A questão é mesmo essa. Há muito tempo que não me sentia tão tranquilo em relação às opções de um treinador. Acho que tem sido justo com todos , tem jogado quem está melhor , reforço positivo para quem faz um bom jogo e dá-lhe continuidade.
Não sentia isso com o Conceição ( posso ser suspeito por odiar a personagem ) mas acho que estamos mais ou menos de acordo que haviam escolhas muito questionaveis. Já para não falar do Vítor Bruno e do Maradona dos bancos.
Vejo competência , muito trabalho , profissionalismo , inteligência , gestão de grupo.
Concordo a 100% contigo caro Roma. Há muito tempo que não me sentia tão tranquilo com as opções de um treinador do Porto. Nota-se que existe critério: joga quem está melhor, quem rende mantém o lugar e há um reforço positivo claro para quem faz um bom jogo. Isso devolve justiça e meritocracia ao plantel, algo que já se sentia faltar há alguns anos.
Com o Conceição (e com o Vítor Bruno depois) havia sempre a sensação de teimosia em certas escolhas, jogadores intocáveis independentemente da forma e decisões difíceis de explicar para quem vê de fora. Junta-se a isso a “personagem” no banco, sempre no limite, e a coisa acabava por cansar. Podia haver resultados, mas muitas opções eram, no mínimo, discutíveis e deixavam a malta com a sensação de que não jogava sempre quem merecia mais.
Agora vê-se competência, trabalho, profissionalismo e inteligência. As substituições fazem sentido, a gestão do grupo parece pensada e coerente e nota-se uma linha orientadora nas decisões. Mesmo quando não se concorda com tudo, percebe-se a lógica. E isso, para quem anda a viver o Porto dos últimos anos, já é meio caminho andado para voltar a acreditar no projeto e na equipa.