Não faz mal, o Trump agora vai distribuir todo esse dinheiro e mais algum que está congelado noutros países incluindo Portugal, pelos pobrezinhos todos da Venezuela...
Não faz mal, o Trump agora vai distribuir todo esse dinheiro e mais algum que está congelado noutros países incluindo Portugal, pelos pobrezinhos todos da Venezuela...
Vamos ser realistas.Eu não defendi nada nem ninguém, tu é que atacaste um povo inteiro (árabes) por causa de uma sua minoria muito insignificante em número (radicais islâmicos) e agora já estás a generalizar esse ataque a todos os muçulmanos.
Há países muçulmanos onde as mulheres têm praticamente os mesmos direitos dos homens e onde uns e outros podem viver como lhes apetecer, é só quereres ver que vês logo.
Passares a ideia de que é na etnia ou na religião que está o mal, nem é preciso dizer o que é e quão profundamente errado está.
Eu não ataquei um povo, ataquei uma interpretação da religião feita em grande parte dos países muçulmanos.Eu não defendi nada nem ninguém, tu é que atacaste um povo inteiro (árabes) por causa de uma sua minoria muito insignificante em número (radicais islâmicos) e agora já estás a generalizar esse ataque a todos os muçulmanos.
Há países muçulmanos onde as mulheres têm praticamente os mesmos direitos dos homens e onde uns e outros podem viver como lhes apetecer, é só quereres ver que vês logo.
Passares a ideia de que é na etnia ou na religião que está o mal, nem é preciso dizer o que é e quão profundamente errado está.
Vai ser sempre preciso apanhar fruta, nem que sejam robôs ou máquinas a fazê-lo...Mas nós nao precisamos da apanha da fruta, nem de outros tipos de atividades rudimentares, de baixa produtividade, baixos salários, feita para esse tipo de imigrantes.
Nós precisamos de uma revolução na nossa economia, que não necessite desse tipo de imigrantes de baixa qualificação e muitas vezes de valores completamente diferentes dos nosso.
Precisamos de imigração altamente qualificada, criação de empresas de elevada produtividade, aposta na AI, indústria sofisticada com elevada produtividade.
Mas com robôs ou maquinas a história é outra.....e a produtividade é logo outra. Está ai a chave.Vai ser sempre preciso apanhar fruta, nem que sejam robôs ou máquinas a fazê-lo...
Quem a apanhava antes das vagas de imigração ?Vai ser sempre preciso apanhar fruta, nem que sejam robôs ou máquinas a fazê-lo...
Em Marrocos, país muçulmano, aqui tão perto, as mulheres têm praticamente os mesmos direitos dos homens, a todos os níveis.Vamos ser realistas.
A maior parte dos países muculmanos, nao tem equivalencia de direitos e liberdades, entre homens e mulheres.
Se é que algum o tem em pleno.
E qual é a maneira mais barata de apanhar fruta, que permite mais lucro aos produtores de pequena/média escala tugas?Quem a apanhava antes das vagas de imigração ?
Tens razão, bom é ter essa malta a ser explorada e a receber salários miseráveis porque se predispõem a isso.Não vai nada dar trabalho reverter isso crl.
Basta construir umas tendas para alojamento, a começar por Odemira e semelhantes, para ir o trabalhador que não é "lixo humano", o branco, puro, que tem o ponto de vista cultural, ideológico e religioso, compatível, trabalhar na apanha dos morangos e afins.
Aliás, tenho a certeza que tu e os xeganos estarão na linha da frente prontos a servir a pátria na apanha seja de que fruto for, ou a criarem um mini exército, ia dizer de comunas como existe na Venezuela, mas por razões óbvias mudar-se-ia o nome, de motas para irem entregar a comida nas glovos e afins.
Em frente em frente camarad.... templário!
Eu respondo-te á questão que fiz. Eram portugueses que apanhavam a fruta. Quando havia natalidade. Quando os portugueses podiam ter mais que um ou dois filhos sem falirem. Alias ordenados baixos a carga fiscal alta e as pessoas deixam de ter filhos com o medo de não os conseguir sustentar em condições.E qual é a maneira mais barata de apanhar fruta, que permite mais lucro aos produtores de pequena/média escala tugas?
Locais, máquinas, ou imigrantes subpagos?
Bro, os empresarios em Odmira estavam fodidos se fizesses isso, o lucro caia em flecha isto se desse lucro, um xegano demorava 4 vezes mais tempo a apanhar um morango, achas que um Porsche é barato?Não vai nada dar trabalho reverter isso crl.
Basta construir umas tendas para alojamento, a começar por Odemira e semelhantes, para ir o trabalhador que não é "lixo humano", o branco, puro, que tem o ponto de vista cultural, ideológico e religioso, compatível, trabalhar na apanha dos morangos e afins.
Aliás, tenho a certeza que tu e os xeganos estarão na linha da frente prontos a servir a pátria na apanha seja de que fruto for, ou a criarem um mini exército, ia dizer de comunas como existe na Venezuela, mas por razões óbvias mudar-se-ia o nome, de motas para irem entregar a comida nas glovos e afins.
Em frente em frente camarad.... templário!
Está bem, era isso, mas os produtores preferem imigrantes, mais mal pagos, que lhes permitem ficar com mais dinheiro no bolso, o que é que queres que se faça?Eu respondo-te á questão que fiz. Eram portugueses que apanhavam a fruta. Quando havia natalidade. Quando os portugueses podiam ter mais que um ou dois filhos sem falirem. Alias ordenados baixos a carga fiscal alta e as pessoas deixam de ter filhos com o medo de não os conseguir sustentar em condições.
Uma minoria muito insignificante hahahahahaEu não defendi nada nem ninguém, tu é que atacaste um povo inteiro (árabes) por causa de uma sua minoria muito insignificante em número (radicais islâmicos) e agora já estás a generalizar esse ataque a todos os muçulmanos.
Há países muçulmanos onde as mulheres têm praticamente os mesmos direitos dos homens e onde uns e outros podem viver como lhes apetecer, é só quereres ver que vês logo.
Passares a ideia de que é na etnia ou na religião que está o mal, nem é preciso dizer o que é e quão profundamente errado está.
Esse apoio passivo na Indonésia não é tão passivo assim. O Método Jakarta é um livro chocante que relata muito bem o que se viveu nessa altura.não é preciso ser tankie nem anti-EUA para ver o óbvio, são factos.
aliás, os próprios americanos devem ser os primeiros a contestar os triliões que gastaram e milhares de mortos para o resultado ser este.
– Irão, 1953 – Derrubaram Mossadegh, impuseram Xá; décadas depois veio a Revolução Islâmica.
– Guatemala, 1954 – Derrubaram Árbenz; décadas de ditadura militar e guerra civil sangrenta.
– Chile, 1973 – Derrubaram Allende; Pinochet massacrou opositores durante 17 anos.
– Indonésia, 1965 – Apoio passivo à purga anti-comunista; 500.000–1.000.000 mortos.
– Vietname, 1960–1975 – Intervenção total; milhões mortos, derrota humilhante, guerra interminável.
– Iraque, 2003 – Derrubada de Saddam; caos, guerra civil, ISIS, desastre regional.
– Líbia, 2011 – Derrubada de Kadhafi; país em ruínas, guerra civil contínua, tráfico e terrorismo.
– Afeganistão, 2001–2021 – Derrubaram Talibãs, tentaram democracia; voltou a ser dominado pelos mesmos com mais ódio anti-EUA.
quase todas por pretextos ideológicos ou “interesse estratégico” e com resultados pior do que se tivessem deixado o país sozinho.
Mas o que é que a Sharia tem a ver com extremismo islâmico?Uma minoria muito insignificante hahahahaha
Vai lá pesquisar qual é a percentagem de muçulmanos no Reino Unido que é a favor da Sharia, por exemplo.
Realmente não vale a pena, há um certo tipo de pessoa que está apostado em negar a realidade.
Não precisamos de indústria, agricultura e pescas?Mas nós nao precisamos da apanha da fruta, nem de outros tipos de atividades rudimentares, de baixa produtividade, baixos salários, feita para esse tipo de imigrantes.
Nós precisamos de uma revolução na nossa economia, que não necessite desse tipo de imigrantes de baixa qualificação e muitas vezes de valores completamente diferentes dos nosso.
Precisamos de imigração altamente qualificada, criação de empresas de elevada produtividade, aposta na AI, indústria sofisticada com elevada produtividade.
Feitas para esses imigrantes.Não precisamos de indústria, agricultura e pescas?
Quando houver um cataclismo ou a necessidade urgente de garantirmos a nossa própria subsistência enquanto país, vamos todos viver de foguetões ou de nudes criados pelo grok.
É óbvio que precisamos desse tipo de actividades.
