Nos próximas semanas é que se vai sentir bem o resultado dos últimos dias de estupidez que se têm vivido no mundo, inclusive aqui no tugão.
Infelizmente é melhor não gozarmos, há um grande foco em Espinho e se calhar á volta de Espinho. Os n casos de LVT facilmente se estendem ao resto País.Entao a situaçao continua ma em lissabona? Que burros velhos mal cheirosos e mal formados e pobres e idiotas e rabolhos essa gente.
E os números de hoje, para uma segunda-feira, também estão péssimosOs números de hoje devem ser um Record para um Domingo. Cada vez estamos pior ao contrário do resto da Europa
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Os números de hoje dizem respeito a domingo.E os números de hoje, para uma segunda-feira, também estão péssimos
Precisamente por isso é que estão péssimos...Os números de hoje dizem respeito a domingo.
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Sim, lá isso estão.Precisamente por isso é que estão péssimos...
Pois é, parece que o vírus veio para ficar, não há calor que mate o bicho e essa teoria de primeira, segunda ou terceira vaga é tudo balela, a primeira vai estender-se até ao inverno e aí é que vai ser.Este número de novos casos que começaram a aparecer na China, Nova Zelândia e etc, não parece que estamos a reviver um filme que já vimos em Fevereiro?
A situação em Portugal há muito que deixou de ser cor de rosa.
Enquanto a situação parece estar controlada na maior parte do país, na região de lisboa e vale do tejo descambou desde o principio de maio até hoje.
Os casos positivos cresceram de forma exponencial e não venham com o nº de testes realizados (forma trumpeana de ver a coisa) , o agravamento deve-se ao desconfinamento apressado e que deveria ter visto a segunda fase retardada.
Nem tanto ao mar nem tanto à terra.A situação em Lisboa está a ficar mais complicada, de facto, mas ainda não se regista um crescimento exponencial; a acreditar nos números que são divulgados.
Em relação ao nº de casos por milhão de habitantes vou repetir outra vez que essa análise é uma perda de tempo, pelo menos até o número de casos atingir um valor absoluto muito superior ao de agora; aí podemos padronizar o nº de casos por milhão de habitantes. Posso dar um exemplo concreto.
Se num país com 1M de habitantes, 50.000 estão infetadas, são 50.000 casos por milhão de habitantes.
Num país com 100M de habitantes, com a mesma proporção serão 5M de infetados.
Ora 5M de infetados têm muito, mas muito mais chance de propagar a doença que 50.000. É muito mais dificil definir estratégias para 5M de infetados que para 50.000 e por aí fora. Um paralelismo pode ser traçado com um incêndio florestal. Uma floresta cujo fogo começou no centro arde à mesma velocidade quer tenha 1000 ou 1M de árvores. A velocidade do fogo é afetada pela distância entre árvores (por isso fazemos distanciamento social), fatores externos como vento, calor (ex. cultura, hábitos) e capacidade de o combater (medidas governamentais).
O nº de casos/milhão de habitantes é irrelevante, pelo menos nesta fase. O que importa é o valor absoluto e outros valores que desconhecemos, ou conhecemos em parte, como o R0, taxa de ataque, taxa de ataque secundária, etc.
Entretanto, finalmente uma boa notícia.
A dexametasona, um corticoesteroide super barato provou ser eficaz na redução da mortalidade, com reduções entre 1/5 a 1/3, o que é claramente ESPETACULAR.
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Coronavirus: Dexamethasone proves first life-saving drug
Patients should be given the cheap drug without delay, after "fantastic" trial results, experts say.www.bbc.com
Não encontrei o artigo do ensaio clínico. Se alguém conseguir agradeço.
Sim, é irrelevante no UK terem esses habitantes todos para a propagação da doença. A menos que a dimensão territorial do país implicasse que houvesse muito mais interações que em Portugal. A doença propaga-se de forma absoluta e não de acordo com os casos por milhão de habitantes. É mais grave teres 10.000 casos no UK que 5000 em Portugal por exemplo. No crescimento exponencial (caso seja essa a fase da epidemia) 10.000 casos vão originar muito mais casos que os 5000 portugueses. É mesmo irrelevante a padronização por milhão de habitantes. Só será relevante quando te aproximares de dimensões muito altas da população. Mas penso/espero que não vá ser o o caso.Nem tanto ao mar nem tanto à terra.
É verdade que o número de casos por milhão é um indicador que não diz tudo pois
a percentagem da população mundial confirmada positiva é de apenas 0,1%.
Mas não é verdade que o tamanho da população seja irrelevante.
Se nós temos 300 casos por dia e o Reino Unido tem 1500 o que interessa
é que eles têm 5x mais e o facto de terem 68 milhões de habitantes é irrelevante?
Então se tivessem 680 milhões ou 6800 milhões era a mesma coisa? Ou 6800 habitantes?
Achas que se o Brasil tivesse 10 milhões de habitantes como nós tinha 900 mil infectados?
Acho que estás a pensar na expansão de um único foco num território de grande dimensão (e aí entendo a tua ideia e a analogia com o incêndio na floresta) quando na realidade a situação é de milhares de focos em expansão espalhados pelo mundo.Sim, é irrelevante no UK terem esses habitantes todos para a propagação da doença. A menos que a dimensão territorial do país implicasse que houvesse muito mais interações que em Portugal. A doença propaga-se de forma absoluta e não de acordo com os casos por milhão de habitantes. É mais grave teres 10.000 casos no UK que 5000 em Portugal por exemplo. No crescimento exponencial (caso seja essa a fase da epidemia) 10.000 casos vão originar muito mais casos que os 5000 portugueses. É mesmo irrelevante a padronização por milhão de habitantes. Só será relevante quando te aproximares de dimensões muito altas da população. Mas penso/espero que não vá ser o o caso.
A questão dos casos por milhão de habitantes é irrelevante para a propagação da doença. Agora quando se trata de recursos de saúde, a doença irá ser tão mais nefasta quanto mais casos por milhão de habitantes houver, porque os recursos são limitados. Se era a isto que te estavas a referir então ok.
Quanto à propagação da doença é irrelevante; a menos que como disse o território seja de tal forma curto que induza muito mais interações entre os seus habitantes. Depois também há questões culturais, etc.