André Villas-Boas - Presidente

PortistaNando

Tribuna Presidencial
20 Fevereiro 2017
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Presi, agora com Champions alguns jogadores tem que ir embora. Não podemos continuar aqui com Moura, Zaidu, Pepê, William, Borja, Moffi e Gul.

Estes jogadores tem que ser bem substituídos.

Eu sei que é preciso alguém os querer, mas foi um sonho bonito que eu tive, que esses jogadores seriam substituídos por jogadores top.
 
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drummerfcp

Superior
31 Maio 2017
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Depois de ontem fiquei com a dúvida Presidente. O Presidente falou em calimero do ano. Já sabe quem é esse tal calimero? Já sabe se veste verde ou vermelho?
 

Bruno Daniel

Bancada lateral
18 Julho 2006
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"Também vencemos porque identificámos necessidades e fomos ao mercado com critério. Não contratámos por impulso: contratámos por perfil, por carácter, por talento e por ambição." AVB

Foi chave. Não se faz uma transformação destas, de uma época para a outra, sem gente assim.

Do treinador aos jogadores. Bednarek, Gabri, Samu, Rosario, Fofana... parece que nasceram a jogar de azul e branco. Até o Oskar com 17 anos joga olhos nos olhos com qualquer adversário.

Mas acrescento presidente: também vencemos porque temos um líder que conhece o clube e as suas gentes como poucos. Hoje é para celebrar, amanhã voltar ao trabalho que temos muitas conquistas pela frente.
 
8 Fevereiro 2023
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Por muito que o Record, A Bola etc continuem a contar com Supertaças oficiosas aqui estivemos bem a realçar que passamos a ser o Clube português com mais títulos oficiais assim como referimos que o "triunfo na finalíssima do Campeonato de Portugal frente ao Sporting valeu ao Clube o estatuto de primeiro Campeão Nacional".

Ou seja, quem trabalha no clube sabe que fomos Campeões Nacionais em 1922.

Ora se ganhamos o Campeonato de Portugal em 1922, 1925, 1932 e 1937, estamos agora a festejar o 34° título de Campeão Nacional e não o 31°.

Isto é factual.

Agora pergunto, se todos dentro do Clube sabem isto porque é que não há coragem de meter o número 34 em cima da mesa?

Quando temos as provas todas do nosso lado e sabemos que temos razão não podemos ter medo de dizer a verdade, é simples.
 
Última edição:

helderroger

Tribuna Presidencial
6 Novembro 2012
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Presi, agora com Champions alguns jogadores tem que ir embora. Não podemos continuar aqui com Moura, Zaidu, Pepê, William, Borja, Moffi e Gul.

Estes jogadores tem que ser bem substituídos.

Eu sei que é preciso alguém os querer, mas foi um sonho bonito que eu tive, que esses jogadores seriam substituídos por jogadores top.
Sim excelente ideia
Desfazer uma equipa e fazer outra
 

MartinsDragão

Tribuna Presidencial
4 Fevereiro 2015
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"Villas-Boas: uma época de acertos
Não joga, já não treina, mas tem muito do mérito pela conquista do seu primeiro campeonato como presidente do FC Porto.

Pela escolha que fez de Farioli para timoneiro, pelos acertos nas contratações nos dois mercados – em particular no de inverno, em que contratou jogadores decisivos gastando menos do que os rivais –, pelo profissionalismo com que dotou em pouco tempo a estrutura, depois de uma má primeira época. Depois de se ter sagrado campeão em 2010/11, numa época perfeita com a conquista da dobradinha e da Liga Europa, Villas-Boas mostra ao que vem e ao segundo ano na presidência conduz o FC Porto ao 31.º título de campeão."
In Maisfutebol
 

grandeporto

Tribuna Presidencial
25 Agosto 2006
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Gaia
Presidente muito feliz, por tudo mas em especial sabor pela sua coragem, sofrimento, resiliência, foi contra tudo e contra todos, como dizia o o outro, vocês sabem do que eu estou a falar.
 

Vinha

Tribuna Presidencial
23 Abril 2016
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Por muito que o Record, A Bola etc continuem a contar com Supertaças oficiosas aqui estivemos bem a realçar que passamos a ser o Clube português com mais títulos oficiais assim como referimos que o "triunfo na finalíssima do Campeonato de Portugal frente ao Sporting valeu ao Clube o estatuto de primeiro Campeão Nacional".

Ou seja, quem trabalha no clube sabe que fomos Campeões Nacionais em 1922.

Ora se ganhamos o Campeonato de Portugal em 1922, 1925, 1932 e 1937, estamos agora a festejar o 34° título de Campeão Nacional e não o 31°.

Isto é factual.

Agora pergunto, se todos dentro do Clube sabem isto porque é que não há coragem de meter o número 34 em cima da mesa?

Quando temos as provas todas do nosso lado e sabemos que temos razão não podemos ter medo de dizer a verdade, é simples.
Se o organismo que tutela a competição não considera oficial, vamos andar feito os palhaços do Lumiar a dizer que fomos campeões x vezes, quando não é reconhecido?
E se andamos a gozar com o boifica e a imprensa lisboeta por virem sempre falar da taça latina, qual seria a coerência de andar a "aldrabar" o número de títulos oficiais?

Já parece os americanos que fazem uma competição nos states, com 1 ou 2 equipas canadianas, e chamam à competição world series... e proclamam o vencedor de "world champion"! Lol ....
 
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BlueDragon

Tribuna
16 Março 2012
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Eu nem sei bem por onde começar… Só sei que isto estava cá dentro há muito tempo.
Somos campeões CARALH@@@@@@@
Dito assim parece simples, mas não é. Porque eu lembro-me…
Lembro-me de quando deixou de ser simples acreditar.
Lembro-me de olhar para o Porto e não ver o Porto.
Ver ruído.
Desgaste.
Dúvidas.
Desorientação.
Um clube perdido dentro de si próprio, e mesmo assim… mesmo sem luz ao fundo do túnel… havia qualquer coisa cá dentro que não morria.
Uma teimosia.
Uma fé quase irracional.
Aquela sensação que não se explica… de que este dia ia voltar.
E voltou!
E hoje… este título… este momento… esta eletricidade que nos atravessa o corpo… não é só por mais um troféu. É porque nós sabemos.
Sabemos o que isto custou.
Sabemos de onde vimos.
Isto não é só um título, nunca foi.
Isto foi um murro na mesa.
Um grito preso durante anos.
Uma resposta.
Não só para fora, mas, principalmente, para dentro.
Para todos. Para os que estavam à espera, para os que duvidavam, e sim… também para nós. Porque a verdade é esta: nós acreditávamos… mas não acreditávamos totalmente, pelo menos não sempre.
André Villas-Boas pegou nisto quando não era confortável pegar.
Quando não dava estatuto.
Quando não havia garantias.
Quando mais ninguém queria.
Quando quem estava com ele dizia “vamos”, mas lá no fundo pensava: “isto vai ser muito difícil… talvez impossível a curto prazo… e depois logo se vê…”
E do outro lado… havia aqueles que viviam agarrados a uma realidade que já não existia há muitos anos… nem queriam perceber, só queriam que corresse mal, para poderem dizer no fim:
“Estão a ver?”
E no meio disto tudo… os nossos rivais.
Num ano, aplaudiam-nos, porque não ganhávamos nada, porque éramos inofensivos. No outro…fizeram tudo. Tudo o que era legítimo… e tudo o que não era… só para nos deitar abaixo a qualquer custo.
E mesmo assim…
ESTAMOS AQUI, PORRA!!!
CAMPEÕES!!!
E há nomes que têm de ser ditos. Francesco Farioli chegou… e percebeu rápido onde estava.
Respeitou o clube.
Adaptou-se.
Criou uma mentalidade.
Aquela mentalidade que não se explica… mas que se vê nos duelos, na forma como se sofre, na forma como se ganha… Vamos ter oportunidade de falar mais sobre isso durante a semana, mas para já o meu Obrigado!
E os jogadores… Que GIGANTESSSSS
Quase todos eles, chegaram sem um passado de sucesso, sem glamour, sem ligação ao clube, sem mística herdada, mas escolheram sentir. Escolheram ligar-se a isto como se sempre tivessem sido daqui.
E lutaram.
Como homens.
Como equipa.
Como Porto.
E quem, como nós, entende do que o Porto é feito, sabe perfeitamente como estes detalhes são importantes nas garantias que nos dão para o futuro
E depois há ele…
O Grande Capitão: Jorge Costa.
Não esteve lá dentro fisicamente, mas esteve em todo o lado:
Na cabeça.
No subconsciente.
Na exigência que não se negocia.
Na forma como se sofre sem baixar a cabeça.
Há coisas que não se ensinam, sentem-se…
Mas não nos enganemos… isto não é sobre eles, nunca foi. Isto é sobre o FC Porto, sobre aquilo que não se explica, sobre aquilo que não se compra, sobre aquilo que não morre… mesmo quando parece que está a desaparecer.
Hoje não há debates.
Não há lados.
Não há razão nem culpa.
Hoje… há sentimento, e o que eu sinto é difícil de explicar, porque não é só alegria…
É alívio.
É orgulho.
É dor acumulada a sair de uma vez só.
É olhar para trás… e perceber que nunca deixámos de ser aquilo que somos.
Nunca.
Mesmo quando nos tentaram dividir.
Mesmo quando duvidámos.
Mesmo quando tudo parecia perdido.
Nunca deixámos de ser Porto.
Só estávamos à procura de nós outra vez e hoje encontrámo-nos. E quando um portista se encontra com o Porto, não há nada que nos pare.
Somos campeões.
E desta vez… não é só mais um.
É aquele que nos devolveu a nós próprios.
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BOF Abraços
Ricardo Amorim