Posso responder.@wolfheart quando quiseres responder...
Deve pagar o serviço mais taxa turística.
Posso responder.@wolfheart quando quiseres responder...
Estás a falhar o ponto de vista.mas porque é que uma mulher como personagem principal é automaticamente wokismo?...
personagens overpowered é a das cenas mias cliché de filmes e séries (e anime)Estás a falhar o ponto de vista.
A Princesa Leia era a líder da Aliança Rebelde, irmã de Luke e filha do Anakin.
A crítica vem de ter aparecido uma personagem a Rey em que deliberadamente atamancaram uma série de poderes fora da lógica da história para exaltar feminismo.
Sim especialmente nas conversões de banda Desenhada.personagens overpowered é a das cenas mias cliché de filmes e séries (e anime)
não sei porque é que sendo uma mulher se deve logo supor que é para exaltar feminismo...
se o John Wick fosse Joana Wick era feminismo e wokismo?
Não me preocupa nada se os grandes estúdios fazem só bons ou maus filmes. Nunca fui fão deles desde que vejo cinema. Desde que a Miramax não era um grande estúdio e apareceu a fazer melhores filmes que os grandes estúdios. Chateia-me que a qualidade global dos filmes esteja um bocado pior. Isso chateia-me. Mas atribuir culpas às intenções políticas dos estúdios é bem rebuscado. Há filmes muito maus "woke" como há filmes muito maus nada "woke", e tb há filmes bons dos dois (dois dos melhores filmes filmes dos últimos 10 anos são bastante "woke" segundo a escala de wokismo).A ideia que tenho é nos últimos dez anos, dos grandes estúdios americanos quase só saiu caca politicamente correcta. Coisinhas tão pobres e burras que uma pessoa nem precisa de as ver para saber que são uma merda, basta ver o trailer, ou mesmo o cartaz.
Convém ver os meus comentários seguintes, onde concretizo melhor o que quero dizer²mas porque é que uma mulher como personagem principal é automaticamente wokismo?...
Sim especialmente nas conversões de banda Desenhada.
Tu tens as Joanas Wick em filmes de com Olga Kuryulenko e com a Charlize Theron.
Mas uma vez estás a falhar o ponto de vista.
Estamos a falar de uma saga mais conceituada do planeta em início dos anos 80 em que havia 3 personagens principais e a mulher teve um papel decisivo no desenrolar da saga como igual aos outros 2.
Porquê subverter a história para exaltar aquilo que a própria saga já tinha tinha exemplificado: homem / mulher iguais?
eu nem sou fá de star wars, não sei bem o que se passou...Convém ver os meus comentários seguintes, onde concretizo melhor o que quero dizer²
Não percebo bem onde queres chegar. As grandes produtoras sempre levaram as tendências ao exagero. Se mudar a cor das personagens é uma trend podes ter a certeza que vão abusar. Mas isso não torna 100% dos filmes que fizeram essa mudança uma merda.Não retira como? Não há proposta artística. Nenhuma.
Mudar de branco para negro vezes sem conta não é arte. É o contrário.
É fazer da arte e do cinema em particular uma prostituta da política du Jour q pode ser q dessa forma haja produtora que pague.
Isto não é arte. É neste momento até miserável para a cultura, a história e mapeamento étnico.
É alterar a tez porque assim alguém paga para q seja feita.
O cinema é outra coisa. Não é este capitalismo na cama com a política a enviarem dejectos às centenas por semana mascarados de arte.
O capitalismo tem a politicazinha de identidade social na trela como um poodle, e a arte, a real arte vai passar muito mal.
Entre líderes políticos obscenos, empresas maiores q PIBs de países a bancarem a arte e massas a comer à colherada não vai sobrar nada.
Criar é outra coisa. Não se pode permitir q seja uma coisa doutro tempo.
Li um post teu a elogiar o Ainda aqui estou...ISSO é cinema. E até é político, verosímil, bem feito, maduro, bem escrito, é político mas não é cinema ao serviço da política, é cinema sobre política. Há uma grande diferença.
Do q estávamos a falar não é arte nenhuma.
Pá a 2ª trilogia era igual ou pior que a 3ª e não era "woke".Estás a falhar o ponto de vista.
A Princesa Leia era a líder da Aliança Rebelde, irmã de Luke e filha do Anakin.
A crítica vem de ter aparecido uma personagem a Rey em que deliberadamente atamancaram uma série de poderes fora da lógica da história para exaltar feminismo.
Daí o colega estar a dizer que as coisas não são feitas naturalmente mas sim para apaziguar uma opinião pública e ficar bem na foto.
A saga já tinha a mulher empoderada que liderava o lado do bem, com o kicker de ter convertido um contrabandista que tenha a bússola moral por vezes desalinhada.
Estava lá tudo e não era necessário ir para além da âmbito da histórica.
Ainda hoje a Leia é adorada por mulheres da sua geração: liderança, poder e integridade
Óbvio. Até um desgraçado tuga por aterrar em Lisboa, paga. (A taxa).Posso responder.
Deve pagar o serviço mais taxa turística.
A partir do momento em que isso em entrevistas é dito abertamente pela produção e pela protagonista.eu nem sou fá de star wars, não sei bem o que se passou...
mas a rapariga descobrir de repente que é muito poderosa e coiso interfere com a história por ser rapariga ou por ser lazy writing?
é que é um cliché tão usado que nem percebo, nesse caso, qual é a diferença entre ser rapariga ou rapaz...
Parece me que ele é de carne e osso...dizem
O Jar-jar binks é que é porreiro. E não é woke.A partir do momento em que isso em entrevistas é dito abertamente pela produção e pela protagonista.
E aqui entre nós em termos de empoderamento a personagem Leia dá 10 a zero a Rey.
Porque consegues relacionar as personagens apesar do 1o episódio terem abusado da boneca da com Jar Jar Binks e comparsas.Pá a 2ª trilogia era igual ou pior que a 3ª e não era "woke".
Jar Jar Binks era algo que a Disney faria...25 anos atrásO Jar-jar binks é que é porreiro. E não é woke.
Hoje o Matrix é tido como uma saga de direita conspiracionista.se o Matrix fosse lançada hoje em dia seria tema para 4 biliões de vídeos no youtube e nas redes sociais por ser wooooke