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    Taça de Portugal Generali Tranquilidade; 1/2Final (2ª mão): FC Porto vs Sporting CP 0-0
    Nunca tinha pensado nisso mas tem que se ir buscar exemplos um bocado lá atrás.
    E os que me vêm logo á memória são aqueles dois jogos contra os rabolhos na semana de Natal. O primeiro curiosamente para a Taça.
    Estive lá e o estádio parecia ter vida própria foi lindo, ambiente impressionante. Foi uma noite á Dragão, os lampiões ficaram todos cagados. Aos 30s 1-0, aos 6min 2-0, á meia hora já ia nos 3-0 e podias ter ido para o intervalo a dar cinco. Claro que o verissimo tinha que expulsar alguem para tentar uma gestão de danos. Ainda assim na segunda parte um taremi em greve de golos manda uma ao poste com a baliza aberta e até o Zaidu podia ter feito um. Sufoco absoluto.
    No segundo jogo fomos favoritos á mesma mas sentia que o pessoal tava meio reticente por causa do covid do Diaz e pq o jj tinha bazado. 3-1 foi lisonjeiro, o Otavinho ainda se dá ao luxo de esbanjar uma nos descontos. Acabamos a dar olés aquela corja.
    Mas portanto para concluir se esses não são OS últimos são DOS últimos, em que confirmamos de forma enfática o nosso favoritismo.
    Lembro-me sempre do FCP x 5LB de 2007/08 em que os íamos massacrar, com o campeonato já ganho, campeonato esse que ganhamos por 20 pontos e em que eles ficaram em 4º, atrás do Vitória.
    Acabou 2-0 e foi um jogo normal com as dificuldades normais de um clássico. Nada de especial.
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    #Futebol Francesco Farioli - Treinador
    Percebo que as substituições possam ter sido condicionadas pela possibilidade de prolongamento, onde poderíamos chegar com a equipa completamente desequilibrada e com jogadores fora de posição.

    Mas ontem, à medida que o fim do jogo se aproximava, não era momento para fazer as trocas previsíveis e óbvias. Era noite para arriscar, mesmo que isso criasse alguns problemas pela falta de rotinas, era preciso tentar encravar o processo defensivo do Sporting com peças fora do lugar.

    Ontem era para “inventar”, com fundamentos simples mas para tentar algo diferente. Gabri com Mora, dois extremos na mesma ala, dois pontas de lança, qualquer coisa. Não podemos permitir que a nossa previsibilidade jogue contra nós, e ontem, jogou.
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    Taça de Portugal Generali Tranquilidade; 1/2Final (2ª mão): FC Porto vs Sporting CP 0-0
    Ainda ontem, mesmo antes do jogo começar, dizia a um amigo meu que não me lembro da última vez em que o favoritismo sentido antes de um jogo foi claramente demonstrado em campo. A incapacidade de nos superiorizarmos de forma concludente, com números reais, golos e um domínio transversal do jogo, mais do que um problema desta equipa, tem sido um problema recorrente nos últimos anos. Há exceções, claro, mas a norma tem sido esta: quando existe uma superioridade real, raramente ela é devidamente concretizada. Ontem foi mais do mesmo.

    Ao longo desta temporada já vimos isso várias vezes, nesses “set points” que constantemente falhamos: 5LB em casa para a Liga, os dois jogos em casa frente ao Sporting, o 1-1 com o Nottingham Forest, ou até o jogo na Luz depois do 2-0 com o Sporting a ter empatado em Braga. Nestes momentos decisivos, temos demonstrado dificuldades claras em encostar verdadeiramente os adversários às cordas, em deixá-los a tremer, conscientes de que o golo é apenas uma questão de minutos.

    Mesmo com a ideia de que devíamos ter feito mais, não consigo desligar tudo isto do nosso contexto, de onde estávamos no ano passado e de como hoje ainda temos características que nos limitam. Seja por ser o primeiro ano de um novo treinador e de um novo plantel, seja por termos um ataque ainda pouco experiente a este nível, ou até pelas lesões do Samu e do Luuk, há muitos fatores a considerar. Sendo realista, e o próprio Farioli já o referiu várias vezes esta época sendo que ontem voltou a dizê-lo com todas as letras: “O que me foi pedido no início do ano foi que diminuísse as distâncias competitivas para com os rivais.”, é preciso que tentemos ser objectivos e que nos consigamos focar no essencial. Com isso em mente, torna-se difícil, ao analisar esta temporada de forma mais global, de não sentir orgulho no que foi feito, assim como confiança no que ainda podemos vir a fazer, tanto no que resta desta época como nos próximos anos.

    Parece-me claro que aquilo que estamos a fazer este ano, tendo em conta de onde partimos, seria perfeitamente aceitável se só acontecesse daqui a 2 ou 3 temporadas: liderar a liga nesta fase, sermos competitivos na Europa frente a equipas alemãs e inglesas e sermos eliminados apenas por um golo, eliminar um rival da Taça e cair frente ao outro, novamente pela margem mínima, além de já termos uma ideia consolidada e uma equipa claramente identificada com o que significa vestir esta camisola. Há muito trabalho pela frente, mas também já muito foi feito, com muito mérito da parte de todos, da direção aos jogadores, passando pela equipa técnica e por toda a estrutura de apoio.

    Apesar de tudo isto, o jogo de ontem custou a engolir, e hoje as coisas não estão muito melhores. Por tudo o que significava, desde logo uma Taça em que eliminaríamos os dois principais rivais, quase que garantíamos mais dois trofeús, e ganhávamos o direito de começar a nova temporada mais tranquilamente, sem clássico, e, acima de tudo, de terminar esta temporada em festa no Jamor. Mas a melhor forma de deixar isso para trás é já no domingo, depois no sábado seguinte, e assim sucessivamente. Se conseguirmos conquistar o título e, depois da final da Taça para isso ficar definitivamente para trás, será mais fácil olhar para esta temporada como ela realmente merece ser vista. Reerguemo-nos e, mesmo sem sabermos exatamente o que o futuro nos reserva, não podemos deixar de sentir confiança de que quem nos lidera, tanto no campo como no camarote presidencial, sabe o que faz, identificou as lacunas que ainda demonstramos e vai fazer tudo para que, no próximo ano, as coisas corram ainda melhor.

    Acho que é isso que retiro da noite de ontem, e do que temos feito esta temporada. Tem sido bom, mas conseguimos melhor.
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    Taça de Portugal Generali Tranquilidade; 1/2Final (2ª mão): FC Porto vs Sporting CP 0-0
    A bolha diz que o tasqueiro vai poupar.

    Pote começa no banco, entra Debast e Bragança também pode ser titular.
    Poupar ou gerir a condição física dos mais desgastados? Faz sentido o Pote não ser titular. Se está mal fisicamente, o que claramente está, ao menos que entre quando os adversários também já não estejam a 100%. O Bragança ganha lugar no onze por aí. Ou ele ou o Luís Guilherme, caso o Rui Borges se sinta mais audacioso. O Debast entrou muito bem no domingo mas também é uma opção mais ofensiva do que o Diomande.
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    És tu que vais casar? Tão caga no casamento.
    Se fosse eu não marcava a cerimónia para esta fase do campeonato porque o Farioli tinha de ser o meu padrinho e o Froholdt o menino das alianças e não iam poder estar em dois sítios ao mesmo tempo.
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    Clube dos calimeros
    O mais sensato seria mesmo deixar de permitir recargas. Defender um penalty já é a dificuldade que é, ainda permitir recarga, na minha opinião, é injusto.
    Aliás, essa norma deveria ter entrado em vigor no passado dia 9 de fevereiro. Só porque sim.
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    #Futebol Francesco Farioli - Treinador
    Nem mais. Mas claro que se uma oportunidade chegar é muito dificil dizer que não.

    Mas também acredito mesmo que o Farioli gosta e quer estar. Ele até agora nunca teve mais de 1 ano nos clubes. De certeza que queria estar num projeto mais tempo e onde se sentisse desejado. A ligação com toda gente foi rápida e nota-se que tem uma ligação com o Presidente fantástica.

    Tenho a certeza que o Presidente o queira manter aqui , pelo menos, até ao fim do seu primeiro mandato. E acho que isso vai acontecer. A não ser que o Porto faça algo estratosférico para o ano na champions, acredito que o Farioli pode cumprir o seu contrato.
    Acho que esse sentimento será praticamente unânime dentro do próprio plantel. Todos sentem que aqui encontram excelentes condições para a sua evolução e que, mantendo esta trajetória ascendente, com o palco da Champions, as perspetivas futuras só podem sair reforçadas.

    Conseguir um mercado semelhante ao do verão de 2003 deveria ser o objetivo. Nesse ano perdemos basicamente apenas o Postiga e o Capucho e, com o valor dessas duas vendas, conseguimos não só colmatar lacunas no plantel como elevar a equipa para um patamar superior pois manteve-se o treinador e uma base de jogadores que já se conheciam muito bem, o que foi decisivo para consolidar o crescimento da equipa. É esse tipo de estabilidade, aliada a reforços cirúrgicos, que devia servir de referência agora.
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    Terem Moffi
    Não jogou no domingo para jogar de hoje de início ou não jogou no domingo para estar melhor quando sair do banco?
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    Clube dos calimeros
    Eu vou contra a corrente, e acho que o penalty devia ser repetido. - ainda bem que não foi).
    A lei diz se o jogador que invadir a area jogar a bola ou.... Sendo ou basta acontecer um.
    Os jogadores dos sapos ficaram parados e se os jogadores dos orcs arrancassem após o penalty ser batido iam chegar primeiro. Mas numa situação normal em que os defesas avançam antes e is avançados cumprem as regras is defesas vão chegar sempre a bola primeiro e tirar vantagem.
    Como disse nada chateado com isto e até dá mais gozo.
    Também acho que deveria ser repetido. Se a indicação que dão aos árbitros vai no sentido contrário é um completo absurdo. Dizer que se tem de aceitar a invasão da área antes do penalty marcado só porque, depois, o jogador que invade a área e que corta a bola não disputa a bola com ninguém é ridículo pois ele não disputa a bola com ninguém exactamente porque invade a área antes do tempo.

    Ou os árbitros podem começar a dar amarelos aos defesas que invadem a área quando não há golo e aos avançados quando há, ou então cortem o mal pela raiz e deixem de permitir recargas, quer por parte do marcador quer por parte de quem quer que seja.
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    Olha que não, eu estive na final da Taça feminina no ano passado e a final do campeonato foi nesse dia.
    Houve muitos lampiões a sair do estádio antes do jogo acabar porque houve prolongamento.
    Aliás, o campeonato decidiu-se nesse dia.
    Vamos ver.

    O ano passado o título foi decidido na última jornada, por isso é que os jogos decisivos tiveram de ser todos no domingo, à mesma hora. As excepções foram o Famalicão x Casa Pia e o Rio Ave x Gil Vicente que se jogaram no sábado pois não tinham influência nenhuma nas posições finais, no que diz respeito a título, qualificação para as competições europeias ou descida. Este ano é possível que o nosso jogo com o Santa Clara já não conte para nada. E havendo a possibilidade de o antecipar é certo que o irão fazer pois isso significa mais slots de transmissão diferentes, mais slots publicitários, mais audiências, mais dinheiro a rodar.

    Para mim pessoalmente seria terrível pois dia 16 tenho um casamento e não vou poder ir ao estádio para a festa. Vou estar a torcer que o Santa Clara perca os jogos todos até lá.

    O AVB deve querer que o jogo seja antecipado para poder estar no Dragão dia 16 e no Jamor dia 17, mas estou curioso para saber o que fará caso não se concretize. Provavelmente irá ao Jamor (16h) e vem directo para o Porto onde, com sorte, consegue chegar antes do final do jogo (20h).
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    Taça de Portugal Generali Tranquilidade; 1/2Final (2ª mão): FC Porto vs Sporting CP 0-0
    Parece-me que se logo à noite correr bem vamos, como com o 5LB, voltar a ter GNR no final do jogo.

    Que assim seja.
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    #Futebol Francesco Farioli - Treinador
    Não fazia ideia que o downfall no Ajax foi tão tardio. Foi exatamente no momento em que estamos agora.

    7 pontos de vantagem à 30 jornada, mais 2 do que nós este ano. Se nós estamos confiantes que seremos, imaginem aquela gente.

    Nem quero imaginar como vai a cabeça do nosso Mister neste momento.
    O ano passado o Ajax perdeu 10 pontos nas últimas 5 jornadas.
    7 nas últimas 4.
    3 desses últimos 4 jogos foram em casa.

    Nós jogamos fora contra o 15º (Estrela), em casa com o 11º (Alverca), fora com o 18º (Aves) e em casa com o 13º (Santa Clara), enquando que o Ajax jogou em casa contra o 12º (Sparta Roterdão), em casa contra o 8º (NEC), fora contra o 13º (Groningen) e em casa contra o 6º Twente (única vitória).
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    #Futebol Francesco Farioli - Treinador
    Desde a lesão do Samu, e com o Luuk também de fora, o Farioli demorou alguns jogos, mas penso que conseguiu resolver de forma inteligente o problema de ficar sem os dois principais pontas de lança disponíveis.

    Era sempre complicado colocar no Gül e no Moffi toda a responsabilidade de substituir o peso ofensivo do Samu, obrigando-os a chegar aos mesmos números dele. Em vez disso, a solução passou por repartir essa produção ofensiva, indo buscar os golos que inevitavelmente iriam faltar através de uma maior presença dos médios interiores, como Gabri, Froholdt, Mora e Fofana, em zonas mais adiantadas. Não foi por acaso que os números deles subiram desde a lesão do Samu, a 9 de fevereiro.

    Claro que isto também não pode ser dissociado da contratação do Fofana, que permitiu uma melhor gestão do meio campo e garantiu ter constantemente um número 8 em melhores condições físicas. Da mesma forma, a chegada do Oskar trouxe um novo foco de destabilização para as defesas adversárias, criando mais espaço e mais soluções para os restantes jogadores.

    De qualquer forma, é interessante notar que, quando perdemos o Samu, passámos primeiro por um período de menor fulgor ofensivo: duas vitórias por 1-0, fora com o Nacional e em casa com o Rio Ave, e outra por 3-1 frente ao Arouca, resolvida já perto do fim. A isso seguiu se a derrota por 1-0 em Alvalade, onde, apesar do resultado, já mostramos sinais de melhoria, algo que depois se confirmou nas semanas seguintes com os jogos na Luz, a eliminatória com o Estugarda, o Moreirense e a deslocação a Braga. Desde esse jogo em Alvalade, tivemos o Gabri com dois golos, o Mora com um, o Fofana com dois e o Froholdt com quatro. A isso podemos ainda juntar o Oskar com dois golos, o William com quatro e o Pepê com um.

    Ou seja, a lesão do Samu acabou por ser compensada, acima de tudo, pelos ajustes do Farioli e pela capacidade de quase todos os jogadores ofensivos que não são pontas de lança de responderem positivamente e subirem de patamar nos seus contributos ofensivos.
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    Taça de Portugal Generali Tranquilidade; 1/2Final (2ª mão): FC Porto vs Sporting CP 0-0
    Se amanhã conseguirmos sair por cima, acredito que eles começam a vir por ali abaixo.
    Só não digo que acabam em terceiro porque o 5LB tem um calendário complicado: deslocações a Famalicão e ao Estoril, além da receção ao Braga, sendo que o Braga vai à Luz depois da segunda mão das meias-finais da Liga Europa, na Alemanha, e é provavel que, pelo menos fisicamente, estejam limitados.
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    Bilheteira - Preços, locais de compra, bilhetes online, etc
    Eu prefiro nem comentar muito. Vou só dizer que é triste.
    Triste? Vamos com calma.

    Não é o cenário ideal, mas há várias razões perfeitamente válidas para que as pessoas tentem sair o mais depressa possível, e a principal são os horários. Estando na Liga Europa, há muitos jogos à segunda-feira ou ao domingo à noite, ambos complicados quando quero levar os meus miúdos, já que têm escola no dia seguinte. Nos dias em que consigo levá-los, o compromisso passa por sair mal o jogo acaba, para que possam descansar o máximo possível, sabendo que, inevitavelmente, já se vão deitar mais tarde do que o habitual.

    Se quero levá-los ao maior número de jogos possível, para que a ida ao estádio se torne algo natural, para que sintam o jogo ao vivo, criem uma maior ligação com os jogadores e tenham a oportunidade de apoiar a equipa presencialmente, sentindo-se ainda mais parte das vitórias e dos títulos, então o preço a pagar é sair assim que o jogo termina. A alternativa seria simplesmente não irem e isso, sinceramente, é um absurdo.