Tempos diferentes.
Contava-se pelos dedos das mãos os jogadores portugueses a actuar no estrangeiro. Eram tão poucos que nos inícios da Liga Record, isto já nos fins dos anos 90, podíamos escolher o joker que era um jogador a actuar no estrangeiro.
O caso do JVP ainda mais particular foi pois não só saiu para o Atlético muito novo como já era pai. E ao contrário de hoje que os agentes e DD vão buscar os jogadores à cama, nesse tempo faziam-se à estrada sozinhos como qualquer emigrante.
JVP podia ter sido muito maior do que Figo e Rui Costa. O facto de ter estado aqueles anos todos perdido no carnide no meio daquela cepalhada toda estagnou a sua carreira.