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    A questão do estacionamento é uma impossibilidade. A VCI já está sobrelotada como está, é impossível que aguente uma afluência dessas. O...
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    André Villas-Boas - Presidente
    Na NOW, com o Pedro Sousa, o Catarro e o próprio Marco Pina, está a ser completamente branqueado um dos pontos mais graves do comunicado: o facto de a própria existência da Comissão Não Permanente de Arbitragem ser desconhecida do público.

    Os próprios comentadores, com exceção óbvia do Marco Pina, admitem que não sabiam que essa comissão existia, mas o tema é imediatamente ultrapassado, sem qualquer aprofundamento sobre porque é que isso acontece e porque é que isso é grave.

    Isto não é um detalhe secundário; é parte central do problema. Se fosse do conhecimento geral que certos comentadores de arbitragem integram formalmente uma comissão da FPF, as suas análises televisivas deixariam de ser encaradas como independentes ou meramente técnicas.

    O que hoje se apresenta como opinião desinteressada é, na realidade, opinião institucionalizada, com influência interna e amplificação mediática. A falta de transparência não protege a arbitragem, protege a narrativa.

    Enquanto essa ligação não for clara para o público, continua-se a legitimar um discurso que aparenta neutralidade, mas não a tem. E é precisamente por isso que este ponto é ignorado: discutir lances é fácil; discutir quem define critérios e depois os comenta em horário nobre é muito mais incómodo.
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    André Villas-Boas - Presidente
    Quando confrontado com o comunicado que coloca em causa a sua idoneidade, o Pina respondeu através de negação explícita acompanhada de uma expressividade emocional positiva incongruente, com um sorriso excessivamente amplo e um tom excessivamente afável. Simultaneamente, observa-se um aumento da vigilância social, manifestado numa atenção acrescida às reações e opiniões dos restantes membros do painel, principalmente do Pedro Sousa. Este comportamento pode ser interpretado como uma forma de gestão defensiva da impressão, na qual a exibição de tranquilidade e cordialidade funciona como um mecanismo compensatório perante a ameaça à autoimagem.

    Parece como em Breaking Bad, quando o Walter White adota frequentemente uma postura exageradamente calma e cordial quando confrontado com suspeitas, utilizando uma afabilidade forçada como estratégia de controlo narrativo. Ou no The Wolf of Wall Street, o Jordan Belfort responde a acusações implícitas com carisma excessivo e humor performativo, procurando neutralizar a tensão e manter a adesão social. Em ambos os casos, a expressividade positiva não sinaliza segurança interna, mas sim um esforço acrescido de regulação da perceção externa.

    Assim, o sorriso ampliado do Pina, a hipercorreção comportamental e a atenção intensificada ao feedback social não devem ser interpretados como indicadores de tranquilidade genuína, mas como sinais de ansiedade encoberta e de tentativa ativa de preservação da identidade social face a uma ameaça reputacional.
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    André Villas-Boas - Presidente
    Fizemos um excelente comunicado, onde toca em todos pontos desta organização, mas pouco vai valer. Veremos.
    Mesmo que não produza efeitos imediatos, o comunicado é importante porque fixa posição, cria registo e expõe padrões. Não é só sobre mudar decisões já amanhã, é sobre documentar incoerências, responsabilidades e conflitos para que não possam ser negados mais tarde.

    Estes comunicados raramente “resolvem” algo no curto prazo, mas contribuem para moldar a perceção pública, pressionar institucionalmente e deixar claro que o clube não normaliza o que considera errado. Às vezes o impacto não é visível agora pois é cumulativo, político e histórico.
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    André Villas-Boas - Presidente
    Pontos centrais do comunicado:
    1. Perda grave de confiança na arbitragem
      O FC Porto considera que decisões recentes, recorrentes e incompreensíveis estão a comprometer a verdade desportiva e a credibilidade das competições, agravando a desconfiança de clubes, instituições e adeptos.
    2. Fracasso das promessas de reforma na arbitragem
      A prometida renovação após as eleições da FPF não se concretizou. Pelo contrário, a arbitragem é apontada como o principal fator de instabilidade do futebol português nesta época.
    3. Responsabilização direta da liderança federativa
      O clube exige uma intervenção urgente do Presidente da FPF, Pedro Proença, e questiona a adequação das escolhas para liderar a arbitragem, nomeadamente Luciano Gonçalves (Conselho de Arbitragem) e Duarte Gomes (Diretor Técnico Nacional).
    4. Críticas ao modelo operativo do Conselho de Arbitragem
      Aponta-se uma liderança bicéfala disfuncional, comunicação deficiente, incoerência nos critérios de decisão, validação repetida de erros claros e falta de transparência no sistema de avaliações e nomeações dos árbitros, com especial destaque para o VAR.
    5. Falta de transparência e riscos de conflito de interesses
      O FC Porto questiona a composição da Comissão Não Permanente de Arbitragem, destacando a presença de vários comentadores de arbitragem ligados aos media e apenas um representante dos clubes, levantando dúvidas sobre imparcialidade, credibilidade e reserva institucional.
    6. Crítica às “bodycams” como falsa transparência
      As bodycams são vistas como mera cosmética televisiva, sem impacto real na justiça das decisões, desviando o foco de problemas estruturais mais relevantes.
    7. Exigência de tecnologia e transparência reais
      O clube defende a uniformização do VAR em todos os estádios, a implementação da tecnologia de linha de golo, do fora de jogo semiautomático e a divulgação imediata dos áudios do VAR — medidas há muito defendidas, mas sem resposta eficaz da FPF e da Liga.
    8. Apelo final à integridade competitiva
      O FC Porto sublinha que a credibilidade do futebol português exige que os resultados sejam decididos apenas dentro de campo e que situações polémicas como as ocorridas recentemente não se repitam.
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    André Villas-Boas - Presidente
    19 de Dezembro de 2025 15:13

    Em causa o profundo agravamento da perda de confiança no setor da arbitragem

    Após mais uma semana marcada por polémica e por decisões incompreensíveis, que comprometem a verdade desportiva das competições e contribuem para o aumento da perda de confiança das instituições, dos clubes e dos adeptos no setor da arbitragem, o FC Porto deixa as seguintes reflexões:

    1. As últimas eleições para a Federação Portuguesa de Futebol foram acompanhadas pela promessa de uma renovação evolutiva na área da arbitragem, nomeadamente ao nível das linhas programáticas e das respetivas reformas. O balanço deste quase primeiro ano de mandato dos órgãos federativos da arbitragem é dececionante, sendo hoje este setor o principal responsável pela instabilidade vivida no futebol português e aquele que, de forma repetida e continuada, tem sido fonte de perturbação do normal desenrolar da presente época desportiva.

    2. Exige-se ao Senhor Presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Pedro Proença, até pelo seu reconhecido passado como árbitro de primeira linha, uma ponderação profunda e a adoção de medidas urgentes sobre o funcionamento da arbitragem em Portugal, bem como sobre o desempenho de várias das suas escolhas para liderar este setor, nomeadamente o Senhor Presidente do Conselho de Arbitragem, Luciano Gonçalves, e o Diretor Técnico Nacional de Arbitragem, Duarte Gomes.

    3. Ao longo dos últimos meses, o FC Porto teve o cuidado, por diversas vias, de expor ao Senhor Presidente da Federação Portuguesa de Futebol e ao Senhor Presidente do Conselho de Arbitragem as suas preocupações crescentes quanto ao modelo operativo seguido pelo atual Conselho de Arbitragem, cuja liderança bicéfala em nada tem contribuído para o funcionamento sereno do setor da arbitragem. A política de comunicação desastrosa seguida pelo atual Conselho de Arbitragem, a falta de consistência gritante nos critérios de avaliação de lances semelhantes, a insistência na validação de erros evidentes e um modelo de atribuição de notas cuja relação com critérios de mérito e cujo impacto nas nomeações subsequentes não se encontram devidamente esclarecidos são, na opinião do FC Porto, suscetíveis de semear dúvidas, discórdia e instabilidade técnica junto das equipas de arbitragem, com especial enfoque na videoarbitragem, cujos critérios de análise e tomada de decisão permanecem pouco claros e têm provocado prejuízo dentro dos campos, semana após semana. O resultado é um sistema errático, pouco transparente e profundamente desestabilizador para quem, semanalmente, tem a responsabilidade de tomar decisões dentro das quatro linhas.

    4. Ainda a propósito da política de comunicação do Conselho de Arbitragem, o FC Porto interpelou recentemente o Senhor Presidente da Federação Portuguesa de Futebol e o Senhor Presidente do Conselho de Arbitragem sobre a composição da atual Comissão Não Permanente de Arbitragem da instituição, liderada pelo Diretor Técnico Nacional, Duarte Gomes. Em particular, foram solicitados esclarecimentos quanto às razões pelas quais integram essa comissão vários comentadores de arbitragem ligados a órgãos de comunicação social e apenas um representante dos clubes do futebol profissional, bem como quanto a dúvidas relacionadas com a natureza do vínculo dessas pessoas à Federação Portuguesa de Futebol. Desde logo, coloca-se a questão de saber se o exercício contínuo de comentário sobre arbitragem em órgãos de comunicação social, aliado ao exercício de funções técnicas ou consultivas na esfera da arbitragem da FPF, se coaduna com princípios de credibilidade, objetividade e reserva que decorrem da regulamentação aplicável. No entendimento do FC Porto, a posição de influência que esses membros aparentam ter no seio das comissões, aliada ao eco público das suas opiniões e à sua associação direta à Federação Portuguesa de Futebol, expõe as equipas de arbitragem em futuras tomadas de decisão e na uniformização dos seus critérios, sendo suscetível de continuar a degradar a perceção pública de imparcialidade do sistema e a integridade das competições. Integram essa Comissão Não Permanente de Arbitragem os senhores Marco Pina, Pedro Henriques, Jorge Faustino, Carlos Carvalho e Patrícia Silva Lopes, do Sporting Clube de Portugal.

    5. Na última semana, muito se falou sobre novos passos de “transparência” na arbitragem, a propósito das inovadoras “bodycams”. Apesar de, como foi visível ontem, os benefícios se resumirem a cosmética televisiva - mostrando um árbitro 12 minutos parado no centro do campo à espera de uma decisão do VAR -, talvez fosse mais apropriado, em nome da tão propalada transparência, resolver definitivamente questões determinantes para o futebol português, como a uniformização da tecnologia VAR em todos os estádios portugueses, a implementação da tecnologia de linha de golo e do fora de jogo semiautomático, bem como a disponibilização imediata dos áudios do VAR. O FC Porto está, há mais de um ano, a defender esta uniformização e este investimento e não encontrou, nem na Federação Portuguesa de Futebol nem na Liga Portugal, a dinâmica necessária para a rápida e urgente implementação destas tecnologias.

    É determinante, para a credibilidade do futebol português, que esta época seja decidida exclusivamente pelos protagonistas dentro do campo, sendo imperativo que situações como a que se viveu ontem nos Açores não se voltem a repetir nos relvados portugueses.

    A Direção do FC Porto
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    André Villas-Boas - Presidente
    "Quem é Rui Caeiro!
    A Federação Portuguesa de Futebol anunciou que Rui Caeiro é o novo responsável máximo pela arbitragem, substituindo Pedro Proença nesse pelouro.
    A decisão foi tomada em reunião da direção da FPF, que aprovou também outras mudanças estruturais. Rui Caeiro, ex-diretor executivo da Liga Portugal e atual representante da FPF na direção da Liga, acumulará ainda os dossiês do Mundial 2030 e da relação com a LPFP. Rui Caeiro não é um nome neutro.
    Foi membro do Conselho Diretivo do Sporting durante o mandato de Bruno de Carvalho e um dos últimos a sair da estrutura leonina.
    Em 2017, foi mesmo distinguido com o Prémio Stromp na categoria de dirigente do ano, uma homenagem feita por sportinguistas a sportinguistas. É este o homem que, a partir de hoje, passa a comandar o setor da arbitragem na FPF.
    Rui Caeiro pode ter currículo e experiência. Mas tem também um passado vincadamente ligado a um clube que tem beneficiado sistematicamente de decisões que levantam dúvidas. E agora, passa a estar à frente do sector mais sensível do futebol português. A nomeação é legal. Mas não é inocente.
    A FPF pode continuar a ignorar os sinais, mas o padrão é demasiado claro para ser coincidência.
    Cada vez são mais visíveis e que não podem ser desmentidos do esquema montado de proteção e ajuda aos SCP
    O que mais me impressiona é a falta de vergonha do clube que foi resgatado da cova em que andou enterrado á custa dum programa baseado em corrupção e tráfico de influência."
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    Rodrigo Mora
    Tão longe vão os tempos dos dramas no fórum, na rádio e na televisão, quando o Mora começava jogos no banco. O tempo, como é óbvio, acabou por dar razão aos menos dramáticos.

    Nota-se o crescimento do Mora a vários níveis, ganhando cada vez mais um perfil que lhe permitirá ser útil de mais formas à equipa, sendo que a consequência natural, a médio prazo, será ganhar muito mercado, à medida que se percebe que pode vir a ter espaço num maior número de equipas de topo.
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    Francisco Moura
    Magoou-se sozinho. Fico sempre à espera do pior. Espero que não se confirme.
    • Triste
    Reações: dragonfever
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    Taça de Portugal Generali Tranquilidade 25/26; 1/8 Final: FC Porto vs FC Famalicão 4-1
    Só vi os 2 últimos golos, para mim fizemos um grande jogo.

    Agora é f#der os lampiões.
    É em casa ou fora?
    Dragão.


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    Taça de Portugal Generali Tranquilidade 25/26; 1/8 Final: FC Porto vs FC Famalicão 4-1
    O rescaldo a SportTv resumido:

    “O Porto ganhou mas..”

    “Teve o controlo na primeira parte mas..”

    “Criou várias oportunidades mas..”

    “Conseguiu dilatar a vantagem no final mas..”

    Estamos em crise e ninguém me avisou.
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    #Futebol Francesco Farioli - Treinador
    Fazer descer o 6, para meio dos centrais é incompreensível!

    Qual a necessidade disso. Até porque ficamos em inferioridade no meio campo.
    Foi quando o Famalicão passou a jogar com dois PL. Encaixamos melhor.

    A verdade é que ganhamos o “mini jogo” até jogámos assim e voltamos a ganhar outro “mini jogo” a jogar assim.


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  • Hangyodon
    Taça de Portugal Generali Tranquilidade 25/26; 1/8 Final: FC Porto vs FC Famalicão 4-1
    Podemos ganhar bem e podemos perder bem mas parece-me que caso o jogo esteja equilibrado a arbitragem vai pender para o nosso lado. Não se podem perder as audiências de um FCP x 5LB.


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    [emoji1787][emoji1787][emoji1787]

    Enfim.

    Que palhaçada. Penalty óbvio na assinalado. Vermelho claro não mostrado. Árbitro assistente a encher para cima do Jan. Árbitro frustrado a acabar o jogo aos 90+5 depois daquela confusão toda para não haver mais golos.

    O Farioli disse tudo.

    Juntos contra todos.
    Juntos contra todos.
    Juntos contra todos!!!


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  • Hangyodon
    Taça de Portugal Generali Tranquilidade 25/26; 1/8 Final: FC Porto vs FC Famalicão 4-1
    Podemos ganhar bem e podemos perder bem mas parece-me que caso o jogo esteja equilibrado a arbitragem vai pender para o nosso lado. Não se podem perder as audiências de um FCP x 5LB.


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    #Futebol Francesco Farioli - Treinador
    Vídeo publicado ontem:


    Torna-se evidente a importância de um PL com capacidade para dar apoio à saída de bola na primeira fase de construção. A presença de um avançado capaz de oferecer linha de passe entre centrais ou sobre o meio-campo adversário altera profundamente a dinâmica coletiva, porque as vantagens procuradas ao atrair o bloco adversário na fase inicial — muitas vezes mal compreendida e assobiada nas bancadas — só são maximizadas se esse PL conseguir receber sob pressão e, de forma criteriosa, dar continuidade à jogada.

    Essa continuidade passa, idealmente, por apoios frontais ou tabelas ao primeiro toque, ligando com os médios ou com o interior/extremo que ataca o espaço nas costas da pressão. Só assim a equipa consegue transformar a atração inicial em progressão limpa, acelerar a circulação e chegar à fase seguinte com superioridade posicional ou numérica.