A troca é obrigatória. Não foi por vontade do Porto, mas sim por imperativos legais.
O Ares foi mandado embora. A época estava a correr mal, francamente mal, e foi tomada a decisão de o mandar embora. De forma cordial, obviamente. Adicionalmente, há histórias do Ares nos treinos muito estranhas. Principalmente com os jogadores mais novos, que quase sempre que o treino era de conjunto, não treinavam, o que não difere muito dos jogos, onde mesmo em jogos mais que resolvidos só jogavam 7 jogadores de pista e quando o 8º entrava era metido na frente para atrapalhar menos.