André Villas-Boas - Presidente

jcmp17

Não há derrotas quando é firme o passo
8 Julho 2018
51,389
80,675
Conquistas
7
  • Setembro/21
  • Alfredo Quintana
  • Reinaldo Teles
  • Campeão Nacional 19/20
Importante lembrar.

“Na Formação, o excelente trabalho que estamos a fazer não se mede apenas pelos títulos que podemos alcançar. Mede-se pelas bases que construímos para o futuro. Pelo critério. Por estarmos perto dos miúdos e do seu talento e trabalhá-lo a nível individual e coletivo. Mede-se pelo desenvolvimento técnico, mas também pessoal, sociológico e educativo. Pelo acompanhamento, pela exigência e pela forma como estamos a formar jogadores para competir e homens para representar o nosso símbolo. Por isso, seja qual for o desfecho dos jogos que se avizinham, deixo os parabéns ao José Tavares e a toda a estrutura do futebol de formação. O caminho que estamos a construir é sério. E, no FC Porto, é isso que interessa: seriedade, método e continuidade.”
Isto é muito bonito ganhar títulos na formação mas só vamos saber se o trabalho é bom ou não daqui a 3 ou 4 anos se conseguirmos estabelecer os Bernardos Lima e os Tiagos Silva desta vida como titulares da equipa A

Ficarei a aguardar
 

Barrigana

Tribuna Presidencial
3 Novembro 2014
23,140
21,130
Conquistas
3
  • Setembro/17
  • Dezembro/17
  • Fevereiro/18
A VISÃO DO PRESIDENTE
ABRIL 2026


Até ao fim. Sem distrações.

Caros Portistas,

Abril foi um mês de teste. Um mês de decisões, de pressão e de exigência máxima. Foi também
um mês que nos trouxe até à posição que hoje ocupamos. Para dar o passo final, temos de estar todos unidos. Unidos na bancada, unidos no balneário e unidos em torno do nosso símbolo. Porque, nesta fase, o campeonato não se "joga": conquista-se.
E só se conquista com foco absoluto.

Na Liga Europa fomos eliminados, sim. Mas quem viu o jogo, sabe que o grupo mostrou o que é ser Porto. Jogar com 10 durante cerca de 80 minutos e ver jogadores a dar tudo, a correr até ao limite, a sofrer e a acreditar que ainda era possível inverter uma eliminatória é a melhor prova do que esta equipa tem sido até agora. Uma equipa à Porto, que não foge ao risco, não foge à responsabilidade e não se esconde atrás de desculpas. Quem quer fazer História entra em campo com um propósito maior e, desde o início desta época desportiva, o FC Porto não tem feito outra coisa senão procurar a glória com toda a sua força.

Na "Taça Sporting", frente ao Sporting, ficámos pelo caminho. E, mais uma vez, ficou exposto aquilo que temos vindo a sentir durante toda a época: o FC Porto tem de superar não só adversários, mas também o lado imprevisível e caótico do jogo, em mais um encontro em que apetece dizer: "É raro, mas acontece muito". Por isso digo-vos com total clareza: no campeonato temos de dar tudo. No FC Porto, só celebramos quando ganhamos. Assim fomos habituados e assim fomos sempre temidos. Aqui não há euforia antes do tempo. Há exigência, há concentração, há compromisso e, só há uma certeza, se quisermos mesmo vencer, temos de fazer "das tripas coração" nestes últimos três jogos para alcançarmos o que tanto sonha-mos. Enquanto isso, a estrutura Porto e os seus funcionários trabalham arduamente para retribuir aos sócios todo o apoio que nos dão.

Na Formação, o excelente trabalho que estamos a fazer não se mede apenas pelos títulos que podemos alcançar. Mede-se pelas bases que construímos para o futuro. Pelo critério. Por estarmos perto dos miúdos e do seu talento e trabalhá-lo a nível individual e coletivo. Mede-se pelo desenvolvimento técnico, mas também pessoal, sociológico e educativo. Pelo acompanha-mento, pela exigência e pela forma como estamos a formar jogadores para competir e homens para representar o nosso símbolo. Por isso, seja qual for o desfecho dos jogos que se avizinham, deixo os parabéns ao José Tavares e a toda a estrutura do futebol de formação. O caminho que estamos a construir é sério. E, no FC Porto, é isso que inte-ressa: seriedade, método e continuidade.

Outro projeto que nos enche de orgulho e que, em dois anos, se afirmou como poucos, é o futebol feminino. A subida à Primeira Liga é um feito incrível. Um feito que honra o Clube e que mostra a força de uma ideia quando é trabalhada com ambição e competência. Mas repito: não é só a subida. E o jogo. É o desejo. É a inten-sidade. E a personalidade com que estas atletas competem e a energia que emana do treinador Daniel Chaves, das jogadoras, do Professor José Manuel e da Joana. E a forma como se apresentam em cada campo como quem sabe o que está a vestir. E é também a final da Taça, alcançada com total mérito. Estas miúdas honraram-nos como ninguém. E merecem que o FC Porto esteja com elas, com o mesmo apoio e a mesma exigência com que apoiamos todas as nossas equipas. Este projeto construiu-se de forma sólida, sustentado em pessoas de valor, com energia e com visão.

Mas o FC Porto é um Clube que não se esgota numa só modalidade, nem numa só forma de competir e vencer. É uma instituição ecletica, feita de muitas batalhas, de muitas conquistas e de uma exigência permanente que atravessa toda a sua iden-tidade. E abril voltou a mostrá-lo com toda a clareza. A conquista da Taça de Portugal de Voleibol, da Taça de Portugal de Bilhar e da Taça Nacional de Goalball, que voltou a mostrar que o FC Porto também sabe ser exemplo de inclusão, superação e orgulho competitivo. Todas estas conquistas, são mais do que títulos: são expressão viva da nossa cultura vencedora. A elas juntam-se resultados individuais muito relevantes na natação e no bilhar, que reforçam a profundidade competitiva do Clube e a qualidade de tudo o que se faz em seu nome. No FC Porto, ganhar não é apenas um objetivo.
É uma responsabilidade. E é essa responsabilidade que continuamos a honrar, em cada campo, em cada pavilhão, em cada piscina, em cada modalidade.

Agora, passemos ao que muitos gostariam que o FC Porto ignorasse.

Há quem ande a vender a ideia de que "se o VAR existisse mais cedo" teriam ganho mais títulos no seu clube de coração. É um lamento recorrente e revelador. Revelador porque, com VAR ou sem VAR, houve uma realidade que esses "lesados" tiveram de engolir: no seu tempo o FC Porto ganhou a Taça dos Campeões Europeus, ganhou a Champions League, venceu a Taça UEFA, ganhou a Liga Europa e foi vencedor da Taça Intercontinental por duas vezes! Foi campeão nacional, bicampeão, tricam-peão, tetracampeão, pentacampeão. E esse trauma, pelos vistos, não passa. Dá coceira. Incomoda. E é por isso que no Dragão assistimos a mais um episódio dessa pequenez: a escolha de uma entrada discreta, pela porta das traseiras, para evitar encarar de frente o peso da História do FC Porto. Quando a História pesa, alguns preferem não a enfrentar. Nós convivemos com ela todos os dias, porque fomos nós a construí-la com o nosso suor e a exigência que nos distingue, algo que, para esses, será sempre inalcançá-vel, com VAR ou sem VAR.

A esse desconforto junta-se o episódio do FC Porto-Sporting no andebol. E aqui deixo uma mensagem clara: o FC Porto está absolutamente tranquilo e a cooperar com a justiça. Está bem documentado sobre tudo o que aconteceu, o que foi feito e o que não foi. E os intervenientes que optaram pela injúria e pela tentativa de manchar a Instituição responderão por isso até às últimas consequências. No FC Porto, a defesa do Clube não é uma reação emocional: é uma posição firme, sustentada e documen-tada. E quem escolhe atacar a Instituição tera de pagar o preço dessas escolhas.

Tudo isto chegou ao ponto de mendigarem reuniões urgentes ao mais alto nível político. E, quando o desporto chega a este nível de degradação, convém que o país perceba a dimensão do problema ou o complexo de inferioridade de alguns. O que vimos depois foi o retrato de um tempo estranho: cartilhas lidas no papel por um Presidente, para não falhar a narrativa dos seus conse-Theiros de comunicação, e um aparelho de comunicação permanentemente mobilizado para fabricar perceções, como se o futebol fosse um estúdio e não um jogo.

E, no meio disto tudo, continuam a acumular-se factos que não podem ser varridos para baixo do tapete: a falta de isenção é clara, a ausência de contraditório é desejada e a recusa em confirmar na fonte qualquer ato mantém-se, pois o objetivo de deturpar a opinião pública é muito mais importante que o respeito por uma Instituição e as suas pessoas.

Mas este fenómeno que se tem vindo a registar esta época acontece não só com o FC Porto mas também com os árbitros que, inadvertidamente, erram contra o Sporting. Nos canais afetos ao manto verde, os árbitros são dissecados em todas as suas decisões, como se um erro fosse uma traição ao clube de Lisboa e como se a pressão pública fosse um instrumento legítimo de "correção" do jogo. Isto, sim, parece ser o novo "sistema" do futebol português: condicionar perceções, condicionar ambientes, condicionar decisões. Hoje é o episódio do penálti, amanhã é a recarga, depois é o cartão "pedagógico", a seguir é o cartão branco, e a verdade do jogo vai ficando refém do vento que sopra a cartilha para os estúdios e para as direções de determinados jornais.

A isto soma-se um sem-número de ataques pessoais e profissionais ao nosso treinador, Francesco Farioli, por diferentes opinionistas. Alguns sem carteira de jorna-lista, e sendo apenas comentadores, outros que nem respeitam a sua própria carteira e ora são jornalistas, ora são convenientemente comentadores, atacam com ódio, palavreado e insinuações que, em qualquer contexto minimamente sério, seriam inaceitáveis. Farioli trabalha, dá a cara, lidera, arrisca, assume. E, por isso mesmo, torna-se alvo. Mas deixo isto muito claro: o FC Porto protege os seus. E protege-os com firmeza, porque aqui, "no Norte", os nossos são intocáveis.

Mas foco no essencial.

O campeonato está aqui. O último passo está aqui. Tão perto e tão longe ao mesmo tempo. E a resposta tem de ser a mesma de sempre: foco, união e trabalno, Sem festa. Sem distrações. Sem ruído, mas com necessidade de toda a vossa força.

Conto convosco. Sempre.
Viva o Futebol Clube do Porto!
"No FC Porto, só celebramos quando ganhamos. Assim fomos habituados e assim fomos sempre temidos. Aqui não há euforia antes do tempo."

A mandar-me recados, Sôr Presidente?! Fico eufórico quando muito bem me apetecer, Sr. Ditador!

AVB OUT!

PS: Taça "sporting" é munta bem.
 

radiohead

Bancada central
9 Julho 2025
1,647
3,118
Grande editorial, Presidente.

Mas espero ansiosamente pelo corte de relações com o Rascord.

Tivemos o diretor deles, o Elvis atrasado mental, a chorar por causa da derrocada do seu Zbording e a sugerir que um árbitro foi corrompido, exigindo investigações.

Além disso, o Vítor Tinto, que até há pouco tempo recebia informações do nosso clube, descaiu-se e ficámos a saber que é o novo moço de recados do Rui Morgues. Com supostos portistas assim, estaríamos bem fodidos!
 

Gelsenkirchen

Tribuna Presidencial
8 Junho 2016
27,416
49,488
Conquistas
4
43
Lisboa
  • Campeão Nacional 19/20
  • Deco
  • Lucho González
  • Madjer
A VISÃO DO PRESIDENTE
ABRIL 2026


Até ao fim. Sem distrações.

Caros Portistas,

Abril foi um mês de teste. Um mês de decisões, de pressão e de exigência máxima. Foi também
um mês que nos trouxe até à posição que hoje ocupamos. Para dar o passo final, temos de estar todos unidos. Unidos na bancada, unidos no balneário e unidos em torno do nosso símbolo. Porque, nesta fase, o campeonato não se "joga": conquista-se.
E só se conquista com foco absoluto.

Na Liga Europa fomos eliminados, sim. Mas quem viu o jogo, sabe que o grupo mostrou o que é ser Porto. Jogar com 10 durante cerca de 80 minutos e ver jogadores a dar tudo, a correr até ao limite, a sofrer e a acreditar que ainda era possível inverter uma eliminatória é a melhor prova do que esta equipa tem sido até agora. Uma equipa à Porto, que não foge ao risco, não foge à responsabilidade e não se esconde atrás de desculpas. Quem quer fazer História entra em campo com um propósito maior e, desde o início desta época desportiva, o FC Porto não tem feito outra coisa senão procurar a glória com toda a sua força.

Na "Taça Sporting", frente ao Sporting, ficámos pelo caminho. E, mais uma vez, ficou exposto aquilo que temos vindo a sentir durante toda a época: o FC Porto tem de superar não só adversários, mas também o lado imprevisível e caótico do jogo, em mais um encontro em que apetece dizer: "É raro, mas acontece muito". Por isso digo-vos com total clareza: no campeonato temos de dar tudo. No FC Porto, só celebramos quando ganhamos. Assim fomos habituados e assim fomos sempre temidos. Aqui não há euforia antes do tempo. Há exigência, há concentração, há compromisso e, só há uma certeza, se quisermos mesmo vencer, temos de fazer "das tripas coração" nestes últimos três jogos para alcançarmos o que tanto sonha-mos. Enquanto isso, a estrutura Porto e os seus funcionários trabalham arduamente para retribuir aos sócios todo o apoio que nos dão.

Na Formação, o excelente trabalho que estamos a fazer não se mede apenas pelos títulos que podemos alcançar. Mede-se pelas bases que construímos para o futuro. Pelo critério. Por estarmos perto dos miúdos e do seu talento e trabalhá-lo a nível individual e coletivo. Mede-se pelo desenvolvimento técnico, mas também pessoal, sociológico e educativo. Pelo acompanha-mento, pela exigência e pela forma como estamos a formar jogadores para competir e homens para representar o nosso símbolo. Por isso, seja qual for o desfecho dos jogos que se avizinham, deixo os parabéns ao José Tavares e a toda a estrutura do futebol de formação. O caminho que estamos a construir é sério. E, no FC Porto, é isso que inte-ressa: seriedade, método e continuidade.

Outro projeto que nos enche de orgulho e que, em dois anos, se afirmou como poucos, é o futebol feminino. A subida à Primeira Liga é um feito incrível. Um feito que honra o Clube e que mostra a força de uma ideia quando é trabalhada com ambição e competência. Mas repito: não é só a subida. E o jogo. É o desejo. É a inten-sidade. E a personalidade com que estas atletas competem e a energia que emana do treinador Daniel Chaves, das jogadoras, do Professor José Manuel e da Joana. E a forma como se apresentam em cada campo como quem sabe o que está a vestir. E é também a final da Taça, alcançada com total mérito. Estas miúdas honraram-nos como ninguém. E merecem que o FC Porto esteja com elas, com o mesmo apoio e a mesma exigência com que apoiamos todas as nossas equipas. Este projeto construiu-se de forma sólida, sustentado em pessoas de valor, com energia e com visão.

Mas o FC Porto é um Clube que não se esgota numa só modalidade, nem numa só forma de competir e vencer. É uma instituição ecletica, feita de muitas batalhas, de muitas conquistas e de uma exigência permanente que atravessa toda a sua iden-tidade. E abril voltou a mostrá-lo com toda a clareza. A conquista da Taça de Portugal de Voleibol, da Taça de Portugal de Bilhar e da Taça Nacional de Goalball, que voltou a mostrar que o FC Porto também sabe ser exemplo de inclusão, superação e orgulho competitivo. Todas estas conquistas, são mais do que títulos: são expressão viva da nossa cultura vencedora. A elas juntam-se resultados individuais muito relevantes na natação e no bilhar, que reforçam a profundidade competitiva do Clube e a qualidade de tudo o que se faz em seu nome. No FC Porto, ganhar não é apenas um objetivo.
É uma responsabilidade. E é essa responsabilidade que continuamos a honrar, em cada campo, em cada pavilhão, em cada piscina, em cada modalidade.

Agora, passemos ao que muitos gostariam que o FC Porto ignorasse.

Há quem ande a vender a ideia de que "se o VAR existisse mais cedo" teriam ganho mais títulos no seu clube de coração. É um lamento recorrente e revelador. Revelador porque, com VAR ou sem VAR, houve uma realidade que esses "lesados" tiveram de engolir: no seu tempo o FC Porto ganhou a Taça dos Campeões Europeus, ganhou a Champions League, venceu a Taça UEFA, ganhou a Liga Europa e foi vencedor da Taça Intercontinental por duas vezes! Foi campeão nacional, bicampeão, tricam-peão, tetracampeão, pentacampeão. E esse trauma, pelos vistos, não passa. Dá coceira. Incomoda. E é por isso que no Dragão assistimos a mais um episódio dessa pequenez: a escolha de uma entrada discreta, pela porta das traseiras, para evitar encarar de frente o peso da História do FC Porto. Quando a História pesa, alguns preferem não a enfrentar. Nós convivemos com ela todos os dias, porque fomos nós a construí-la com o nosso suor e a exigência que nos distingue, algo que, para esses, será sempre inalcançá-vel, com VAR ou sem VAR.

A esse desconforto junta-se o episódio do FC Porto-Sporting no andebol. E aqui deixo uma mensagem clara: o FC Porto está absolutamente tranquilo e a cooperar com a justiça. Está bem documentado sobre tudo o que aconteceu, o que foi feito e o que não foi. E os intervenientes que optaram pela injúria e pela tentativa de manchar a Instituição responderão por isso até às últimas consequências. No FC Porto, a defesa do Clube não é uma reação emocional: é uma posição firme, sustentada e documen-tada. E quem escolhe atacar a Instituição tera de pagar o preço dessas escolhas.

Tudo isto chegou ao ponto de mendigarem reuniões urgentes ao mais alto nível político. E, quando o desporto chega a este nível de degradação, convém que o país perceba a dimensão do problema ou o complexo de inferioridade de alguns. O que vimos depois foi o retrato de um tempo estranho: cartilhas lidas no papel por um Presidente, para não falhar a narrativa dos seus conse-Theiros de comunicação, e um aparelho de comunicação permanentemente mobilizado para fabricar perceções, como se o futebol fosse um estúdio e não um jogo.

E, no meio disto tudo, continuam a acumular-se factos que não podem ser varridos para baixo do tapete: a falta de isenção é clara, a ausência de contraditório é desejada e a recusa em confirmar na fonte qualquer ato mantém-se, pois o objetivo de deturpar a opinião pública é muito mais importante que o respeito por uma Instituição e as suas pessoas.

Mas este fenómeno que se tem vindo a registar esta época acontece não só com o FC Porto mas também com os árbitros que, inadvertidamente, erram contra o Sporting. Nos canais afetos ao manto verde, os árbitros são dissecados em todas as suas decisões, como se um erro fosse uma traição ao clube de Lisboa e como se a pressão pública fosse um instrumento legítimo de "correção" do jogo. Isto, sim, parece ser o novo "sistema" do futebol português: condicionar perceções, condicionar ambientes, condicionar decisões. Hoje é o episódio do penálti, amanhã é a recarga, depois é o cartão "pedagógico", a seguir é o cartão branco, e a verdade do jogo vai ficando refém do vento que sopra a cartilha para os estúdios e para as direções de determinados jornais.

A isto soma-se um sem-número de ataques pessoais e profissionais ao nosso treinador, Francesco Farioli, por diferentes opinionistas. Alguns sem carteira de jorna-lista, e sendo apenas comentadores, outros que nem respeitam a sua própria carteira e ora são jornalistas, ora são convenientemente comentadores, atacam com ódio, palavreado e insinuações que, em qualquer contexto minimamente sério, seriam inaceitáveis. Farioli trabalha, dá a cara, lidera, arrisca, assume. E, por isso mesmo, torna-se alvo. Mas deixo isto muito claro: o FC Porto protege os seus. E protege-os com firmeza, porque aqui, "no Norte", os nossos são intocáveis.

Mas foco no essencial.

O campeonato está aqui. O último passo está aqui. Tão perto e tão longe ao mesmo tempo. E a resposta tem de ser a mesma de sempre: foco, união e trabalno, Sem festa. Sem distrações. Sem ruído, mas com necessidade de toda a vossa força.

Conto convosco. Sempre.
Viva o Futebol Clube do Porto!
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grandeFCP

Tribuna Presidencial
25 Maio 2014
8,571
10,474
A VISÃO DO PRESIDENTE
ABRIL 2026


Até ao fim. Sem distrações.

Caros Portistas,

Abril foi um mês de teste. Um mês de decisões, de pressão e de exigência máxima. Foi também
um mês que nos trouxe até à posição que hoje ocupamos. Para dar o passo final, temos de estar todos unidos. Unidos na bancada, unidos no balneário e unidos em torno do nosso símbolo. Porque, nesta fase, o campeonato não se "joga": conquista-se.
E só se conquista com foco absoluto.

Na Liga Europa fomos eliminados, sim. Mas quem viu o jogo, sabe que o grupo mostrou o que é ser Porto. Jogar com 10 durante cerca de 80 minutos e ver jogadores a dar tudo, a correr até ao limite, a sofrer e a acreditar que ainda era possível inverter uma eliminatória é a melhor prova do que esta equipa tem sido até agora. Uma equipa à Porto, que não foge ao risco, não foge à responsabilidade e não se esconde atrás de desculpas. Quem quer fazer História entra em campo com um propósito maior e, desde o início desta época desportiva, o FC Porto não tem feito outra coisa senão procurar a glória com toda a sua força.

Na "Taça Sporting", frente ao Sporting, ficámos pelo caminho. E, mais uma vez, ficou exposto aquilo que temos vindo a sentir durante toda a época: o FC Porto tem de superar não só adversários, mas também o lado imprevisível e caótico do jogo, em mais um encontro em que apetece dizer: "É raro, mas acontece muito". Por isso digo-vos com total clareza: no campeonato temos de dar tudo. No FC Porto, só celebramos quando ganhamos. Assim fomos habituados e assim fomos sempre temidos. Aqui não há euforia antes do tempo. Há exigência, há concentração, há compromisso e, só há uma certeza, se quisermos mesmo vencer, temos de fazer "das tripas coração" nestes últimos três jogos para alcançarmos o que tanto sonha-mos. Enquanto isso, a estrutura Porto e os seus funcionários trabalham arduamente para retribuir aos sócios todo o apoio que nos dão.

Na Formação, o excelente trabalho que estamos a fazer não se mede apenas pelos títulos que podemos alcançar. Mede-se pelas bases que construímos para o futuro. Pelo critério. Por estarmos perto dos miúdos e do seu talento e trabalhá-lo a nível individual e coletivo. Mede-se pelo desenvolvimento técnico, mas também pessoal, sociológico e educativo. Pelo acompanha-mento, pela exigência e pela forma como estamos a formar jogadores para competir e homens para representar o nosso símbolo. Por isso, seja qual for o desfecho dos jogos que se avizinham, deixo os parabéns ao José Tavares e a toda a estrutura do futebol de formação. O caminho que estamos a construir é sério. E, no FC Porto, é isso que inte-ressa: seriedade, método e continuidade.

Outro projeto que nos enche de orgulho e que, em dois anos, se afirmou como poucos, é o futebol feminino. A subida à Primeira Liga é um feito incrível. Um feito que honra o Clube e que mostra a força de uma ideia quando é trabalhada com ambição e competência. Mas repito: não é só a subida. E o jogo. É o desejo. É a inten-sidade. E a personalidade com que estas atletas competem e a energia que emana do treinador Daniel Chaves, das jogadoras, do Professor José Manuel e da Joana. E a forma como se apresentam em cada campo como quem sabe o que está a vestir. E é também a final da Taça, alcançada com total mérito. Estas miúdas honraram-nos como ninguém. E merecem que o FC Porto esteja com elas, com o mesmo apoio e a mesma exigência com que apoiamos todas as nossas equipas. Este projeto construiu-se de forma sólida, sustentado em pessoas de valor, com energia e com visão.

Mas o FC Porto é um Clube que não se esgota numa só modalidade, nem numa só forma de competir e vencer. É uma instituição ecletica, feita de muitas batalhas, de muitas conquistas e de uma exigência permanente que atravessa toda a sua iden-tidade. E abril voltou a mostrá-lo com toda a clareza. A conquista da Taça de Portugal de Voleibol, da Taça de Portugal de Bilhar e da Taça Nacional de Goalball, que voltou a mostrar que o FC Porto também sabe ser exemplo de inclusão, superação e orgulho competitivo. Todas estas conquistas, são mais do que títulos: são expressão viva da nossa cultura vencedora. A elas juntam-se resultados individuais muito relevantes na natação e no bilhar, que reforçam a profundidade competitiva do Clube e a qualidade de tudo o que se faz em seu nome. No FC Porto, ganhar não é apenas um objetivo.
É uma responsabilidade. E é essa responsabilidade que continuamos a honrar, em cada campo, em cada pavilhão, em cada piscina, em cada modalidade.

Agora, passemos ao que muitos gostariam que o FC Porto ignorasse.

Há quem ande a vender a ideia de que "se o VAR existisse mais cedo" teriam ganho mais títulos no seu clube de coração. É um lamento recorrente e revelador. Revelador porque, com VAR ou sem VAR, houve uma realidade que esses "lesados" tiveram de engolir: no seu tempo o FC Porto ganhou a Taça dos Campeões Europeus, ganhou a Champions League, venceu a Taça UEFA, ganhou a Liga Europa e foi vencedor da Taça Intercontinental por duas vezes! Foi campeão nacional, bicampeão, tricam-peão, tetracampeão, pentacampeão. E esse trauma, pelos vistos, não passa. Dá coceira. Incomoda. E é por isso que no Dragão assistimos a mais um episódio dessa pequenez: a escolha de uma entrada discreta, pela porta das traseiras, para evitar encarar de frente o peso da História do FC Porto. Quando a História pesa, alguns preferem não a enfrentar. Nós convivemos com ela todos os dias, porque fomos nós a construí-la com o nosso suor e a exigência que nos distingue, algo que, para esses, será sempre inalcançá-vel, com VAR ou sem VAR.

A esse desconforto junta-se o episódio do FC Porto-Sporting no andebol. E aqui deixo uma mensagem clara: o FC Porto está absolutamente tranquilo e a cooperar com a justiça. Está bem documentado sobre tudo o que aconteceu, o que foi feito e o que não foi. E os intervenientes que optaram pela injúria e pela tentativa de manchar a Instituição responderão por isso até às últimas consequências. No FC Porto, a defesa do Clube não é uma reação emocional: é uma posição firme, sustentada e documen-tada. E quem escolhe atacar a Instituição tera de pagar o preço dessas escolhas.

Tudo isto chegou ao ponto de mendigarem reuniões urgentes ao mais alto nível político. E, quando o desporto chega a este nível de degradação, convém que o país perceba a dimensão do problema ou o complexo de inferioridade de alguns. O que vimos depois foi o retrato de um tempo estranho: cartilhas lidas no papel por um Presidente, para não falhar a narrativa dos seus conse-Theiros de comunicação, e um aparelho de comunicação permanentemente mobilizado para fabricar perceções, como se o futebol fosse um estúdio e não um jogo.

E, no meio disto tudo, continuam a acumular-se factos que não podem ser varridos para baixo do tapete: a falta de isenção é clara, a ausência de contraditório é desejada e a recusa em confirmar na fonte qualquer ato mantém-se, pois o objetivo de deturpar a opinião pública é muito mais importante que o respeito por uma Instituição e as suas pessoas.

Mas este fenómeno que se tem vindo a registar esta época acontece não só com o FC Porto mas também com os árbitros que, inadvertidamente, erram contra o Sporting. Nos canais afetos ao manto verde, os árbitros são dissecados em todas as suas decisões, como se um erro fosse uma traição ao clube de Lisboa e como se a pressão pública fosse um instrumento legítimo de "correção" do jogo. Isto, sim, parece ser o novo "sistema" do futebol português: condicionar perceções, condicionar ambientes, condicionar decisões. Hoje é o episódio do penálti, amanhã é a recarga, depois é o cartão "pedagógico", a seguir é o cartão branco, e a verdade do jogo vai ficando refém do vento que sopra a cartilha para os estúdios e para as direções de determinados jornais.

A isto soma-se um sem-número de ataques pessoais e profissionais ao nosso treinador, Francesco Farioli, por diferentes opinionistas. Alguns sem carteira de jorna-lista, e sendo apenas comentadores, outros que nem respeitam a sua própria carteira e ora são jornalistas, ora são convenientemente comentadores, atacam com ódio, palavreado e insinuações que, em qualquer contexto minimamente sério, seriam inaceitáveis. Farioli trabalha, dá a cara, lidera, arrisca, assume. E, por isso mesmo, torna-se alvo. Mas deixo isto muito claro: o FC Porto protege os seus. E protege-os com firmeza, porque aqui, "no Norte", os nossos são intocáveis.

Mas foco no essencial.

O campeonato está aqui. O último passo está aqui. Tão perto e tão longe ao mesmo tempo. E a resposta tem de ser a mesma de sempre: foco, união e trabalno, Sem festa. Sem distrações. Sem ruído, mas com necessidade de toda a vossa força.

Conto convosco. Sempre.
Viva o Futebol Clube do Porto!
Maravilhoso.
O NGP a fazer um balanço da atualidade da vida do Clube seja a nível interno como a nível externo.
Este nível de informação para a sua massa associativa e ter a consciência da sua importância, da sua grandeza.
Obrigado Presidente.
 

Cheue

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12 Maio 2016
30,465
48,685
Conquistas
7
110
A VISÃO DO PRESIDENTE
ABRIL 2026


Até ao fim. Sem distrações.

Caros Portistas,

Abril foi um mês de teste. Um mês de decisões, de pressão e de exigência máxima. Foi também
um mês que nos trouxe até à posição que hoje ocupamos. Para dar o passo final, temos de estar todos unidos. Unidos na bancada, unidos no balneário e unidos em torno do nosso símbolo. Porque, nesta fase, o campeonato não se "joga": conquista-se.
E só se conquista com foco absoluto.

Na Liga Europa fomos eliminados, sim. Mas quem viu o jogo, sabe que o grupo mostrou o que é ser Porto. Jogar com 10 durante cerca de 80 minutos e ver jogadores a dar tudo, a correr até ao limite, a sofrer e a acreditar que ainda era possível inverter uma eliminatória é a melhor prova do que esta equipa tem sido até agora. Uma equipa à Porto, que não foge ao risco, não foge à responsabilidade e não se esconde atrás de desculpas. Quem quer fazer História entra em campo com um propósito maior e, desde o início desta época desportiva, o FC Porto não tem feito outra coisa senão procurar a glória com toda a sua força.

Na "Taça Sporting", frente ao Sporting, ficámos pelo caminho. E, mais uma vez, ficou exposto aquilo que temos vindo a sentir durante toda a época: o FC Porto tem de superar não só adversários, mas também o lado imprevisível e caótico do jogo, em mais um encontro em que apetece dizer: "É raro, mas acontece muito". Por isso digo-vos com total clareza: no campeonato temos de dar tudo. No FC Porto, só celebramos quando ganhamos. Assim fomos habituados e assim fomos sempre temidos. Aqui não há euforia antes do tempo. Há exigência, há concentração, há compromisso e, só há uma certeza, se quisermos mesmo vencer, temos de fazer "das tripas coração" nestes últimos três jogos para alcançarmos o que tanto sonha-mos. Enquanto isso, a estrutura Porto e os seus funcionários trabalham arduamente para retribuir aos sócios todo o apoio que nos dão.

Na Formação, o excelente trabalho que estamos a fazer não se mede apenas pelos títulos que podemos alcançar. Mede-se pelas bases que construímos para o futuro. Pelo critério. Por estarmos perto dos miúdos e do seu talento e trabalhá-lo a nível individual e coletivo. Mede-se pelo desenvolvimento técnico, mas também pessoal, sociológico e educativo. Pelo acompanha-mento, pela exigência e pela forma como estamos a formar jogadores para competir e homens para representar o nosso símbolo. Por isso, seja qual for o desfecho dos jogos que se avizinham, deixo os parabéns ao José Tavares e a toda a estrutura do futebol de formação. O caminho que estamos a construir é sério. E, no FC Porto, é isso que inte-ressa: seriedade, método e continuidade.

Outro projeto que nos enche de orgulho e que, em dois anos, se afirmou como poucos, é o futebol feminino. A subida à Primeira Liga é um feito incrível. Um feito que honra o Clube e que mostra a força de uma ideia quando é trabalhada com ambição e competência. Mas repito: não é só a subida. E o jogo. É o desejo. É a inten-sidade. E a personalidade com que estas atletas competem e a energia que emana do treinador Daniel Chaves, das jogadoras, do Professor José Manuel e da Joana. E a forma como se apresentam em cada campo como quem sabe o que está a vestir. E é também a final da Taça, alcançada com total mérito. Estas miúdas honraram-nos como ninguém. E merecem que o FC Porto esteja com elas, com o mesmo apoio e a mesma exigência com que apoiamos todas as nossas equipas. Este projeto construiu-se de forma sólida, sustentado em pessoas de valor, com energia e com visão.

Mas o FC Porto é um Clube que não se esgota numa só modalidade, nem numa só forma de competir e vencer. É uma instituição ecletica, feita de muitas batalhas, de muitas conquistas e de uma exigência permanente que atravessa toda a sua iden-tidade. E abril voltou a mostrá-lo com toda a clareza. A conquista da Taça de Portugal de Voleibol, da Taça de Portugal de Bilhar e da Taça Nacional de Goalball, que voltou a mostrar que o FC Porto também sabe ser exemplo de inclusão, superação e orgulho competitivo. Todas estas conquistas, são mais do que títulos: são expressão viva da nossa cultura vencedora. A elas juntam-se resultados individuais muito relevantes na natação e no bilhar, que reforçam a profundidade competitiva do Clube e a qualidade de tudo o que se faz em seu nome. No FC Porto, ganhar não é apenas um objetivo.
É uma responsabilidade. E é essa responsabilidade que continuamos a honrar, em cada campo, em cada pavilhão, em cada piscina, em cada modalidade.

Agora, passemos ao que muitos gostariam que o FC Porto ignorasse.

Há quem ande a vender a ideia de que "se o VAR existisse mais cedo" teriam ganho mais títulos no seu clube de coração. É um lamento recorrente e revelador. Revelador porque, com VAR ou sem VAR, houve uma realidade que esses "lesados" tiveram de engolir: no seu tempo o FC Porto ganhou a Taça dos Campeões Europeus, ganhou a Champions League, venceu a Taça UEFA, ganhou a Liga Europa e foi vencedor da Taça Intercontinental por duas vezes! Foi campeão nacional, bicampeão, tricam-peão, tetracampeão, pentacampeão. E esse trauma, pelos vistos, não passa. Dá coceira. Incomoda. E é por isso que no Dragão assistimos a mais um episódio dessa pequenez: a escolha de uma entrada discreta, pela porta das traseiras, para evitar encarar de frente o peso da História do FC Porto. Quando a História pesa, alguns preferem não a enfrentar. Nós convivemos com ela todos os dias, porque fomos nós a construí-la com o nosso suor e a exigência que nos distingue, algo que, para esses, será sempre inalcançá-vel, com VAR ou sem VAR.

A esse desconforto junta-se o episódio do FC Porto-Sporting no andebol. E aqui deixo uma mensagem clara: o FC Porto está absolutamente tranquilo e a cooperar com a justiça. Está bem documentado sobre tudo o que aconteceu, o que foi feito e o que não foi. E os intervenientes que optaram pela injúria e pela tentativa de manchar a Instituição responderão por isso até às últimas consequências. No FC Porto, a defesa do Clube não é uma reação emocional: é uma posição firme, sustentada e documen-tada. E quem escolhe atacar a Instituição tera de pagar o preço dessas escolhas.

Tudo isto chegou ao ponto de mendigarem reuniões urgentes ao mais alto nível político. E, quando o desporto chega a este nível de degradação, convém que o país perceba a dimensão do problema ou o complexo de inferioridade de alguns. O que vimos depois foi o retrato de um tempo estranho: cartilhas lidas no papel por um Presidente, para não falhar a narrativa dos seus conse-Theiros de comunicação, e um aparelho de comunicação permanentemente mobilizado para fabricar perceções, como se o futebol fosse um estúdio e não um jogo.

E, no meio disto tudo, continuam a acumular-se factos que não podem ser varridos para baixo do tapete: a falta de isenção é clara, a ausência de contraditório é desejada e a recusa em confirmar na fonte qualquer ato mantém-se, pois o objetivo de deturpar a opinião pública é muito mais importante que o respeito por uma Instituição e as suas pessoas.

Mas este fenómeno que se tem vindo a registar esta época acontece não só com o FC Porto mas também com os árbitros que, inadvertidamente, erram contra o Sporting. Nos canais afetos ao manto verde, os árbitros são dissecados em todas as suas decisões, como se um erro fosse uma traição ao clube de Lisboa e como se a pressão pública fosse um instrumento legítimo de "correção" do jogo. Isto, sim, parece ser o novo "sistema" do futebol português: condicionar perceções, condicionar ambientes, condicionar decisões. Hoje é o episódio do penálti, amanhã é a recarga, depois é o cartão "pedagógico", a seguir é o cartão branco, e a verdade do jogo vai ficando refém do vento que sopra a cartilha para os estúdios e para as direções de determinados jornais.

A isto soma-se um sem-número de ataques pessoais e profissionais ao nosso treinador, Francesco Farioli, por diferentes opinionistas. Alguns sem carteira de jorna-lista, e sendo apenas comentadores, outros que nem respeitam a sua própria carteira e ora são jornalistas, ora são convenientemente comentadores, atacam com ódio, palavreado e insinuações que, em qualquer contexto minimamente sério, seriam inaceitáveis. Farioli trabalha, dá a cara, lidera, arrisca, assume. E, por isso mesmo, torna-se alvo. Mas deixo isto muito claro: o FC Porto protege os seus. E protege-os com firmeza, porque aqui, "no Norte", os nossos são intocáveis.

Mas foco no essencial.

O campeonato está aqui. O último passo está aqui. Tão perto e tão longe ao mesmo tempo. E a resposta tem de ser a mesma de sempre: foco, união e trabalno, Sem festa. Sem distrações. Sem ruído, mas com necessidade de toda a vossa força.

Conto convosco. Sempre.
Viva o Futebol Clube do Porto!
não é correcto dizer só manto verde.
é um manto melancia.
arbitragem melancia.
CS melancia e comentadores melancia.

é a santa melancia.
 

Dagerman

Tribuna Presidencial
1 Abril 2015
7,802
10,299
Que biolência, presidente!
Adorei!

Sublinho esta parte:

«Nos canais afetos ao manto verde, os árbitros são dissecados em todas as suas decisões, como se um erro fosse uma traição ao clube de Lisboa e como se a pressão pública fosse um instrumento legítimo de "correção" do jogo. Isto, sim, parece ser o novo "sistema" do futebol português: condicionar perceções, condicionar ambientes, condicionar decisões. Hoje é o episódio do penálti, amanhã é a recarga, depois é o cartão "pedagógico", a seguir é o cartão branco, e a verdade do jogo vai ficando refém do vento que sopra a cartilha para os estúdios e para as direções de determinados jornais.

A isto soma-se um sem-número de ataques pessoais e profissionais ao nosso treinador, Francesco Farioli, por diferentes opinionistas. Alguns sem carteira de jorna-lista, e sendo apenas comentadores, outros que nem respeitam a sua própria carteira e ora são jornalistas, ora são convenientemente comentadores, atacam com ódio, palavreado e insinuações que, em qualquer contexto minimamente sério, seriam inaceitáveis. Farioli trabalha, dá a cara, lidera, arrisca, assume. E, por isso mesmo, torna-se alvo. Mas deixo isto muito claro: o FC Porto protege os seus. E protege-os com firmeza, porque aqui, "no Norte", os nossos são intocáveis.
 

fjpfcp

Falar com gente Boa, fanáticos egocentricos longe
26 Março 2012
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95,784
Conquistas
5
  • André Villas-Boas
  • Deco
  • Hulk
  • Sérgio Conceição
A VISÃO DO PRESIDENTE
ABRIL 2026


Até ao fim. Sem distrações.

Caros Portistas,

Abril foi um mês de teste. Um mês de decisões, de pressão e de exigência máxima. Foi também
um mês que nos trouxe até à posição que hoje ocupamos. Para dar o passo final, temos de estar todos unidos. Unidos na bancada, unidos no balneário e unidos em torno do nosso símbolo. Porque, nesta fase, o campeonato não se "joga": conquista-se.
E só se conquista com foco absoluto.

Na Liga Europa fomos eliminados, sim. Mas quem viu o jogo, sabe que o grupo mostrou o que é ser Porto. Jogar com 10 durante cerca de 80 minutos e ver jogadores a dar tudo, a correr até ao limite, a sofrer e a acreditar que ainda era possível inverter uma eliminatória é a melhor prova do que esta equipa tem sido até agora. Uma equipa à Porto, que não foge ao risco, não foge à responsabilidade e não se esconde atrás de desculpas. Quem quer fazer História entra em campo com um propósito maior e, desde o início desta época desportiva, o FC Porto não tem feito outra coisa senão procurar a glória com toda a sua força.

Na "Taça Sporting", frente ao Sporting, ficámos pelo caminho. E, mais uma vez, ficou exposto aquilo que temos vindo a sentir durante toda a época: o FC Porto tem de superar não só adversários, mas também o lado imprevisível e caótico do jogo, em mais um encontro em que apetece dizer: "É raro, mas acontece muito". Por isso digo-vos com total clareza: no campeonato temos de dar tudo. No FC Porto, só celebramos quando ganhamos. Assim fomos habituados e assim fomos sempre temidos. Aqui não há euforia antes do tempo. Há exigência, há concentração, há compromisso e, só há uma certeza, se quisermos mesmo vencer, temos de fazer "das tripas coração" nestes últimos três jogos para alcançarmos o que tanto sonha-mos. Enquanto isso, a estrutura Porto e os seus funcionários trabalham arduamente para retribuir aos sócios todo o apoio que nos dão.

Na Formação, o excelente trabalho que estamos a fazer não se mede apenas pelos títulos que podemos alcançar. Mede-se pelas bases que construímos para o futuro. Pelo critério. Por estarmos perto dos miúdos e do seu talento e trabalhá-lo a nível individual e coletivo. Mede-se pelo desenvolvimento técnico, mas também pessoal, sociológico e educativo. Pelo acompanha-mento, pela exigência e pela forma como estamos a formar jogadores para competir e homens para representar o nosso símbolo. Por isso, seja qual for o desfecho dos jogos que se avizinham, deixo os parabéns ao José Tavares e a toda a estrutura do futebol de formação. O caminho que estamos a construir é sério. E, no FC Porto, é isso que inte-ressa: seriedade, método e continuidade.

Outro projeto que nos enche de orgulho e que, em dois anos, se afirmou como poucos, é o futebol feminino. A subida à Primeira Liga é um feito incrível. Um feito que honra o Clube e que mostra a força de uma ideia quando é trabalhada com ambição e competência. Mas repito: não é só a subida. E o jogo. É o desejo. É a inten-sidade. E a personalidade com que estas atletas competem e a energia que emana do treinador Daniel Chaves, das jogadoras, do Professor José Manuel e da Joana. E a forma como se apresentam em cada campo como quem sabe o que está a vestir. E é também a final da Taça, alcançada com total mérito. Estas miúdas honraram-nos como ninguém. E merecem que o FC Porto esteja com elas, com o mesmo apoio e a mesma exigência com que apoiamos todas as nossas equipas. Este projeto construiu-se de forma sólida, sustentado em pessoas de valor, com energia e com visão.

Mas o FC Porto é um Clube que não se esgota numa só modalidade, nem numa só forma de competir e vencer. É uma instituição ecletica, feita de muitas batalhas, de muitas conquistas e de uma exigência permanente que atravessa toda a sua iden-tidade. E abril voltou a mostrá-lo com toda a clareza. A conquista da Taça de Portugal de Voleibol, da Taça de Portugal de Bilhar e da Taça Nacional de Goalball, que voltou a mostrar que o FC Porto também sabe ser exemplo de inclusão, superação e orgulho competitivo. Todas estas conquistas, são mais do que títulos: são expressão viva da nossa cultura vencedora. A elas juntam-se resultados individuais muito relevantes na natação e no bilhar, que reforçam a profundidade competitiva do Clube e a qualidade de tudo o que se faz em seu nome. No FC Porto, ganhar não é apenas um objetivo.
É uma responsabilidade. E é essa responsabilidade que continuamos a honrar, em cada campo, em cada pavilhão, em cada piscina, em cada modalidade.

Agora, passemos ao que muitos gostariam que o FC Porto ignorasse.

Há quem ande a vender a ideia de que "se o VAR existisse mais cedo" teriam ganho mais títulos no seu clube de coração. É um lamento recorrente e revelador. Revelador porque, com VAR ou sem VAR, houve uma realidade que esses "lesados" tiveram de engolir: no seu tempo o FC Porto ganhou a Taça dos Campeões Europeus, ganhou a Champions League, venceu a Taça UEFA, ganhou a Liga Europa e foi vencedor da Taça Intercontinental por duas vezes! Foi campeão nacional, bicampeão, tricam-peão, tetracampeão, pentacampeão. E esse trauma, pelos vistos, não passa. Dá coceira. Incomoda. E é por isso que no Dragão assistimos a mais um episódio dessa pequenez: a escolha de uma entrada discreta, pela porta das traseiras, para evitar encarar de frente o peso da História do FC Porto. Quando a História pesa, alguns preferem não a enfrentar. Nós convivemos com ela todos os dias, porque fomos nós a construí-la com o nosso suor e a exigência que nos distingue, algo que, para esses, será sempre inalcançá-vel, com VAR ou sem VAR.

A esse desconforto junta-se o episódio do FC Porto-Sporting no andebol. E aqui deixo uma mensagem clara: o FC Porto está absolutamente tranquilo e a cooperar com a justiça. Está bem documentado sobre tudo o que aconteceu, o que foi feito e o que não foi. E os intervenientes que optaram pela injúria e pela tentativa de manchar a Instituição responderão por isso até às últimas consequências. No FC Porto, a defesa do Clube não é uma reação emocional: é uma posição firme, sustentada e documen-tada. E quem escolhe atacar a Instituição tera de pagar o preço dessas escolhas.

Tudo isto chegou ao ponto de mendigarem reuniões urgentes ao mais alto nível político. E, quando o desporto chega a este nível de degradação, convém que o país perceba a dimensão do problema ou o complexo de inferioridade de alguns. O que vimos depois foi o retrato de um tempo estranho: cartilhas lidas no papel por um Presidente, para não falhar a narrativa dos seus conse-Theiros de comunicação, e um aparelho de comunicação permanentemente mobilizado para fabricar perceções, como se o futebol fosse um estúdio e não um jogo.

E, no meio disto tudo, continuam a acumular-se factos que não podem ser varridos para baixo do tapete: a falta de isenção é clara, a ausência de contraditório é desejada e a recusa em confirmar na fonte qualquer ato mantém-se, pois o objetivo de deturpar a opinião pública é muito mais importante que o respeito por uma Instituição e as suas pessoas.

Mas este fenómeno que se tem vindo a registar esta época acontece não só com o FC Porto mas também com os árbitros que, inadvertidamente, erram contra o Sporting. Nos canais afetos ao manto verde, os árbitros são dissecados em todas as suas decisões, como se um erro fosse uma traição ao clube de Lisboa e como se a pressão pública fosse um instrumento legítimo de "correção" do jogo. Isto, sim, parece ser o novo "sistema" do futebol português: condicionar perceções, condicionar ambientes, condicionar decisões. Hoje é o episódio do penálti, amanhã é a recarga, depois é o cartão "pedagógico", a seguir é o cartão branco, e a verdade do jogo vai ficando refém do vento que sopra a cartilha para os estúdios e para as direções de determinados jornais.

A isto soma-se um sem-número de ataques pessoais e profissionais ao nosso treinador, Francesco Farioli, por diferentes opinionistas. Alguns sem carteira de jorna-lista, e sendo apenas comentadores, outros que nem respeitam a sua própria carteira e ora são jornalistas, ora são convenientemente comentadores, atacam com ódio, palavreado e insinuações que, em qualquer contexto minimamente sério, seriam inaceitáveis. Farioli trabalha, dá a cara, lidera, arrisca, assume. E, por isso mesmo, torna-se alvo. Mas deixo isto muito claro: o FC Porto protege os seus. E protege-os com firmeza, porque aqui, "no Norte", os nossos são intocáveis.

Mas foco no essencial.

O campeonato está aqui. O último passo está aqui. Tão perto e tão longe ao mesmo tempo. E a resposta tem de ser a mesma de sempre: foco, união e trabalno, Sem festa. Sem distrações. Sem ruído, mas com necessidade de toda a vossa força.

Conto convosco. Sempre.
Viva o Futebol Clube do Porto!
So faltou um

Pó caralho Filhos da Puta

Mas de resto, perfeito
 

Maressi

Tribuna Presidencial
20 Novembro 2017
9,944
11,333
So faltou um "lutaremos para conquistar um titulo que a acontecer será inteiramente justo , mas ainda assim depois de lutarmos contra as equipas adversárias, arbitros serios mas que por azar julgavam quase sempre em prejuizo do FCP e em beneficio dos mesmos, e os paineleiros a manipular factos para que a procissão de acólitos se mantivesse, aguardaremos para que seja homologado pelo dono da liga frederico e pelo dono da liga real o isento , impoluto e bacteriologicamente puro rui santos
 
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Reações: Marco Sousa

LuisFreitas

Tribuna
24 Maio 2008
4,472
4,380
Vila Nova de Gaia, 1981
Grande editorial, Presidente.


Além disso, o Vítor Tinto, que até há pouco tempo recebia informações do nosso clube, descaiu-se e ficámos a saber que é o novo moço de recados do Rui Morgues. Com supostos portistas assim, estaríamos bem fodidos!
Salvo erro ontem em conversa sobre o Var e o caso italiano , entre dentes também disse que há gente "atrás da porta" dos Vars na cidade do futebol.. diz o Pedro "Maite" Suíno em resposta baixinho" : não te estiques..
 
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Reações: radiohead

Miguel Alexandre

Tribuna Presidencial
10 Março 2016
26,427
30,497
Conquistas
2
  • Campeão Nacional 19/20
  • José Maria Pedroto
O Fcporto nao descansarà enquanto não for campeão europeu novamente e penta novamente.
E isso os cu-doridos ressabiados sabem.

A certeza de que só o Fcporto voltará a esse nível. Ninguém mais tem alma para isso, ninguém mais tem dimensão de identidade para isso, ninguém mais tem nojo à derrota para isso.

Eles sabem.
 

fjpfcp

Falar com gente Boa, fanáticos egocentricos longe
26 Março 2012
47,338
95,784
Conquistas
5
  • André Villas-Boas
  • Deco
  • Hulk
  • Sérgio Conceição
A Mumia Lagarta nao gostou do texto do AVB