Faz-me pensar no Namaso.
Boa presença física, tecnicamente não é um cepo, esforçado, associativo: ninguém pode dizer que seja um mau jogador.
Mas falta o killer instinct de que precisa um ponta-de-lança decisivo. Mais incisivo, mais rápido, mais letal. Dizem que isso não se aprende, mas ainda é cedo para perceber o potencial do miúdo.