Claro , não entendo a revolta aqui.Não digo ignorar, mas diria dar o valor que as coisas têm e ver por aquilo que são.
Se não contiver nada para além disto e deste tom, é uma conversa "à Daniel Oliveira" do o que dizem os teus olhos.
Claro , não entendo a revolta aqui.Não digo ignorar, mas diria dar o valor que as coisas têm e ver por aquilo que são.
Se não contiver nada para além disto e deste tom, é uma conversa "à Daniel Oliveira" do o que dizem os teus olhos.
Não tem a ver esses acontecimentos com o valorizar PdC, tem a ver com uma relação desde muito jovem com PdC que o levou a uma proximidade com ele.Não vi ninguém a usar isso para o atacar.
Quem o fizesse seria um doente e, francamente, merecia ser banido deste fórum.
Mas, como é óbvio, deixou marcas na personalidade dele, e explica também o porquê de valorizar tanto o PDC.
As pessoas, infelizmente, têm memória curta.Não fala desde que mandou uma indirecta, via Chagas Freitas, aquando da nossa derrota vergonhosa contra as galinhas.
Não podes esperar que as pessoas sejam simpáticas quando ele não procedeu bem diversas vezes.
Mais uma vez, repudio os insultos ao Sérgio e acho que, neste tópico, se fala demais do passado.
No entanto, hoje foi ele que deu razões para as pessoas falarem dele.
Seria tudo mais simples se o Sérgio reconhecesse os seus erros ao invés de insistir que tem razão quanto aos mesmos.
Pode fazer o que ele quiser, não é isso que está em causa.Mas nao pode dar entrevistas agora?
A prova de que isto está tudo a ser exagerado é que a entrevista ainda nem saiu e já estava a ser chamado de filho da puta pra baixo.
Não há trends.Boas, pessoal. Podem-me só orientar aqui? A trend agora é defender o SC e não criticar, é isso?
Não duvido que marca alguém. Eu perdi o meu pai quando tinha 42 e marcou-me, mas não é desculpa para tudo.Isso é uma coisa que não podemos julgar, ele seria muito apegado aos mesmos.
São experiências e forma de viver que cabem a cada um, como vêm e vivem as suas perdas, ai de nós temos diteito para julgar isso.
Tenho uma amiga que perdeu a mãe aos 21 e ainda hoje é uma coisa que a abala muito. É uma míuda completamente normal, uma querida mesmo, e uma pequena dragona, mas volta e meia aquilo bate-lhe, é a forma dela de viver essa perda.
e eu não sou ninguém para a julgar por isso, mesmo se eu for diferente a viver isso.
São experiências muito pessoais.
A maior parte da personalidade tens sim.E tu achas que tens a personalidade formada aos 16?
Da maneira que dizes isso parece que não é nada demais perder AMBOS os pais aos 16![]()
Os SD como coletivo acho que por serem algo impessoal são fáceis de perdoar, porque as cúpulas e o "pobão" dos SD acabam por ser coisas diferentes por confusão de vontades pessoais e vontades coletivas.E acho engraçado que os que insultam este homem tenham conseguido perdoar os SD tão rapidamente, quando fizeram bem pior. Mas pronto, foram apenas o macaco e a macaca, não é?
Sou uma pessoa estabilíssima e garanto-te que aos 16 anos não tinha personalidade formada nenuuma, nem a maior parte das pessoas a tem.A maior parte da personalidade tens sim.
Eu não acho que justifique alguma acção mais errada que tenha.Não duvido que marca alguém. Eu perdi o meu pai quando tinha 42 e marcou-me, mas não é desculpa para tudo.
Dizer que cresceu sem pais é errado, tinha 16 anos.
Crescer sem pais é ser criança e não ter pais. O meu pai cresceu sem pais, nunca conheceu o pai (faleceu muito novo), foi criado pela avó e só conheceu a mãe quando tinha 10 anos.
Isso é crescer sem pais.
Perder um pai aos 16 e outro aos 18 não é crescer sem pais.
Não estou a menosprezar o efeito que possa ter, apenas a realçar imprecisões que são usadas para justificar tudo o que esta personagem faz.
Há coisas que vais sempre limando, mas neste caso em particular a má educação e as atitudes intempestivas parecem-me que são inerentes.Sou uma pessoa estabilíssima e garanto-te que aos 16 anos não tinha personalidade formada nenuuma, nem a maior parte das pessoas a tem.
A tua veersão mais definitiva começa mais perto dos 30 do que tu pensas. Há pessoas mais precocoes, ou que são mais imunes a introduzir novas nuances na personalidade, mas a maior parte de nós defini-se nos mid do late 20's.
Existem personalidade mais irascíveis, outras mais calmas.Há coisas que vais sempre limando, mas neste caso em particular a má educação e as atitudes intempestivas parecem-me que são inerentes.
Exacto e depois confesso que falando desta personagem posso não ser o mais imparcial, mas não suporto que faça o que fizer lá vem o argumento de que perdeu os pais.Existem personalidade mais irascíveis, outras mais calmas.
Muitas vezes aparecem em pessoas criadas com toda a pompa, e tens pessoas com vidas conturbadas com personalidades mais pacíficas.
Não se explica tudo com a forma como as pessoas são criadas, são processos internos.
E as personalidades mais irascíveis têm, obviamente, mais tendencia à quebra de regras sociais, mesmo que ocasionalmente.
Eu percebo o que dizes e percebo inteiramente quando dizes que isso não deve servir de justificação para um feitio de merda. Mas também há pessoas que perdem os pais cedo e seguem com a vida, enquanto outras colapsam totalmente e precisam de anos de terapia. Às vezes dentro da mesma família.A maior parte da personalidade tens sim.
Não estou a dizer que não é nada demais perder os pais tão cedo. Porque sim é muito cedo para perder os pais, é muito cedo para perder os pais seja quando for.
Mas não gosto que digam que ele era uma criança. Não era.
Com 16 anos já tens as ideias e o caractér muito bem moldados.
Não gosto é do uso de imprecisões, como dizer que cresceu sem pais, para justificar a má educação desta pessoa.
Ele é malcriado porque sim.
Faz merda em todo o lado onde está.
Semana sim, semana não, é notícia por armar a barraca de uma forma ou de outra.
Não há trends.
Critica-se o que for criticável.
Só acho que há é um derramar excessivo de bilís a cada canto por tudo, por nada, por meia coisa, coisa inteira.
É um exagero total.
Nem o Calabote foi tão insultado quase
Há muito sou apologista, sobretudo ainda mais agora com o retomar dos sucessos, que devemos enterrar as espadas ensanguentadas ou não, dos tempos de há 2 anos e pico.
Já tivemos o efeito desejado daí, a mudança, o caminho novo as energias renovadas, a modernização estrutural, o regresso às vitórias após um caminho difícil.
Estar sempre a revisitar os piores entimentos dessa fase convulsa nao beneficia nada o clube, as pessoas...
No fundo se por um lado se diz que o tipi vive demasiado a perda dos pais, algo compreensível, o pessoal aqui vive demais essa fase, que é algo muito mais passageiro e corriqueiro (as organizações passam por períodos de mudança difíceis, é a orgânica das mesmas).
Seguir em paz.
Isto é tudo culpa de uma silly season muito calma, o André Silva nunca mais assina porra.
E no meio disso tudo onde fica o Clube?No entanto contextualiza muitas coisas, como a ligação emocional a PdC, e onsequentemente estar sempre do lado deste etc.
Eu não vejo uma entrevista que, até prova em contrário pelo que tem transpirado, é tépida como uma declaração de guerra.A questão é, tu vês, do outro lado, vontade de enterrar as espadas ensanguentadas?
Eu não vejo.
O que eu vejo são sempre coisas ditas nas entrelinhas, a traição ao velho, a crítica fácil a tudo. O convite à família para estar no estádio, o mural, a cor da camisola, as músicas que passam antes do jogo, a camisola comemorativa do presidente, a fotografia do calcanhar do Madjer etc., etc. Tudo serve de pretexto para criticar. Caralho, até as toalhas de catering se criticou.
E o SC leva por tabela, por ser o mártir injustiçado dessa maralha toda.
Tenho a sensação que a ideia é abrir a janela de oportunidade para a seleção, a entrevista e o passado no FC Porto é o "meio" para projetar o objetivo de ter o tempo de antena para tentar dar outra "roupagem" na persona Sérgio Conceição, até para limpar alguns rótulos que justa ou injustamente foram sendo colocados pela sua forma de estar.Eu não vejo uma entrevista que, até prova em contrário pelo que tem transpirado, é tépida como uma declaração de guerra.
E aqui estou a falar especificamente deste caso.
Os Nunos e outros vão sempre estar caladinhos na hora do sucesso e fazerem bicos de pés noutras horas, mas isso é mesmo mais necessidade de afirmação e de colagem ao nome do avô. Também não são declarações de guerra, são antes barulhos de fundo do pessoal que queria ser diretor de turma e não consegue e que a turma não leva a sério.
Mas são assuntos que não se devem misturar aqui.