Economia Nacional

Manageiro de futból

Tribuna Presidencial
25 Julho 2007
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Uma coligação pre eleitoral não acontecerá mesmo com o PPC. Seria nocivo eleitoralmente para ambos e eles sabem. E se o PPC voltar irá comer muitos votos ao Chega ao ponto de não estar a ver o Chega a ficar em primeiro. Improvável em todos os sentidos.
Já tenho um bocado de dúvidas nesse ponto. O Ventura pode ser uma coisa tipo Trump, que começa por uma brincadeira, ninguém dava nada por ele e de repente já é ele que manda na agenda e domina os assuntos da actualidade. O Passos Coelho, ao passar tanto tempo longe da vida política, arrisca-se a perder o gravitas.

Por outro lado, não esperava ver o Ventura ao lado do Passos Coelho em modo rapazinho envergonhado como na última aparição pública dos dois. Não sei que cocktail de drogas tomou nesse dia mas nem parecia ele, ali, encolhido, sem saber o que dizer, a querer agradar ao patrono careco.
 
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DeZ

Tribuna Presidencial
9 Março 2012
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  • Artur Jorge
  • Jorge Costa
  • Fernando "Bibota" Gomes
  • Alfredo Quintana
Essa malta é conhecida por ter empresas manhosas com sede na própria casa e por ter contactos priveligiados com empresas que depois têm negócios com o Estado.. é tudo muito complexo.

E como já falaram em construtores e manhosos, devem ser aqueles que fornecem 200/300 mil aéreos em betão...de graça...cenas muito estranhas.

Enfim, mantenham-se vigilantes e focados no essencial e não nos deixemos distrair com coisas acessórias.
Sempre que mandas bocas sobre corrupção eu leio atentamente, na esperança de que incluas o teu partido, mas nunca acontece. :(
 
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5 Janeiro 2026
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Há um paradoxo que não pára de me surpreender.

A mensagem do Papa com ênfase no respeito pelos mais frágeis, pelos refugiados, contra a guerra, pelo diálogo inter-religioso, e no geral, pelos Direitos Humanos.

Por outro, quem mais se diz cristão, mais evoca a religião em público, mais a instrumentaliza na política, vai contra tudo o que o Papa apregoa.
 

radiohead

Bancada central
9 Julho 2025
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Uma coligação pre eleitoral não acontecerá mesmo com o PPC. Seria nocivo eleitoralmente para ambos e eles sabem. E se o PPC voltar irá comer muitos votos ao Chega ao ponto de não estar a ver o Chega a ficar em primeiro. Improvável em todos os sentidos.
Discordo.

O Chega tem um eleitorado forte nos pensionistas, que provavelmente foi conquistado ao PS e ao PCP (numa escala menor).

Essa gente não pode ver o PPC à frente.

Quanto ao outro pilar do Chega - o eleitorado jovem -, esse nem sequer estava vivo no tempo do PPC, ou então eram demasiado novos para se recordarem.
 
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Cheue

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12 Maio 2016
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Há um paradoxo que não pára de me surpreender.

A mensagem do Papa com ênfase no respeito pelos mais frágeis, pelos refugiados, contra a guerra, pelo diálogo inter-religioso, e no geral, pelos Direitos Humanos.

Por outro, quem mais se diz cristão, mais evoca a religião em público, mais a instrumentaliza na política, vai contra tudo o que o Papa apregoa.
o pessoal religioso é sempre muito selectivo, é só escolher o que dá jeito.

agora, em pleno sec 21, diz-se que o Papa é demasiado woke......o......Papa, fds.
a pessoa que costumava ser o símbolo mundial do conservadorismo para muitas pessoas é demasiado woke.
 
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radiohead

Bancada central
9 Julho 2025
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Já tenho um bocado de dúvidas nesse ponto. O Ventura pode ser uma coisa tipo Trump, que começa por uma brincadeira, ninguém dava nada por ele e de repente já é ele que manda na agenda e domina os assuntos da actualidade. O Passos Coelho, ao passar tanto tempo longe da vida política, arrisca-se a perder o gravitas.

Por outro lado, não esperava ver o Ventura ao lado do Passos Coelho em modo rapazinho envergonhado como na última aparição pública dos dois. Não sei que cocktail de drogas tomou nesse dia mas nem parecia ele, ali, encolhido, sem saber o que dizer, a querer agradar ao patrono careco.
Ventura quando os líderes dos outros partidos o atacam: "É o maior sem noção do país, um corrupto, um cobarde, um frouxo, etc."

Ventura quando o Passos o ataca:

"Se calhar o doutor Pedro Passos Coelho não concorda, como eu, que é preciso ter reformas numa idade mais baixa, que é preciso aumentar os dias de férias. São divergências que temos, mas não mudam o essencial. No essencial, num país reformista, num país que precisa de mudanças, estamos de acordo, noutras coisas, não estamos de acordo"
 

sirmister

Tribuna Presidencial
21 Março 2008
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  • Março/22
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o pessoal religioso é sempre muito selectivo, é só escolher o que dá jeito.

agora, em pleno sec 21, diz-se que o Papa é demasiado woke......o......Papa, fds.
a pessoa que costumava ser o símbolo mundial do conservadorismo para muitas pessoas é demasiado woke.
Também não e quem não e da religião que vai ditar as regras como as pessoas vem a sua religião...

E estás a falar de uma bolha, vais a uma igreja e perguntas a alguém se acha que o papa e woke...
 

Cheue

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Também não e quem não e da religião que vai ditar as regras como as pessoas vem a sua religião...
durante séculos foi isso que aconteceu.

inventaram e alteraram a "história" a seu belo prazer.
até inventaram 3 reis magos e um de cada cor para ser bem representativo...
 

tocoolant

Bancada central
7 Abril 2016
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Discordo.

O Chega tem um eleitorado forte nos pensionistas, que provavelmente foi conquistado ao PS e ao PCP (numa escala menor).

Essa gente não pode ver o PPC à frente.

Quanto ao outro pilar do Chega - o eleitorado jovem -, esse nem sequer estava vivo no tempo do PPC, ou então eram demasiado novos para se recordarem.
É um ângulo de visão interessante. Mas mesmo assim não estou a ver o PSD a ser engolido pelo Chega com tanta facilidade.

Toma nota que a crise do PS é a crise da esquerda como um todo. Não uma ameaça interna de deixar de ser o partido de esquerda by default. O Chega ultrapassar o PSD teria contornos para o PSD diferentes daqueles que tem para o PS. Se se der o caso do PSD ficar atrás do Chega acredita que no segundo a seguir a isso acontecer o Ventura vai suavizar as suas posições em quase tudo para dar a estocada final. Eu acho sinceramente que o PSD tem instintos de sobrevivência e raízes mais profundas. O eleitorado de direita dificilmente deixará isso acontecer.

E eu sou de esquerda. Imagina.
 
5 Janeiro 2026
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O RSI são duzentos e tal euros. Não é um valor digno sequer, na minha opinião. A solução está na fiscalização e não no "castigo" de pessoas em situação de enorme vulnerabilidade.

Limpar a praia e a mata? Por duzentos e tal euros? Quanto custaria ao estado a sub-contratação de uma empresa para o efeito? Se querem triar os "malandros", arranjem empregos e salários dignos às pessoas.

Quem ouvir alguns a falar, parece que as migalhas do RSI dão para viver, andar de Ferrari e ir de férias para Miami. Este país está cada vez mais desumano e alegremente ignorante.

Se Portugal fosse um animal seria o cão naqueles momentos em que anda atrás da própria cauda.
Duzentos e tal euros deveria receber esta incompetente. Pimenta no cu dos outros é refresco.

 

sirmister

Tribuna Presidencial
21 Março 2008
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  • Março/22
  • Abril/19
Uma coligação pre eleitoral não acontecerá mesmo com o PPC. Seria nocivo eleitoralmente para ambos e eles sabem. E se o PPC voltar irá comer muitos votos ao Chega ao ponto de não estar a ver o Chega a ficar em primeiro. Improvável em todos os sentidos.
O PPC é o novo Don Sebastião, já desde que saiu que se fala no seu regresso, ele vai fazer 62 anos no mês que vem..
 

liebe_fcp

Lugar Anual
16 Junho 2017
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Depende.
Mais do que esquerda ou direita a questão aqui é de humanismo.

"Porque tive fome e destes-me de comer; tive sede e destes-me de beber; era estrangeiro e acolhestes-me; estava nu e vestistes-me; adoeci e visitastes-me; estive na prisão e fostes ter comigo." não é propriamente uma mensagem política.

Quando pago os meus impostos e contribuições para a Segurança Social, não me importo que uma parte desse dinheiro seja canalizada para apoiar os mais desprotegidos através do Estado Social. Prefiro isso a comprar quilos de arroz no supermercado ao preço de venda ao público, aumentando o lucro das grandes empresas de distribuição, para depois os colocar numa caixa que ficará armazenada até ser entregue como ato de caridade. Um por cento do orçamento da segurança social é gasto na RSI. É essa a contribuição de cada um de nós. Num salário bruto de 2000 euros, corresponde a 2 euros por mês.

O RSI garante o mínimo indispensável para que essas pessoas possam sobreviver. Dá para comida e pouco mais. A vida de quem depende deste apoio não é glamorosa, não é confortável e está longe de qualquer ideia de privilégio. Pessoalmente, preferia cortar os pulsos a passar a vida inteira na esplanada dependente de um apoio mínimo para sobreviver.

Basta olhar para muitos bairros mais carenciados para perceber isso. Uma parte significativa destas pessoas acaba por morrer relativamente cedo, depois de décadas marcadas por má alimentação, habitação degradada e estilos de vida pouco saudáveis. Há muito pouca gente acima dos 60 anos. Tiras-lhe os 150 paus por mês e a situação ainda vai piorar.

O RSI existe para evitar que estas pessoas caiam na indigência absoluta. Haverá abusos? Claro que sim. Mas se, em cerca de 15 anos, o número de beneficiários passou de cerca de 500 mil para 170 mil, isso sugere que os mecanismos de controlo estão a funcionar e os abusos não estarão propriamente a aumentar. E, sinceramente, não me parece que a pobreza tenha diminuído na mesma proporção.

Outra questão é o tipo de apoio social que deve acompanhar estas prestações. Acompanhamento de proximidade, formação, integração profissional e percursos de recuperação. Idealmente, todos devemos poder contribuir de alguma forma para a sociedade, e o objetivo deve ser sempre a autonomia das pessoas, não a dependência permanente. E fiscalização, claro, estamos todos de acordo nesse ponto.

Claro que isto tem uma dimensão algo utópica e muitos caem na indigência completa. Mas também é utópico acreditar que o problema se resolve apenas obrigando as pessoas a trabalhar ou assumindo que lhes falta um simples "abrir de olhos" e tirando-lhes o dinheiro eles vão acordar para a vida. Não vão. Vai ser a mesma merda de quem nasceu na pobreza endémica, exclusão e falta de oportunidades, carregando esse peso desde o berço até à idade adulta e que vai continuar na mesma, porque não foram educados nem tiveram formação para estudar, arranjar um emprego, gerir um orçamento, progredir na vida passo a passo. O RSI serve para ajudar literalmente os excluídos do sistema.

Se reparares bem, toda a gente concorda com praticamente tudo o que dizes.
O que alguns pedem, é que haja um controlo para evitar os ditos abusos. As medidas propostas podem ser uma ajuda nesse sentido. Não irá certamente resolver tudo, mas dará uma ajuda, é a minha convicção.
O que se dá pode ser pouco, mas é o suficiente para me fazer mal ao fígado, sentir que há xicos espertos que escolhem não trabalhar e o meu dinheiro sirva para lhe agradecer a opção.

Vou-te dar um exemplo de alguém que, infelizmente, até é meu familiar. Tem quase 50 anos neste momento. Não sei nada dele há uns bons 10 anos porque, para minha sanidade mental, cortei relações pela raíz.
- em média trabalha mês sim, mês não. Já deve ter experimentado uns 20 trabalhos diferentes, mas é corrido de todos. Não raras vezes, ele próprio deixa de aparecer porque sim.
- a primeira coisa que faz, assim que lhe pagam o ordenado, é comprar um telemóvel. Vende-o passadas 2 ou 3 semanas por 1/3 do valor, repetindo o processo na maioria dos ordenados.
- em tempos, soube por terceiros que andou largos dias a comer pão e beber água, nada mais. Mas nunca deixou de fumar.
- já correu N casas arrendadas, acaba sempre com ordem de despejo por falta de pagamento.
- não deve haver um vizinho nas redondezas da casa onde cresceu a quem não deva dinheiro. Casa essa onde ele podia ainda hoje viver tranquilamente, mas escolheu esgotar todas as hipóteses que lhe foram dadas, até chegar ao ponto de toda a gente lhe virar a cara.
- até onde sei nunca teve problemas com drogas e / ou álcool. Nem uma merda de uma triste justificação tem.
- tem uma irmã que teve a mesma educação, mesmos valores, que é uma das melhores pessoas que já conheci, constituiu família e está bem.

Este caso que eu conheço bem de perto, não é único. Não faltam casos idênticos pelo país fora. Mais dia menos dia o destino é ser sem abrigo, acabar a vida como um miserável. Se me perguntares se tenho pena, se sinto alguma empatia? Zero. Estimo mais é que se foda. Não quero nem 1cent dos meus impostos dirigidos a este tipo de gente.