Às vezes gostava que o pessoal fosse abordado pela polícia nos EUA uma vez só para sentir e deixar de dizer coisas à sorte. A polícia nos EUA em nenhum momento está sujeita ou se coloca em situações de vulnerabilidade, e para que isso aconteça há uma forma rígida e firme de atuar, os habitantes sabem isso também. Uma simples situação de transito dependendo do que acontece podes ser abordado com um polícia na lateral do teu carro de arma apontada. Se me perguntarem se concordo ou não, há pontos que me levam a concordar e outros não, certamente que não íamos ver a nossa polícia a parecer uns conas quando apanham um carro com 3 meliantes que decidem gozar com um polícia só porque sim, ou verem imagens de policias a apanhar e a ter de apanhar porque se puxam de pistola e dão um tiro a um ficam sem carreira profissional e vão presos, ou a ir à cova da moura e a receber balas enquanto a polícia quase que só pode dizer "não atirem" enquanto ouvem as putas a bufar.
Do outro lado vamos ter sempre o que é ou não força excessiva ou aproveitamento de ser polícia para fazer algo indevido.
Nesta situação em concreto podemos dizer que ele podia não ter atirado, podia (podemos dizer que devia até). Mas o cidadão tem de saber que por fazer o que fez o polícia também podia passar a atirar. E é esse saber do cidadão e o cumprir da regra que trás segurança, firmeza, e força por parte da polícia. Imaginem que o polícia não atira (e até podia não o ter feito), hoje foi a senhora, amanhã era uma marginal, daqui a 20 anos eram a nossa polícia sem autoridade nenhuma e a ver um gajo que roubou uma loja e é apanhado em flagrante a dizer que é vitima da polícia e que lhe bateram, a processar o polícia e o polícia com a vida fodida.
É duro? É. Há sempre um limbo entre excesso e cumprir da regra? Há, mas da parte da polícia eles sabem que quem os julga se fizerem merda também são implacáveis.
Resumo: se forem visitar ou viver nos EUA quando a polícia mandar parar, parem, e mesmo parados cuidado com os movimentos e onde colocam as mãos.