Eu percebo. Mas por muito que tenham perfis distintos — e sim, vários encaixam melhor a 6 do que a 8 ou a 10 — continuam a ser soluções para o meio-campo. Por exemplo, contra o Estrela Vermelha jogámos com o Rosário e o Eustáquio e, não sendo ideal, pode funcionar porque os jogadores estão familiarizados com as rotinas.
O meu ponto é que o problema não é só de qualidade; é também, e talvez sobretudo, de número. E o clube pode perfeitamente ter entendido que a falta de opções na frente é mais urgente do que a falta de qualidade específica no meio-campo. Além disso, isto não é um tema isolado — há outras posições que precisam de ser reforçadas, e tudo tem de ser avaliado dentro do contexto geral.
Também digo isto: se houver apenas espaço para uma contratação para o meio-campo, o Taylor parece-me a opção certa em vários aspetos. Mas se o contexto permitir mais movimentos, acredito que o clube fará aquilo que considerar mais adequado — até porque só eles é que têm toda a informação.