Economia Nacional

Dagerman

Tribuna Presidencial
1 Abril 2015
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Eu até concordaria com a componente social da máquina, faria todo o sentido, mas nunca num país onde existe uma enorme falta de mão de obra...
Existe uma grande falta de mão de obra, mas os 170 000 beneficiários do RSI nunca poderiam cobrir esse défice, até porque a maioria deles são crianças, doentes ou idosos. Acredito que lá pelo meio deve haver uns bons milhares de calaceiros, de oportunistas e de burlões, mas isso há em todo o lado, e até envolvendo rendimentos muito superiores a duzentos euros por mês.
A culpa da falta de mão de obra é da geração X, que não cumpriu a sua obrigação de ter pelo menos dois filhos, e duma economia que nunca conseguiu ser suficientemente produtiva para pagar salários (e pensões) de nível suíço, razão pela qual os jovens portugueses ambiciosos vão trabalhar para fora.
 
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luchogonzalez27

Bancada central
31 Julho 2025
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Existe uma grande falta de mão de obra, mas os 170 000 beneficiários do RSI nunca poderiam cobrir esse défice, até porque a maioria deles são crianças, doentes ou idosos. Acredito que lá pelo meio deve haver uns bons milhares de calaceiros, de oportunistas e de burlões, mas isso há em todo o lado, e até envolvendo rendimentos muito superiores a duzentos euros por mês.
A culpa da falta de mão de obra é da geração X, que não cumpriu a sua obrigação de ter pelo menos dois filhos, e duma economia que nunca conseguiu ser suficientemente produtiva para pagar salários (e pensões) de nível suíço, razão pela qual os jovens portugueses ambiciosos vão trabalhar para fora.
Existem uns bons milhares deles, que estão bem saudáveis para trabalhar, muitos deles é só olhar para as esplanadas dos cafes e la estao eles. Todos os dias, as mesmas caras.

Outros, sao idosos e crianças, que mereciam até mais ajuda.
 
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Dagerman

Tribuna Presidencial
1 Abril 2015
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Existem uns bons milhares deles, que estão bem saudáveis para trabalhar, muitos deles é só olhar para as esplanadas dos cafes e la estao eles. Todos os dias, as mesmas caras.

Outros, sao idosos e crianças, que mereciam até mais ajuda.
Ladrões e oportunistas existem em todas as sociedades, é triste mas c'est la vie.
Mas a mim preocupam-me muito mais os grandes ladrões do que os pilha-galinhas do RSI.

Além de que os 350M de euros gastos com RSI significa um custo de 30-40 euros anuais por contribuinte. O que não é muito se graças ao RSI houver menos pedintes, assaltos, etc. Lembro-me do tempo em que era impossível estacionar no Porto sem teres um arrumador pronto a cravar-te um euro. Chatos do crl, eu pagava bem 40 euros ano para não ter de os aturar. Mas aquilo era uma espécie de RSI, só que pago directamente ao beneficiário, sem intermediação do estado.
 

Edgar Siska

Por Ti JC2#
9 Julho 2016
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Ao pé da praia
  • Alfredo Quintana
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Deves estar confuso, não faço puto de ideia do que estás para aí a falar.

A primeira vez que me lembro de ler sobre benefícios ao regime por parte do poder político, em democracia leia-se, foi no tempo da Ferreirinha... não da grande senhora do Douro do séc. passado, mas da grande vaca, quando liderava o pepedê.

Mas não seja por isso, se perdoou perdoou mal, embora gostasse de saber, direitinho e não diz que disse, do que é que estás a falar.
Não só perdoou como estava lá sempre batidinho ao beija mão no estádio da Luz e era signatário das candidaturas do Vigareira.

Deixa lá que sejam do "pepedê ou do paiesse" nenhum tem as mãozinhas limpas.
Ambos já tiveram personagens que gostaram de se prostituir ao serviço dessa agremiação corrupta.
 
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Manageiro de futból

Tribuna Presidencial
25 Julho 2007
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Não vejo qualquer problema na proposta, só peca por tardia.
Isso eu já tinha percebido.
Estava a responder era ao teu remark que eles não iam trabalhar em escolas, lares e creches porque há muito mato por limpar. Ora a proposta do governo menciona escolas e creches e eu não quero um gajo qualquer preguiçoso. que passa o dia na esplanada a beber paralelos, a tomar conta dos meus filhos e curtia perceber os critérios que definem que função podem ter estas pessoas (que, como toda a gente sabe, são pobres porque querem e são a escumalha da sociedade).
 
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Edgar Siska

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Parece uma história de empresário do Vale do Ave dos anos 90, mas continua a acontecer. Aqui em Espinho conheço um gajo que, de repente, começou a estar metido em tudo o que era construção e a prosperar rapidamente ao ponto de ter grande casa com ginásio e piscina, alto lambo, enfim, as cenas habituais de new money.

Hoje soube que fechou a empresa sem qualquer tipo de aviso e deixou o pessoal sem salário porque “não tinha dinheiro para lhes pagar”. Ainda por cima, há cerca de um ano, andou a fazer-se à minha namorada e a mandar mensagens e o crl. Essa merda é que não lhe perdoo.

Mijarei na sua campa de novo rico falido.
O problema é que muitas vezes não está falido. Desviou foi bem, e vai encetar manobra de reiniciar outra atividade se tem de pagar a esses desgraçados.
 

Edgar Siska

Por Ti JC2#
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Isso eu já tinha percebido.
Estava a responder era ao teu remark que eles não iam trabalhar em escolas, lares e creches porque há muito mato por limpar. Ora a proposta do governo menciona escolas e creches e eu não quero um gajo qualquer preguiçoso. que passa o dia na esplanada a beber paralelos, a tomar conta dos meus filhos e curtia perceber os critérios que definem que função podem ter estas pessoas (que, como toda a gente sabe, são pobres porque querem e são a escumalha da sociedade).
E o colega já referiu a auto concorrência paralela com empregos não remunerados?

A Câmara municipal já não contrata o jardineiro para cortar as sebes, manda um desempregado que era empregado fabril numa fábrica de cartolinas, não dá emprego nem ao jardineiro nem ao ex-empregado fabril, não paga ordenado, não garante direitos, apenas vai aproveitar ali a borla do ex-gajo das cartolinas (que nunca pegou numa tesoura de poda mas tem 15 anos de experiência a lidar com maquinaria pesada).

E assim se prejudicaram 2 pessoas de uma cajadada.
Quem arquitetou isto tem uma falta de noção gritante.
 

Raba

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13 Junho 2013
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Também conheço esses empreiteiros "decentes e honestos". Conheço mesmo. A honestidade deles normalmente tem é um problema: Querem pagar ao dia, sem contratos, sem subsídio de alimentação, sem seguros, sem 13° e 14° mês. A famosa expressão "sem direitos". Quem aceita isto?

Normalmente imigrantes. Mas isso acarreta outro problema: são contra os imigrantes. Porra.
Há de tudo, como em todas as áreas de negócio.
Eu estou no ramo, tenho algum conhecimento de situações que já aconteceram comigo...
Já me aconteceu mais vezes do que os dedos que tenho nas mãos: eu arranjo malta para trabalhar, levo-os um dia a ver o tipo de trabalho específico que fazemos, eles dizem que estão interessados e querem trabalhar e eu passo a semana seguinte a colocá-los na SS, no Seguro, a fazer contratos, a agendar Fichas Médicas.
Ao fim do 1º dia de trabalho dizem-me que já não voltam, que é trabalho duro e que não é para eles.
E isto já me aconteceu com cidadãos estrangeiros (não vou dizer imigrantes porque era gente dos PALOP's e até pode ter nascido cá, embora tivessem documentação estrangeira) e com portugueses.

Nós cá na empresa temos um grande rigor financeiro, não há cá pagamentos por debaixo da mesa. Mas obviamente há imensas empresas que o fazem, declaram o salário mínimo e depois pagam ao dia.

Percebo os teus argumentos e nem vou tentar refutar. Há efetivamente muita gente pouco séria. Mas também há muita gente que não quer trabalhar ou que acha que merece um trabalho melhor. Toda a gente quer ser doutor, só que hoje em dia um gajo que seja um bom pedreiro, canalizador, eletrecista, etc, pode ganhar muito mais do que muita malta licenciada...
 

Manageiro de futból

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25 Julho 2007
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E o colega já referiu a auto concorrência paralela com empregos não remunerados?

A Câmara municipal já não contrata o jardineiro para cortar as sebes, manda um desempregado que era empregado fabril numa fábrica de cartolinas, não dá emprego nem ao jardineiro nem ao ex-empregado fabril, não paga ordenado, não garante direitos, apenas vai aproveitar ali a borla do ex-gajo das cartolinas (que nunca pegou numa tesoura de poda mas tem 15 anos de experiência a lidar com maquinaria pesada).

E assim se prejudicaram 2 pessoas de uma cajadada.
Quem arquitetou isto tem uma falta de noção gritante.
Sim, referi isso de passagem.

“para além disso, se as câmaras e as juntas e as ipss podem ter trabalho grátis porquê é que vão contratar pessoas com salários e direitos? Não precisam. O pessoal do rendimento mínimo pode fazer pequenos biscates, não é preciso contratar ninguém. Basta arranjar dois ou três que já cobrem o horário semanal de alguém a tempo inteiro.”

em vez de contratar alguém, arranjam dois tipos do RSI a trabalhar as mesmas 40 horas por semana , a receber dois euros à hora. E se não gostas, é melhor estares calado ou cortam-te o subsídio. Top.
 
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liebe_fcp

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Existe uma grande falta de mão de obra, mas os 170 000 beneficiários do RSI nunca poderiam cobrir esse défice, até porque a maioria deles são crianças, doentes ou idosos. Acredito que lá pelo meio deve haver uns bons milhares de calaceiros, de oportunistas e de burlões, mas isso há em todo o lado, e até envolvendo rendimentos muito superiores a duzentos euros por mês.
A culpa da falta de mão de obra é da geração X, que não cumpriu a sua obrigação de ter pelo menos dois filhos, e duma economia que nunca conseguiu ser suficientemente produtiva para pagar salários (e pensões) de nível suíço, razão pela qual os jovens portugueses ambiciosos vão trabalhar para fora.
O que dizes é verdade, longe vai o tempo em que os casais tinham pelo menos 2 filhos.
Mas por cada malandro que recebe 200€, acabam por ser 400€ de despesa - recebe e não contribui. Por pouco que fosse, podia ser canalizado para quem realmente precisa.
 

liebe_fcp

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Isso eu já tinha percebido.
Estava a responder era ao teu remark que eles não iam trabalhar em escolas, lares e creches porque há muito mato por limpar. Ora a proposta do governo menciona escolas e creches e eu não quero um gajo qualquer preguiçoso. que passa o dia na esplanada a beber paralelos, a tomar conta dos meus filhos e curtia perceber os critérios que definem que função podem ter estas pessoas (que, como toda a gente sabe, são pobres porque querem e são a escumalha da sociedade).
Um malandro não é necessariamente um perigo para sociedade, não é por ser um peso morto que vai tratar mal uma criança ou um idoso. No sentido oposto, não é por ter um salário que uma pessoa fica automaticamente livre de maus instintos, infelizmente não faltam casos pelo mundo fora. Olha o escândalo dos padres por exemplo.

E sim, uma boa parte destas pessoas são a escumalha da sociedade. Assim como o são os grandes criminosos de gravata que aparecem nas TVs. Uma coisa não invalida a outra.
 
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liebe_fcp

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Há de tudo, como em todas as áreas de negócio.
Eu estou no ramo, tenho algum conhecimento de situações que já aconteceram comigo...
Já me aconteceu mais vezes do que os dedos que tenho nas mãos: eu arranjo malta para trabalhar, levo-os um dia a ver o tipo de trabalho específico que fazemos, eles dizem que estão interessados e querem trabalhar e eu passo a semana seguinte a colocá-los na SS, no Seguro, a fazer contratos, a agendar Fichas Médicas.
Ao fim do 1º dia de trabalho dizem-me que já não voltam, que é trabalho duro e que não é para eles.
E isto já me aconteceu com cidadãos estrangeiros (não vou dizer imigrantes porque era gente dos PALOP's e até pode ter nascido cá, embora tivessem documentação estrangeira) e com portugueses.

Nós cá na empresa temos um grande rigor financeiro, não há cá pagamentos por debaixo da mesa. Mas obviamente há imensas empresas que o fazem, declaram o salário mínimo e depois pagam ao dia.

Percebo os teus argumentos e nem vou tentar refutar. Há efetivamente muita gente pouco séria. Mas também há muita gente que não quer trabalhar ou que acha que merece um trabalho melhor. Toda a gente quer ser doutor, só que hoje em dia um gajo que seja um bom pedreiro, canalizador, eletrecista, etc, pode ganhar muito mais do que muita malta licenciada...
Exatamente, descreves o que realmente existe hoje em dia. Subscrevo tudo o que escreves.

A conclusão é muito simples: há muito trabalho, não há muito quem queira trabalhar. Tão básico quanto isto.
 

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Sim, referi isso de passagem.

“para além disso, se as câmaras e as juntas e as ipss podem ter trabalho grátis porquê é que vão contratar pessoas com salários e direitos? Não precisam. O pessoal do rendimento mínimo pode fazer pequenos biscates, não é preciso contratar ninguém. Basta arranjar dois ou três que já cobrem o horário semanal de alguém a tempo inteiro.”

em vez de contratar alguém, arranjam dois tipos do RSI a trabalhar as mesmas 40 horas por semana , a receber dois euros à hora. E se não gostas, é melhor estares calado ou cortam-te o subsídio. Top.
O que descreves é pago com dinheiros públicos. Dos meus e dos teus impostos.
Se essas pessoas são válidas para fazer esses trabalhos, é porque também podem ter um emprego normal e descontar como a restante sociedade.
Há muito emprego à espera de fazer match com alguém.

Se lhes dás o peixe, alguns jamais vão tentar pescar. Não sou eu que pesco todos os dias que sou obrigado a ficar mais meia hora em alto mar para juntar mais uma sardinha ao balde, para dar a quem não quer participar.
 

Manageiro de futból

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25 Julho 2007
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O que descreves é pago com dinheiros públicos. Dos meus e dos teus impostos.
Se essas pessoas são válidas para fazer esses trabalhos, é porque também podem ter um emprego normal e descontar como a restante sociedade.
Há muito emprego à espera de fazer match com alguém.

Se lhes dás o peixe, alguns jamais vão tentar pescar. Não sou eu que pesco todos os dias que sou obrigado a ficar mais meia hora em alto mar para juntar mais uma sardinha ao balde, para dar a quem não quer participar.
Se são pessoas válidas e se são necessários que os contratem. Deem-lhes um contrato de trabalho, subsidio de férias, descontos, seguro de acidentes de trabalho. Não troquem subsidios por trabalho.
 
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16 Junho 2017
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Se são pessoas válidas e se são necessários que os contratem. Deem-lhes um contrato de trabalho, subsidio de férias, descontos, seguro de acidentes de trabalho. Não troquem subsidios por trabalho.
Eles não querem. Não falta trabalho à disposição, mas cansa e suja as mãos.
É uma forma de os fazer acordar para a vida, não há dinheiro grátis para quem pode (e deve) ser útil.
Se deixam de receber, por pouco que seja, vão ter de se mexer. Simples.
 

Panda Azul e Branco

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14 Janeiro 2025
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O que descreves é pago com dinheiros públicos. Dos meus e dos teus impostos.
Se essas pessoas são válidas para fazer esses trabalhos, é porque também podem ter um emprego normal e descontar como a restante sociedade.
Há muito emprego à espera de fazer match com alguém.

Se lhes dás o peixe, alguns jamais vão tentar pescar. Não sou eu que pesco todos os dias que sou obrigado a ficar mais meia hora em alto mar para juntar mais uma sardinha ao balde, para dar a quem não quer participar.
O problema é a perversão da intenção inicial, transformando a boa intenção inicial numa má prática, coisa em que a espécie humana é useira e vezeira.
Pôr quem recebe o RSI "a fazer qualquer coisinha", depois vira forma de exploração que substitui o trabalho devidamente remunerado, e os empregadores públicos e sociais esfregam as mãos de contentes por gastarem muito menos dinheiro.
Pensa o empregador: "Se posso ter o trabalho feito pagando uma mijeta a estes inúteis, para que é que hei-de estar a pagar salários normais a trabalhadores normais gastando muito mais dinheiro?"
 

liebe_fcp

Lugar Anual
16 Junho 2017
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O problema é a perversão da intenção inicial, transformando a boa intenção inicial numa má prática, coisa em que a espécie humana é useira e vezeira.
Pôr quem recebe o RSI "a fazer qualquer coisinha", depois vira forma de exploração que substitui o trabalho devidamente remunerado, e os empregadores públicos e sociais esfregam as mãos de contentes por gastarem muito menos dinheiro.
Pensa o empregador: "Se posso ter o trabalho feito pagando uma mijeta a estes inúteis, para que é que hei-de estar a pagar salários normais a trabalhadores normais gastando muito mais dinheiro?"
Então e ficas chateado por alguém poupar dinheiro público? Que se vire a caça contra o caçador e obrigarem esses inúteis a trabalhar?

Hoje não tem trabalho com salário normal quem não pode ou não quer.
 

Panda Azul e Branco

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Então e ficas chateado por alguém poupar dinheiro público? Que se vire a caça contra o caçador e obrigarem esses inúteis a trabalhar?

Hoje não tem trabalho com salário normal quem não pode ou não quer.
As entidades públicas devem preocupar-se em dar emprego justo e não em substituírem emprego justamente pago por exploração paga com migalhas.
Para isso já existem muitos privados, que até recorrem não poucas vezes a escravatura laboral.
 
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