Amigos, criticar o treinador pelos jogadores que retira nas substituições e não dar-lhe mérito por outros que fez entrar e que foram importantes no resultado final, não é lá muito congruente.
O problema da maioria das análises que por aqui se lê é o acantonamento dogmático baseado em percepções pessoais.
Na maioria das vezes o Farioli lê bem o que o jogo está pedir ou o que a equipa necessita.
Depois pode-se anotar o seu excesso rigor em seguir o plano do jogo definido previamente, sem dar abertura à espontaneidade e tentar surpreender o adversário por essa via.
Creio, no entanto, que algumas das substituições "fixas" que tem realizado, seguem mais premissa de evitar chegar ao risco de lesão muscular q as incidências do jogo em si.
Há um receio real (a meu ver) da parte do treinador perder jogadores chave por fadiga muscular nesta fase decisiva da época. E Gabri é um dos casos.
Agora pode abrir um pouco os horizontes e jogar com a inovação e criatividade dentro daquilo que tem no plantel e procurar surpreender o adversário, sem pôr em causa o seus objetivos finais e a integridade dos atletas.