----------------------O Otávio Tinto Machado está na CMTV em modo advogado de defesa do Vítor Bruno
Ainda há poucos meses chamou traidor ao VB.
Ainda há poucos anos insultava PdC.
Que beba menos e se vá foder.
----------------------O Otávio Tinto Machado está na CMTV em modo advogado de defesa do Vítor Bruno
Com a Roma a mesma merda, desconcentrações inexplicáveis.Mesmo o empate com o United não pode acontecer, não pode. Tamos por cima do jogo e com + 1 jogador em campo.
Foi um empate, mas teve claro sabor a derrota.
O prolema nem é só a forma como as derrotas aconteceram. É também a forma como certas vitórias aconteceram, contra o Hoffenheim foi uma pobreza franciscana... não sofremos golos por cepice do adversário, as fragilidades defensivas ficaram todas à vista. Ah, e com o Braga na 2ª parte, inaceitável.O problema aqui não são somente as derrotas, são a forma como elas aconteceram, a levar baile de bola… ( Clássicos)
Não esquecer o jogo com o Rio Ave no Dragão..é a primeira vez que se começam a ouvir os primeiros assobios em casa,,a ganhar 2-0 contra 10 desde a 1ª parte..na 2ª parte ridículo a jogar a passo como se fosse um treino a deixar o tempo passar..O prolema nem é só a forma como as derrotas aconteceram. É também a forma como certas vitórias aconteceram, contra o Hoffenheim foi uma pobreza franciscana... não sofremos golos por cepice do adversário, as fragilidades defensivas ficaram todas à vista. Ah, e com o Braga na 2ª parte, inaceitável.
Mas aí é os ridículos a serem ridículosNão esquecer o jogo com o Rio Ave no Dragão..é a primeira vez que se começam a ouvir os primeiros assobios em casa,,a ganhar 2-0 contra 10 desde a 1ª parte..na 2ª parte ridículo a jogar a passo como se fosse um treino a deixar o tempo passar..
Para mim ridícula é a atitude da equipa..deixamos de jogar só porque sim..aliás quando começam a ouvir assobios aceleravam o jogo outra vez..Mas aí é os ridículos a serem ridículos
Fala-se de um jogo que o adversário teve 0 remates, 4 toques na bola na nossa área, 0.0 xG e onde o mvp foi o redes do adversário, mesmo sofrendo 2 golos
E na segunda parte falhamos golos quase de baliza aberta(só o Pepê foram 2)
Ora bem, parece que o pessoal depois desta hecatombe ( já anunciada), começa a abrir os olhos para o verdadeiro valor do treinador do nosso Clube.
Um homem sem rumo, cheio de ideias, cheio de teorias, cheio de palavras. Tão cheio que estou mais que cheio dele .
Um treinador vive de dispor uma equipa em campo, com base em modelos (já estão todos inventados), assenta lhe e mecaniza processos e dinâmicas. Adapta a equipa aos jogadores e os jogadores às dinâmicas da equipa . O VitorBall, já foi de um pivot defensivo, já foi de dois pivots defensivos. O VitorBall já foi de falsos ala na esquerda a falsos alas na direita. Já foi de um ataque móvel com trocas posicionais dos extremos, como agora é de os extremos a darem largura e os laterais por dentro. O VitorBall agora faz da saída de jogo uma missão entregue aos centrais que passam para o Diogo Costa, dentro da pequena área.
O VitorBall já foi do Ivan Jaime a rir se, do Vasco Sousa a pisar as costas ao Huljmand. Já foi do Grujic a pivot sozinho, quando não tem velocidade para correr atrás do Pistorius sem próteses. O VitorBall já foi do Navarro a jogar a titular nos Açores, ou de meter o Nico e o Samu contra o Moreirense, num jogo da taça da liga, numa plantação de batatas desenhada pelo Tomás Taveira.
O VitorBall já foi tudo, mas o VitorBall não é nada. É um free trial do Football Manager, com respostas aos jornalistas dignas de apresentações de livros na Fnac, que ninguém vai ler .
O VitorBall tem sido minimamente salvo pelo Samu.
O VitorBall é uma imprevisível moda, que transpira falta de personalidade e insegurança. Não sabe onde pressionar, onde recuperar bola. O VitorBall faz das bolas paradas um espectáculo de circo.
O VitorBall vai nos levar ao abismo, vamos andar sempre atrás do prejuízo, pq preocupa se mais com os adversários do que com o jogo da própria equipa .
O VitorBall é atalhar, atacar o próximo jogo, o próximo treino.
O VitorBall só tem uma premissa certa. Quando o jogo está apertado mete em campo o Franco ou o Borges.
Cansado do VitorBall.
Análise brilhante.Ora bem, parece que o pessoal depois desta hecatombe ( já anunciada), começa a abrir os olhos para o verdadeiro valor do treinador do nosso Clube.
Um homem sem rumo, cheio de ideias, cheio de teorias, cheio de palavras. Tão cheio que estou mais que cheio dele .
Um treinador vive de dispor uma equipa em campo, com base em modelos (já estão todos inventados), assenta lhe e mecaniza processos e dinâmicas. Adapta a equipa aos jogadores e os jogadores às dinâmicas da equipa . O VitorBall, já foi de um pivot defensivo, já foi de dois pivots defensivos. O VitorBall já foi de falsos ala na esquerda a falsos alas na direita. Já foi de um ataque móvel com trocas posicionais dos extremos, como agora é de os extremos a darem largura e os laterais por dentro. O VitorBall agora faz da saída de jogo uma missão entregue aos centrais que passam para o Diogo Costa, dentro da pequena área.
O VitorBall já foi do Ivan Jaime a rir se, do Vasco Sousa a pisar as costas ao Huljmand. Já foi do Grujic a pivot sozinho, quando não tem velocidade para correr atrás do Pistorius sem próteses. O VitorBall já foi do Navarro a jogar a titular nos Açores, ou de meter o Nico e o Samu contra o Moreirense, num jogo da taça da liga, numa plantação de batatas desenhada pelo Tomás Taveira.
O VitorBall já foi tudo, mas o VitorBall não é nada. É um free trial do Football Manager, com respostas aos jornalistas dignas de apresentações de livros na Fnac, que ninguém vai ler .
O VitorBall tem sido minimamente salvo pelo Samu.
O VitorBall é uma imprevisível moda, que transpira falta de personalidade e insegurança. Não sabe onde pressionar, onde recuperar bola. O VitorBall faz das bolas paradas um espectáculo de circo.
O VitorBall vai nos levar ao abismo, vamos andar sempre atrás do prejuízo, pq preocupa se mais com os adversários do que com o jogo da própria equipa .
O VitorBall é atalhar, atacar o próximo jogo, o próximo treino.
O VitorBall só tem uma premissa certa. Quando o jogo está apertado mete em campo o Franco ou o Borges.
Cansado do VitorBall.
Isso é o que falta menos para ser sincero.O que falta a este plantel é ter um extremo
Nem digo muito bom, só ter que não tem nenhum
Isso e deixar de andar a mexer na posição do Nico e foder o meio campo todo
E o pepê. Eu acho que o grandeverro é o VB insistir em namado, no borges e no franco. Já todos viram que não têm qualidade nenhima. Mas devem treinar bem porque já o SC os colocavaO Galeno é um extremo. É o tal não muito bom, mas é extremo.
Exatamente! Excelente análise.Ora bem, parece que o pessoal depois desta hecatombe ( já anunciada), começa a abrir os olhos para o verdadeiro valor do treinador do nosso Clube.
Um homem sem rumo, cheio de ideias, cheio de teorias, cheio de palavras. Tão cheio que estou mais que cheio dele .
Um treinador vive de dispor uma equipa em campo, com base em modelos (já estão todos inventados), assenta lhe e mecaniza processos e dinâmicas. Adapta a equipa aos jogadores e os jogadores às dinâmicas da equipa . O VitorBall, já foi de um pivot defensivo, já foi de dois pivots defensivos. O VitorBall já foi de falsos ala na esquerda a falsos alas na direita. Já foi de um ataque móvel com trocas posicionais dos extremos, como agora é de os extremos a darem largura e os laterais por dentro. O VitorBall agora faz da saída de jogo uma missão entregue aos centrais que passam para o Diogo Costa, dentro da pequena área.
O VitorBall já foi do Ivan Jaime a rir se, do Vasco Sousa a pisar as costas ao Huljmand. Já foi do Grujic a pivot sozinho, quando não tem velocidade para correr atrás do Pistorius sem próteses. O VitorBall já foi do Navarro a jogar a titular nos Açores, ou de meter o Nico e o Samu contra o Moreirense, num jogo da taça da liga, numa plantação de batatas desenhada pelo Tomás Taveira.
O VitorBall já foi tudo, mas o VitorBall não é nada. É um free trial do Football Manager, com respostas aos jornalistas dignas de apresentações de livros na Fnac, que ninguém vai ler .
O VitorBall tem sido minimamente salvo pelo Samu.
O VitorBall é uma imprevisível moda, que transpira falta de personalidade e insegurança. Não sabe onde pressionar, onde recuperar bola. O VitorBall faz das bolas paradas um espectáculo de circo.
O VitorBall vai nos levar ao abismo, vamos andar sempre atrás do prejuízo, pq preocupa se mais com os adversários do que com o jogo da própria equipa .
O VitorBall é atalhar, atacar o próximo jogo, o próximo treino.
O VitorBall só tem uma premissa certa. Quando o jogo está apertado mete em campo o Franco ou o Borges.
Cansado do VitorBall.
Isso ate podia fazer sentido se nao tivessemos sido encostados na pressao por duas equipas com exremos de 37 anos (pedro e di maria).Fábio na ala...em jogos grandes, tem que vir sempre para o meio e dar largura e profundidade ao lateral.
Confrangedor vê-lo tentar acelerar...Cobertura defensiva então, nem se fala.
Duvido que não dê merda.
Excelente.Ora bem, parece que o pessoal depois desta hecatombe ( já anunciada), começa a abrir os olhos para o verdadeiro valor do treinador do nosso Clube.
Um homem sem rumo, cheio de ideias, cheio de teorias, cheio de palavras. Tão cheio que estou mais que cheio dele .
Um treinador vive de dispor uma equipa em campo, com base em modelos (já estão todos inventados), assenta lhe e mecaniza processos e dinâmicas. Adapta a equipa aos jogadores e os jogadores às dinâmicas da equipa . O VitorBall, já foi de um pivot defensivo, já foi de dois pivots defensivos. O VitorBall já foi de falsos ala na esquerda a falsos alas na direita. Já foi de um ataque móvel com trocas posicionais dos extremos, como agora é de os extremos a darem largura e os laterais por dentro. O VitorBall agora faz da saída de jogo uma missão entregue aos centrais que passam para o Diogo Costa, dentro da pequena área.
O VitorBall já foi do Ivan Jaime a rir se, do Vasco Sousa a pisar as costas ao Huljmand. Já foi do Grujic a pivot sozinho, quando não tem velocidade para correr atrás do Pistorius sem próteses. O VitorBall já foi do Navarro a jogar a titular nos Açores, ou de meter o Nico e o Samu contra o Moreirense, num jogo da taça da liga, numa plantação de batatas desenhada pelo Tomás Taveira.
O VitorBall já foi tudo, mas o VitorBall não é nada. É um free trial do Football Manager, com respostas aos jornalistas dignas de apresentações de livros na Fnac, que ninguém vai ler .
O VitorBall tem sido minimamente salvo pelo Samu.
O VitorBall é uma imprevisível moda, que transpira falta de personalidade e insegurança. Não sabe onde pressionar, onde recuperar bola. O VitorBall faz das bolas paradas um espectáculo de circo.
O VitorBall vai nos levar ao abismo, vamos andar sempre atrás do prejuízo, pq preocupa se mais com os adversários do que com o jogo da própria equipa .
O VitorBall é atalhar, atacar o próximo jogo, o próximo treino.
O VitorBall só tem uma premissa certa. Quando o jogo está apertado mete em campo o Franco ou o Borges.
Cansado do VitorBall.
Esse é um dos maiores problemas que estamos a enfrentar neste momento passa pela evidente falta de trabalho tático defensivo. Nota-se que os jogadores têm dificuldade em posicionar-se corretamente e em reagir de forma rápida e coordenada às movimentações do adversário. A nossa equipa parece lenta a reconhecer as ameaças e a fechar os espaços quando o adversário avança, algo que, num clube com a exigência do FC Porto, não deveria acontecer.Visualizar anexo 32319
A equipa do cagão que não sabe os básicos cria quase tanto como a super equipa lagarta...
O nosso problema é defensivo.
Concordo com tudo o que dizes da parte defensiva. E tendo a concordar na questão relativa à saída de bola, embora isso seja mais discutível porque tem havido períodos em que o fazemos bem.Esse é um dos maiores problemas que estamos a enfrentar neste momento passa pela evidente falta de trabalho tático defensivo. Nota-se que os jogadores têm dificuldade em posicionar-se corretamente e em reagir de forma rápida e coordenada às movimentações do adversário. A nossa equipa parece lenta a reconhecer as ameaças e a fechar os espaços quando o adversário avança, algo que, num clube com a exigência do FC Porto, não deveria acontecer.
É importante perceber que estas lacunas não são apenas uma questão de qualidade individual ou de esforço – trata-se de aspetos que devem ser treinados e trabalhados de forma intensiva. A leitura de jogo, a capacidade de antecipar e reagir às movimentações do adversário e a forma como a equipa se organiza defensivamente são tudo processos que têm de ser desenvolvidos com repetição e com um plano tático claro. Sem um trabalho bem definido na defesa, qualquer equipa ficará exposta, por melhores que sejam as individualidades.
Outro aspeto que tem prejudicado muito o nosso rendimento é a falta de intensidade na pressão sem bola e, em particular, na reação à perda de posse. Sempre fomos um clube conhecido pela intensidade e pela garra em campo, mas ultimamente, essa identidade parece ter-se perdido. Quando a equipa perde a bola, nota-se uma reação lenta, sem a agressividade necessária para recuperar rapidamente a posse ou, pelo menos, forçar o adversário a erros. Esta falta de pressão organizada permite que o adversário construa com tempo e espaço, explorando as nossas fragilidades e abrindo buracos na nossa defesa.
A pressão sem bola, a reação rápida à perda e a coordenação defensiva são pilares fundamentais de qualquer equipa de topo hoje em dia. Não basta querer recuperar a bola, é preciso ter processos trabalhados que permitam reagir de forma eficaz e em conjunto. Esta falta de intensidade está a custar-nos jogos e pontos e é essencial que a equipa técnica comece a dar atenção a estes aspetos básicos, mas críticos, para que possamos voltar a ser uma equipa que impõe respeito.
Para um FC Porto competitivo, a organização defensiva e a intensidade na reação à perda são obrigatórias.
Ofensivamente a equipa não tem ainda muitos processos (devia estar muito mais trabalhada), mas vamos ser honestos, o nível do campeonato é baixo e com a besta de avançado que possuímos e a qualidade individual que temos, não sofrendo tantos golos vamos conseguir ir vencendo os jogos mais acessíveis, aliás como temos feito. Os jogos de nível/médio alto é onde estamos a ser completamente massacrados defensivamente e por processos básicos.
Outro problema grave é a ridícula saída de bola que tentamos praticar, algo que já devia ter sido melhorado, especialmente depois, daquela primeira parte medonha no Dragão contra o Arouca.
Há muito trabalho para ser feito, trabalho básico aliás, não estamos a falar de aspectos dimensionais do jogo de complexidade elevada, se até agora isto está como está, não tenho grande confiança que vá melhorar rapidamente.
