades?Olha a fanfarronice. Temos jogo na 4a.
Já chegou aquele espectáculo deprimente no aeroporto que quase custou 3 pts nos Açores.
Qual espetáculo deprimente? O de apoiar a equipa antes de um jogo super importante?Olha a fanfarronice. Temos jogo na 4a.
Já chegou aquele espectáculo deprimente no aeroporto que quase custou 3 pts nos Açores.
www.fcporto.pt
Fdx apoiar uma equipa agora é prejudicial ?Olha a fanfarronice. Temos jogo na 4a.
Já chegou aquele espectáculo deprimente no aeroporto que quase custou 3 pts nos Açores.
"O Tribunal do Dragão inicia hoje uma série de publicações sobre um tema que consegue ser sempre tema de discussão e ao mesmo tempo tabu: os fundos de transferências e as terceiras partes nos negócios. Quanto dinheiro o FC Porto já perdeu com isto? Era mesmo necessário recorrer a fundos? Quem está por trás dos fundos de transferências?O fim dos passes partilhados foi o grande tiro ao FC Porto. Foram os passes partilhados que permitiram criar a equipa que ganhou a Liga Europa em 2011.
