SL Benfica
2
FC Porto
2
Mar 08, 2026 at 06:00 PM

O que acham que vai acontecer no jogo de domingo?


  • Total de eleitores
    294
  • Votação fechada .

F_Ferr

Não, não estive no treino.
11 Março 2012
11,089
15,891
A imagem da entrada assassina do racista no Martim é verdadeira!?

Se for, lamento mas o Presidente AVB tem de parar isto tudo.

O campeonato ficou inquinado neste lance. Tem de se parar o campeonato.
 

pensador

Tribuna Presidencial
29 Maio 2015
12,362
8,828
O Prestianni teve uma entrada vergonhosa contra o Braga na meia final da taça da liga que não lhe valeu um cartão vermelho evidente.

Também lhe foi perdoada a expulsão na Madeira por agressão numa altura que os lampiões ganhavam por 1-0.
E falta saber o veredicto da UEFA. Já passou quase um mês e nada. Enquanto vai deixando marcas nos adversarios.
 

pensador

Tribuna Presidencial
29 Maio 2015
12,362
8,828
A imagem da entrada assassina do racista no Martim é verdadeira!?

Se for, lamento mas o Presidente AVB tem de parar isto tudo.

O campeonato ficou inquinado neste lance. Tem de se parar o campeonato.
A imagem da entrada assassina do racista no Martim é verdadeira!?

Se for, lamento mas o Presidente AVB tem de parar isto tudo.

O campeonato ficou inquinado neste lance. Tem de se parar o campeonato.
O Presidente não pode fazer nada, a UEFA se calhar pode mas estou para ver quando sai a deliberação final e se é castigado.
 

BlueDragon

Tribuna
16 Março 2012
3,137
3,375
Nos últimos anos habituei-me a ver o futebol de uma forma muito própria. Não olho apenas para a bola ou para o resultado. Gosto de tentar perceber o que se passa por trás do jogo: as reações depois de uma jogada falhada, a forma como os jogadores comunicam entre si, as conferencias, os sinais quase invisíveis que revelam confiança, nervosismo ou liderança dentro de campo.
É uma forma de tentar ler a equipa para lá do que aparece no marcador.
Talvez por isso este FC Porto me esteja a provocar uma sensação estranha. Daquelas que, confesso, me deixam inquieto. Não é frustração, nem propriamente desilusão. É algo mais difícil de explicar: uma dúvida persistente.
E para quem está habituado a olhar para o Porto com convicções muito claras, gostar ou não gostar, acreditar ou criticar, viver nesse território de incerteza torna-se quase desconfortável.
Também não entro na crítica fácil que hoje se tornou tão comum. Há quem já tenha decidido que, do meio-campo para a frente, quase ninguém serve. Sinceramente, não consigo ir por aí. Já vimos estes jogadores mostrar qualidade suficiente para saber que ela existe. Ninguém desaprende a jogar futebol de um dia para o outro.
E olhando com atenção, também não vejo uma equipa abandonada ao acaso. Há sinais de trabalho, organização, tentativa de construção. Percebe-se que existe uma ideia por trás do que o treinador procura fazer.
Talvez seja precisamente aí que mora o verdadeiro desafio. O FC Porto não é um clube que entra em campo apenas para competir com dignidade. No campeonato português, historicamente, o Porto não é o peixe pequeno que tenta sobreviver entre gigantes, é um dos tubarões.
E talvez seja por isso que, às vezes, fico com a sensação de que falta apenas um pequeno desbloqueio mental. Aquela libertação que permite a uma equipa jogar mais para ganhar do que para não perder. Arriscar mais na procura do golo, mesmo sabendo que isso pode abrir espaço para sofrer também.
Tento, no entanto, colocar-me também no lugar do treinador. O passado recente da sua carreira não foi propriamente simples, e isso inevitavelmente marca a forma como alguém encara as decisões dentro de campo. Talvez exista uma prudência maior do que aquela a que estamos habituados no clube.
E por isso dou por mim a pensar numa possibilidade curiosa: talvez uma grande vitória neste primeiro ano possa ser exatamente o que falta. Não apenas pelo troféu em si, mas pela confiança que pode trazer. A confiança necessária para, no futuro, olhar para os jogos com mais ousadia e montar a equipa com uma coragem diferente, uma coragem que a qualidade destes jogadores assim permite, e que eles merecem, para voltarem a jogar com brilho nos olhos.
Mas mesmo com essa exigência natural, há algo que também me trava na crítica. Olhando para fora, sinto que há honestidade no esforço. Parece-me um treinador à procura de soluções, a tentar melhorar a equipa. E quando alguém está a dar o melhor que sabe e pode… também me pergunto até que ponto temos o direito de julgar com tanta facilidade.
Mas, ao mesmo tempo, há muitos jogos em que algo fica por desbloquear.
Entro sempre com aquela expectativa típica de quem acredita nesta equipa e conhece o Porto: a ideia de que a qualquer momento a equipa vai soltar-se e transformar o jogo. Que vai aparecer aquela intensidade, aquela personalidade coletiva que no inicio da temporada fez do Porto uma equipa difícil de parar e bonita de se ver.
E depois o jogo passa… e essa explosão raramente aparece e é substituída pelo sono.
O curioso é que isto torna tudo mais difícil de avaliar. Porque quando uma equipa joga mal, a crítica é fácil. Quando joga de forma brilhante, o elogio também. Mas quando vive num território intermédio, onde há competência mas nem sempre emoção, a análise torna-se bem mais desconfortável.
E é aqui que me lembro de duas coisas que me fazem travar antes de tirar conclusões apressadas.
Uma delas é uma reflexão do Quaresma sobre o futebol moderno. Ele há uns tempos atras dizia que o jogo está cada vez mais controlado pelos treinadores, pelos sistemas e pelos equilíbrios coletivos. Os artistas continuam lá… mas já não têm a mesma liberdade para transformar um jogo num espetáculo.
A outra é um exercício de memória pessoal. Critiquei bastante o futebol de Vítor Pereira, lembram-se? Achava-o demasiado calculado, demasiado previsível, e com um futebol chato e medroso… Alguém tambem? Mas só mais tarde percebi que, no meio dessa crítica, talvez tenha subestimado o valor de ganhar de forma consistente… E arrependi-me bastante nos anos seguintes, então eu sempre tenho isso bem presente na minha vida pessoal, profissional e como não podia deixar de ser, nos meus comentarios aqui no BOF.
E talvez seja isso que hoje me faz olhar para este Porto com mais prudência.
Porque há algo curioso nesta equipa: por um lado, nem sempre entusiasma. Por outro, continua a cumprir.
Talvez seja apenas uma fase.
Talvez seja o futebol moderno.
Ou talvez seja apenas uma equipa que ainda está à procura da confiança necessária para mostrar a sua melhor versão.
A verdade é que, pela primeira vez em muito tempo, dou por mim sem uma conclusão clara sobre o Porto que estou a ver.
E confesso que, para alguém que sempre viveu o clube com certezas muito fortes… isso é uma sensação estranhamente nova.
BOF_Abraços
Ricardo Amorim
 
  • Like
Reações: Shark e apocalypto

Paudragao71

Bancada central
10 Abril 2012
1,670
2,694
Gostei da reação da equipa depois do jogo, ainda no relvado. Um empate amargo pela forma como decorreram as coisas e, ainda assim, tudo tranquilo, sem sinais de 'desespero'.
 

apostador87

Tribuna Presidencial
26 Novembro 2013
19,714
28,313
Conquistas
8
38
Lagos
  • Jorge Costa
  • José Maria Pedroto
  • Pinto da Costa
  • Deco
Na minha opinião é evidente que a equipa ainda carece da confiança, da arrogância necessária à exibição da sua melhor versão
Eu acho que pagámos pelos jogos que recuámos demasiado com vantagem minima e ganhámos á mesma.
Neste não recuámos como nesses jogos e deixamo-nos empatar.
Dói mas é futebol.